segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Ninfa da Teresa (2019): 6/10

João Barbosa começou por produzir, a partir de vinhas no sopé da Serra dos Candeeiros (Rio Maior), um Alvarinho chamado Ninfa, que provei e de que gostei muito. Em 2023 lançou um novo vinho, novamente Alvarinho, com características e preço diferentes. É este Ninfa da Teresa (sua filha).

Embora, como regra, a cor do vinho no copo não me impressione (ou seja, não considero um elemento válido para a decisão sobre a qualidade do vinho), este deixou-me espantado.
Pareceu-me claramente um curtimenta, mas a verdade é que não há, em lado nenhum, informação que o confirme. Não é, portanto. Siga.

Sendo um vinho de 2019, aberto em 2026, esperava uma riqueza de sabores, uma boca complexa e um aroma diversificado. Mas não foi isso que sucedeu. Mesmo aberto uma hora antes, o vinho mostrou-se fechado e tenso.

Por outro lado, há pouco de Alvarinho (talvez em prova cega poucos acertassem), mas isso já seria de esperar, se compensado por outro tipo de qualidades. Mas o vinho, basicamente, não envelheceu nem parece ter evoluido.

Não é sacrifício bebê-lo, mas esperava muito mais.

Relação preço-qualidade: ... portanto, caro.

Ano da produção: 2019
Data de compra: setembro 25
Local de compra: Portugal Vineyards
Preço de compra: €25,95
Data de consumo: fevereiro 2026
Produtor: João M. Barbosa
Localidade: Rio Maior (DOC Tejo)
Enólogo: ?
Acidez Total (g/dm ) 7
Açúcares residuais: 
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentação em cuba de inox e estágio em barrica. "
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: frango no forno e arroz
(502)


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Ninfa da Teresa (2019): 6/10

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