Mostrar mensagens com a etiqueta acidez. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta acidez. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Convento do Paraíso (2021): 6/10

Vem de Silves, no Algarve, este alvarinho.

Como seria de esperar, e até de desejar, é bem diferente dos cultivados na subregião ou até no Minho.

Se no nariz percebemos um perfil cítrico, e aqui não há nada de especial, em boca mostra-se com bastante acidez. Um dos vinhos com mais acidez que provei nos últimos tempos. Pessoalmente, gosto deste perfil de vinhos, mas uma das consequências é que essa acidez bem vincada tende a abafar a restante estrutura do vinho (fica curto na boca).

Em suma, um vinho que não é para todos, nem para todas as refeições (evitar doces, por exemplo), mas que se bebe bem sem envelhecimento e a menos 10º de temperatira.

Relação preço-qualidade: menos um euro e seria perfeito. [na loja online já custa €16,95!!!]

[No rótulo é apenas um branco, só no contrarrótulo se diz que é alvarinho, provavelmente porque poucos associarão a casta ao Algarve]

Ano da produção: 2021
Data de compra: maio 24
Preço de compra: €10,76
Local de compra: Garrafeira Soares
Data de consumo: novembro de 24
Produtor: Convento do Paraíso
Localidade: Silves, Algarve
Enologia: ?
Acidez Total (g/l): 6,39 g/l em ácido tartáricop (2019)
Açúcar residual (g/l): 2,1
Teor Alcoólico (%vol): 13,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentação e posterior estágio de 10 meses em inox na presença das borras finas" (colheita de 2019).
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º 
Acompanhou:  bacalhau no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(457)






quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Landcraft (2021): 7/10

Uma boa surpresa este novo alvarinho da Geographic Wines, mas apenas para quem - como eu - gosta deles com boa acidez (7,8 g/L). 

No aroma a marca floral e fresca do alvarinho está bem presente e na boca predominam os sabores cítricos mas não só. Maçã verde e pêra também se podem sentir.

Termina com a tal acidez...

Relação preço-qualidade: €12,99 está pelo menos dois euros acima da concorrência mais direta (refiro-me a colheitas da subregião). E €15,25 online é manifestamente exagerado, embora o podutor não possa controlar os preços finais.

Ano da produção: 2021
Data de compra: julho 2023
Preço de compra: €12,99 
Local de compra: El Corte Inglés (Gaia)
Data de consumo: agosto 2023
Produtor:  Geographic Wines
Localidade: Monção e Melgaço (os locais em concreto não são nomeados)
Enólogo: Nuno Morais Vaz e Daniela Matias
Acidez Total (g/dm3): 7,8 g/L
Açúcar residual: 1,2 g/L
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Maceração pré fermentativa 12 horas, fermentação espontânea com leveduras indígenas e temperatura controlada. Estágio sob borras totais durante 8 meses com bâtonnage periódica."
Aberto quanto tempo antes: 30 minutos
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: Filetes de pescada e doçaria variada
Pode acompanhar por exemplo:
(397)



sexta-feira, 4 de março de 2022

Infusa (2019): 4/10

Chega de Celorico de Basto esta Infusa de alvarinho marcadamente ácida e com pouca presença das características da casta, exceto no nariz.

Relação preço-qualidade: o preço pago é baixo, mas há melhores, mesmo a este preço.

Ano da produção: 2019
Data de compra: janeiro 22
Preço de compra: €4,96
Local de compra: Caves Cruzeiro Real
Data de consumo: março 2022
Produtor e Engarrafador: Quinta de Miramontes
Localidade: Fervença, Celorico de Basto
Enólogo: Winelords
Acidez total: ?
Açúcar Residual (g/l): ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? não
Acompanhou: filetes de pargo
Pode acompanhar por exemplo: 
(327)



quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Terras de Monção Reserva (2020): 5/10

Este Terras de Monção Reserva distingue-se pela acidez.

No nariz até entra bem, mas depois, em boca, não é para qualquer um. O final, ainda por cima, esgota-se rapidamente.

(o site do Solar de Serrade, que o produz, não tem qualquer informação sobre este vinho, muito menos sobre o nível de acidez).

Sendo um Reserva, (ainda? por ser um 2020) não se percebe o ganho que daí resulta.

Relação qualidade-preço: gostei mais do Terras de Monção clássico, que é mais barato, mas para um Reserva não se pode dizer que seja caro (a menos que o comparemos com o Regueiro Reserva...).

Ano da produção: 2020
Data de compra: dezembro 21
Preço de compra: €8,90
Local de compra: Saudáveis e Companhia, Monção
Data de consumo: janeiro 2022
Produtor e Engarrafador: SAVAM- Solar de Serrade 
Localidade: Mazedo, Monção
Enólogo: ?
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 14º
Passou pelo arejador? não
Acompanhou: pataniscas de bacalhau
Pode acompanhar por exemplo: 
(319)




domingo, 11 de abril de 2021

Entre 2 Mares (?): 5/10

[como é possível fazer vinhos com uma casta nobre como esta, sem identificação do ano ?]

Trata-se de um alvarinho produzido em Valença pela Adega Edmun do Vale para a empresa Decanter, também em Valença

No nariz é um alvarinho convencional, com aroma agradável, um pouco frutado e algo floral.

Na boca é que as coisas se 'complicam': há demasiada acidez, que não é compensada pelas sensações que o nariz promete.

Há qualquer coisa de cítrico neste vinho, mas no final fica apenas a acidez.

Análise ao preço: não se pode dizer que é caro, mas há melhores a preços mais baixos.

Ano da produção: ?
Data de compra: dezembro 20
Preço de compra: €7,50
Local de compra: Garrafeira Portugal, Valença
Data de consumo: abril 2021
Produtor: Quinta Edmun do Val [mas não consta do site... uma vez que não é marca própria]
Localidade: Valença (Regional Minho)
Enólogo: Olalla Ruibal?
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: Cavalas grelhadas na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(286)
O que diz o contrarrótulo: "Fundo floral que nos faz recordar os aromas de Valença [???], fresco e saboroso, com uma marcada presença de citrinos. Aveludado e seco. Excelente acidez. Presistente com bom sinal, deixa-nos inesquecíveis sensações"


domingo, 31 de janeiro de 2021

Rascunho Colheita Tardia 3ª edição (2015): 8/10

Um vinho absolutamente desconcertamente!

Começa por quebrar o padrão dos colheitas tardias, que são vinhos doces. Este - apesar de se apresentar no rótulo como um vinho doce - não o é. Pelo contrário, é um vinho com uma acentuada acidez, mas uma acidez viciante (crocante é o feliz adjetivo usado no contrarrótulo), que se casa na perfeição com os aromas da casta, vem visíveis logo no contacto do nariz.

A acidez com o sabor proveniente do fungo, que provoca alguma podridão e decomposição nas uvas, cria um sensação ligeiramente picante na boca (tipo queijo Roquefort!).

Foram experimentadas três sobremesas: um cheesecake (ótimo), um queijo de Serpa (não ligou) e biscoitos cantuccini, por causa da amêndoa (muito bom).

Uma parte da garrafa foi bebida na hora e outra 12 horas depois (ambas a 15º, quando o recomendado é que seja mais fresco). A primeira estava bem 'crocante', mas a segunda apresentou-se mais completa.

Análise ao preço: os €35,75 que paguei são um preço muito elevado por uma garrafa de 375 ml, mas os €22,5 da concorrência já seriam bem compreensíveis. E fariam com que atribuísse um 9 a este vinho. [a casa recomenda €25 como "preço mínimo recomendado]

Ano da produção: 2015
Data de compra: janeiro 21
Preço de compra: €35,75
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: janeiro 2021
Produtor: Quinta de Santiago
Localidade: Monção
Enólogo: José Domingues e Abel Codesso?
Acidez total: 11º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 15º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: diversas sobremesas (ver texto acima)
Pode acompanhar por exemplo:
(279)


quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Kompassus (2016): 7/10

Foi o primeiro e, tanto quanto julgo saber, continua a ser o único Alvarinho da Bairrada.
Em paralelo, e mais importante, é um vinho de caractísticas minerais, que deixam a fruta (cítrica) em segundo ou terceiro plano (aroma ténue). Mesmo a madeira (estágio de 7 meses em barricas usadas) aparece discretamente.
A acidez muito presente no final, mas bem integrada, ajuda a proporcionar um final prolongado.
Um vinho complexo e intenso, que mais uma vez mostra como esta casta é especial.
Não me custa reconhecer que será um dos melhores alvarinhos produzidos fora da subregião, sobretudo se destacarmos o aspeto da mineralidade.
Análise ao preço: um pouco puxado.


Ano da produção: 2016
Data de compra:
Preço de compra: [PVP 17,50 online]
Local de compra: bebido na Casa de Chá da Boa Nova, Matosinhos
Data de consumo: dezembro 2020
Produtor: Kompassus
Localidade: Cantanhede
Enólogo: Anselmo Mendes
Acidez total: 7,34º (2015)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º?
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: diversos pratos
Pode acompanhar por exemplo:
(276)

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Sou (2018): 8/10

O pioneirismo de Anselmo Mendes deixou vários 'filhos' e um deles está na Quinta de Santiago.

Este Sou, resultado da colaboração da Joana com o enólogo Nuno Mira do Ó, é um vinho diferente dos alvarinhos convencionais, destacando-se pela forma como conjuga, sem hesitações, a acidez com as características mais profundas da casta - nomeadamente laivos de lima ou alguma fruta de caroço (maçã verde, por exemplo). Em contrapartida, a madeira não se nota.

No final, quando tudo acaba, fica na boca aquele sabor delicioso a vinho 'antigo' (no sentido de tradicional, de lavrador)

Mas o que mais distingue este vinho é que, pelo resultado obtido, ele pode ser combinado com quase todos os pratos da gastronomia portuguesa. Perfeito para um arroz de pato ou um cabrito no forno, acompanhará magistralmente um bacalhau à gomes de sá ou um arroz de peixe galo - e isto é, penso, o maior elogio que se pode fazer a este vinho.

(é um 8 e não um 9 porque gosto de alvarinhos menos ácidos, só isso)

(mais um vinho a experimentar o estágio de 9 meses em borras finas)

Análise ao preço: caro, evidentemente, mas ainda assim há mais caros e piores!

Ano da produção: 2018
Data de compra: novembro 20
Preço de compra: €33
Local de compra: Garrafeira Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Data de consumo: novembro 2020
Produtor: Quinta de Santiago
Localidade: Cortes, Monção
Enólogo: Nuno Mira do Ó
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 12º (pode ser servido a 14 ou 15º)
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: pataniscas de bacalhau com arroz de feijão
Pode acompanhar por exemplo: tirando cozido à portuguesa, talvez tudo!
(272)


terça-feira, 23 de junho de 2020

Quinta do Rol Coleção (2015): 5/10

Feito na Lourinhã, junto ao mar (o que altera substancialmente a tradição do alvarinho).
Um ano de contacto com as borras, em batonage.
Um vinho com aroma a alvarinho,  claramente mineral mas  ácido, no limite do aceitável, pelo menos para mim. Há, contudo, quem goste e o resultado não é desagrável.
Análise ao preço: caro.
Ano da produção: 2015
Data de compra: fevereiro 2020
Preço de compra: €9,15 [€8,50 no produtor]
Local de compra: Garrafeira Portugal Vineyeards
Data de consumo: junho 2020
Produtor: Quinta do Rol
Localidade: Lourinhã, Vinho Regional Lisboa
Enólogo: Ribeiro Corrêa e Nuno Martins da Silva
Acidez total: 7,9º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: linguado grelhado
Pode acompanhar por exemplo:
(252)

domingo, 14 de junho de 2020

Piroga Grande Escolha (2017): 7/10

Uma boa surpresa este Piroga Grande Escolha.
Um vinho (aparentemente) produzido em Amarante (o contrarrótulo apenas diz 'engarrafado em Amarante') por um empresa com sede em Matosinhos.
Um vinho com traços de fruta tropical no aroma. mas também notas de pêssego, banana e caramelo, algum perfume de madeira na boca.
A acidez está bem presente e mesmo no final fica ligeiramente amargo, sendo que a combinação afinal resulta bem.
Análise ao preço: pelo menos dois euros mais barato e estaria ao nível de outros bons alvarinhos com as mesmas características, como o Casal de Ventozela, para já não falar do Quinta de Gomariz.
Ano da produção: 2017
Data de compra: fevereiro 2020
Preço de compra: €13,05 [€11,51 online na própria empresa]
Local de compra: Garrafeira Portugal Vineyeards
Data de consumo: junho 2020
Produtor: ExLibrisBaco
Localidade: "engarrafado em Amarante"
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: sardinhas na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(251)

domingo, 22 de março de 2020

Quinta de Sant'ana (2016): 5/10

Produzido em Mafra, este é um alvarinho muito diferente da generalidade dos vinhos desta casta, produzidos na subregião ou fora.
A diferença começa logo no nariz, em que a fruta aparece escondida por uma certa mineralidade.
Na boca, essa mineralidade não desaparece mas mistura-se com alguma fruta de caroço (maçã verde?) e até caramelo.
Esta garrafa foi bebida em dois momentos (almoço e jantar), sendo que na segunda esteve melhor. Talvez seja um vinho que se estranhe em primeiro lugar. A explicação pode estar na acidez final que é penetrante, sem, contudo, se tornar desagradável. Longe disso.
Análise ao preço: exagerado. O produtor explica que "A rare wine indeed. Not only is Alvarinho our smallest vineyard, but each kilo of grapes only yields 500ml of wine", mas aqui temos em conta a comparação com referências semelhantes existentes no mercado (e a nota que atribuo tem naturalmente isso em conta).

Ano da produção: 2016
Data de compra: fevereiro 2020
Preço de compra: €19,25 [uma pesquisa na net mostra que este mesmo vinho produzido em 2013 custa €13,20 e os de 2014 igual]
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: março 2020
Produtor: Quinta de Sant'ana
Localidade: Gradil, Mafra (Vinho Regional Lisboa)
Enólogo:
Acidez: 6,9º total (2013)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 12º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: robalo do mar grelhado com legumes
Pode acompanhar por exemplo: talvez se adapte bem a doces
(242)

domingo, 8 de março de 2020

Muros de Melgaço (2018): 6/10

Anselmo Mendes produz este alvarinho com um objetivo muito específico: lançar no mercado um  vinho de perfil claramente cítrico.
O objetivo é amplamente conseguido: no aroma a casta responde com pujança, na boca destacam-se imediatamente sensações que variam entre a casca de limão (toranja?) e a tanjerina.
A acidez é marcante mas está bem integrada e a madeira da fermentação passa quase despercebida.
(O 'problema' para mim é outro: reconheço que se trata de um alvarinho bem feito, mas é demasiado cítrico para o meu gosto).
Análise ao preço: elevado [e a nota atribuída é sempre uma ponderação, ainda que subjetiva, entre a qualidade percebida na prova e o preço].
Ano da produção: 2018
Data de compra: março 2020
Preço de compra: €16,99
Local de compra: Pingo Doce Póvoa de Varzim
Data de consumo: março 2020
Produtor: Anselmo Mendes
Localidade: Melgaço
Enólogo: Anselmo Mendes
Acidez: 6,4º (2015)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Sim (as diferenças não foram notórias)
Acompanhou: salmão com legumes grelhados
Pode acompanhar por exemplo:
(80)

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Alvaianas (2018): 7/10

Este não é um alvarinho que se destaque pela fruta vibrante, mas a forma como a acidez se faz sentir e se prolonga torna-o muito interessante para determinados pratos.
Um grupo de comensais fez acompanhar arroz de sarrabulho com este Alvaianas e o resultado foi muito bom. A acidez que marca este vinho vai 'cortar' um pouco da gordura do sarrabulho e dos próprios rojões (e, fica a opinião, sempre é mais interessante do que o fazer com vinho verde tinto, por muito bom que seja).
Não é, portanto, um vinho para todas as ocasiões, mas um excelente vinho para determinados acompanhamentos.
Análise ao preço: pvp muito interessante.
Ano da produção: 2018
Data de compra:
Preço de compra: €15,00 [€7,85 online, 2016]
Local de compra: Restaurante Camelo, Santa Marta [tem uma boa oferta de alvarinhos]
Data de consumo: fevereiro 2020
Produtor: Quinta das Alvaianas
Localidade: Melgaço
Enólogo:
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 2
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º ?
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: arroz de sarrabulho e rojões
Pode acompanhar por exemplo: carnes gordas
(31)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Santiago na Ânfora do Rocim (2018): 9/10

O primeiro alvarinho vinifcado (e comercializado) em ânfora é um vinho notável.
Esteve perto de ser um 10/10!
Claro que é um vinho caro, mas é ao mesmo tempo um vinho de eleição.
Talvez esteja ainda melhor daqui a cinco ou seis anos, mas já é um vinho fora de série.
Não há fruta a vibrar nem aromas penetrantes, mas há alvarinho muito bem estruturado e com um final perfeito (8º de acidez? Não parece!).
Análise ao preço: caros são os vinhos que nos deixam a pensar no preço!
Ano da produção: 2018
Data de compra: julho 2019
Preço de compra: €35,00
Local de compra: Garrafeira Tio Pepe, Porto
Data de consumo: fevereiro 2020
Produtor: Quinta de Santiago e Herdade do Rocim
Localidade: Monção
Enólogo:
Acidez: 8º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não (foi aberto uma hora antes, mas mantido no frigorífico)
Acompanhou: coelho assado no forno
Pode acompanhar por exemplo: carnes brancas bem temperadas
(234)

domingo, 22 de setembro de 2019

Valados de Melgaço Espumante Reserva Extra Bruto (2016): 7/10

Antes de mais: é o terceiro extra-bruto que provo e o balanço é positivo. As características do extra-bruto casam muito bem com a acidez típica da casta, desde que a enologia saiba o que está a fazer - nomeadamente não deixar que a acidez se torne agressiva.
Neste caso, sabe.
Um espumante de qualidade, a que falta apenas alguma intensidade para ser ainda melhor.
Análise ao preço: normal.
Ano da produção: 2016
Data de compra: maio 2019
Local de compra: Feira do Alvarinho de Melgaço 19
Preço de compra: €10
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Artur Meleiro/ Valados de Melgaço
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: ?
Acidez: 8,1º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: risotto de gambas
Pode acompanhar por exemplo: cabrito, bacalhau ou polvo no forno
(214)

sábado, 21 de setembro de 2019

Messala (2017): 7/10 [pontuação atualizada: 7,5]

É público e notório que o Messala é um dos bons alvarinhos produzidos em Portugal.
Ainda assim, este 2017 pareceu-me menos intenso e vivo do que o 2016, a quem atribuí mais um ponto.
Um vinho que vai à fruta branca (maçã, pêra) buscar boas sensações e que integra muito bem a acidez (apesar de elevada).
[mais um vinho com origem na subregião mas sobre o qual pouco ou nada se sabe: de onde vêm as uvas?]
Análise ao preço: muito bom.
Ano da produção: 2017
Data de compra: junho 2019
Local de compra: Leclerc, Darque
Preço de compra: €6,73
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Vinhos Dela
Localidade: "sub região Monção e Melgaço"
Enólogo: João Garrido
Acidez: 7,4º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: salmonetes grelhados
Pode acompanhar por exemplo: qualquer peixe, mesmo no forno
(23)

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Poema Novellis (2017): 7/10

No final de uma prova comentada, no ano passado, durante a Feira de Monção, um galego aproximou-se para se queixar da acidez dos alvarinhos portugueses.
A sua 'queixa' não é inteiramente justificada (há albariños marcados pela acidez, mas não são o padrão, reconheço) ainda que os produtores portugueses trabalhem muito mais (e melhor) a acidez do que os galegos.
Este Poema Novellis é disso um bom exemplo. Um alvarinho marcado essencialmente pelo final, poderoso, em que a acidez se faz sentir  mas de uma forma muito bem integrada.
O aroma sugere alguma fruta exótica, mas fica também uma certa sensação mineral.
Análise ao preço: aceitável, embora não fique favorecido se compararmos com o Soalheiro (o benchmark neste nível).
Ano da produção: 2017
Data de compra: maio 2019
Local de compra: Feira Alvarinho 2019, Melgaço
Preço de compra: €9,90 online
Data de consumo: agosto 2019
Produtor: Quinta do Louridal
Localidade: Melgaço
Enólogo: ?
Acidez: 6,5º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: Arroz de tamboril.
Pode acompanhar por exemplo:
(204)

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Quinta do Tamariz Reserva (2015): 5/10

Um alvarinho para quem gosta de vinhos marcados pela acidez.
Na entrada sobressaem as sensações minerais (fruta residual), mas no final prevalece a acidez. O vinho não se torna desagradável mas não é para todos.
Análise ao preço: aceitável, embora seja possível comprar melhor por menos.
Ano da produção: 2015
Data de compra: março 2019
Local de compra: Garrafeira S. João
Preço de compra: €6,85
Data de consumo: junho 2019
Produtor: Quinta de Tamariz               
Localidade: Barcelos
Enólogo: Jorge Pinto, Francisca Vinagre e Joana Araújo
Acidez: 7,2º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: polvo assado no forno
Pode acompanhar por exemplo: ?
(198)

sexta-feira, 5 de abril de 2019

QM (2018): 7/10

Em tempos bebi o 2016 e não gostei.
Este 2018 soube-me francamente melhor, ainda que não seja um vinho marcadamente frutado, como seria de esperar por vir de onde vem.
Há fruta, sobretudo branca (maçã), mas não de forma vibrante.
A grande marca deste QM é a sua excelente acidez, que permite criar um corpo cheio e um final prolongado e muito agradável.
Análise ao preço: aceitável.

Data de compra: março 2019
Preço de compra: €8,00 (?)
Local de compra: Continente
Data de consumo: abril 2019
Produtor: Quintas de Melgaço
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: Élio Barreiros
Acidez: 6,5º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: fanecas pequenas fritas com arroz de cenoura
Pode acompanhar por exemplo: mariscos cozidos
(17)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Solar de Serrade Espumante Bruto (2015): 6/10

Este espumante não tem o problme de muitos dos seus colegas: tem uma bolha elegante que torna o ato de beber agradável.
O único 'senão' é que a acidez está a esconder as virtuosidades da casta.
Quando conseguirem casar melhor a acidez com a fruta do alvarinho vão conseguir corrigir o final que às vezes faz 'estremecer'.
Análise ao preço: depende de qual preço; 10 euros é aceitável; €20,85 é manifestamente um exagero.
Ano da produção: 2015
Data de compra: julho 2018
Preço de compra: €10 [€20,85 online; mas também €16,88]
Local de compra: Feira do Alvarinho Monção
Data de consumo: fevereiro 2018
Produtor: SAVAM/Quinta de Serrada 
Localidade: Mazedo/Monção
Enólogo:
Acidez: 7.7º (acidez fixa, 2014)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 120º
Acompanhou: bife de atum grelhado com legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(168)

Uma vindima farta. Até demais (II)

 Atualização das informações divulgadas a 6/9/26 . 1) "A Adega de Monção recebeu este ano cerca de 1 0 milhões de quilos [10 mil tonela...

Textos mais vistos