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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Sisbarios (2024): 5/10

Sisbarios é o Alvarinho produzido no Solar de Vila Meã, uma magnífica propriedade em Barcelos, que é hotel e restaurante. E, como se percebe, produtora de vinhos. "O nome Sisbarios é a primeira referência à localidade de Silveiros, onde medram as nossas vinhas. A imagem do Pelicano homenageia a história do Solar de Vila Meã, presente na sua fachada, simboliza amor, sacrifício e doação."

O vinho, que apenas está disponível em contexto do Solar, tem um perfil cítrico, com uma boca pouco elaborada e uma acidez curta.

Relação preço-qualidade: um pvp de €14 é caro.

Ano da produção: 2024
Data de compra/prova: maio 2026
Local de compra/prova: Solar de Vila Meã
Preço de compra: prova em contexto de feira: €14 pvp
Dificuldade de aquisição: muito elevado (só no Solar)
Data de consumo: maio 2026
Produtor: Solar de Vila Meã
Localidade: Barcelos
Enólogo: António Sousa
Acidez Total (g/L): ?
Açúcar Residual (g/L): ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "?"
Informação sobre o local das uvas: na propriedade, Barcelos
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: superior a 10º
Acompanhou: 
(514)


terça-feira, 17 de junho de 2025

Anselmo Mendes A Torre (2019): 9/10

É certo que o Parcela Única é um alvarinho de referência, mas faltava a Anselmo Mendes um vinho topo de gama (Tempo, pelo preço, destaca-se, mas continuava a faltar alguma coisa).

Provam e QM já tinham arriscado no patamar dos €50, fazia sentido que outros produtores, como Anselmo, fizessem o mesmo.

E este ano Anselmo Mendes decidiu resolver esse 'problema', com o lançamento de A Torre (2019), uma seleção das melhores vinhas da Quinta da Torre, que comprou vai para 20 anos, em Monção.

Como seria de esperar, trata-se de um vinho sofisticado, sobretudo na boca, com forte mineralidade. No nariz percebe-se os cítricos característicos da casta, mas na boca são muitas camadas, perfeitamente harmonizadas com a madeira das barricas usadas, que está lá, mas discretamente.

O ponto alto é o final: além de longo, mostra uma acidez vibrante, que o torna fresco e meio salino.

Daqui a 10 anos terá nota 10!

Relação preço-qualidade: é um dos mais caros da subregião (produção pequena), mas também um dos mais distintivos. 

Ano da produção: 2019
Data de compra: abril 25
Preço de compra: oferta (online varia entre os €43 e os €53]
Local de compra/prova: Feira do Alvarinho Melgaço
Data de consumo: junho 25
Produtor: Anselmo Mendes (alguns meses depois ainda não consta do site da empresa)
Localidade: Monção
Enologia: Anselmo Mendes
Acidez Total (g/dm): ?
Açúcares totais (g/L): ?
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentou em barricas usadas durante nove meses, com bâtonnge suave."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 12º/13º
Acompanhou: panados e arroz de le
Pode acompanhar, por exemplo: tudo, menos, talvez, carnes vermelhas mal passadas
(480)


terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Tempo (2020): 7/10

Começo por dizer que já provei este vinho várias vezes, ao longo dos últimos anos, mas sempre em circunstâncias que não me habilitavam a poder escrever. Preferi esperar pela possibilidade de ter uma garrafa à frente para o poder fazer.

Estamos perante aquele que foi, durante muitos anos, o alvarinho mais caro no mercado. Nesta altura será o segundo mais caro. Isto é bastante importante, porque - como os leitores regulares sabem - as minhas avaliações têm em conta aquilo que considero ser a relação qualidade-preço.

O produtor tem toda a legimitidade para recomendar um preço de venda, baseado em vários pressupostos (como o número reduzido de garrafas ou a vinificação quase tradicional, como acontece com este Tempo), da mesma forma que o comprador tem de fazer escolhas em face do seu orçamento.

Ora, não tendo eu comprado a garrafa e não sabendo exatamente quanto custa (uma ronda pelas garrafeiras aponta para €80 ou quase), não tenho problemas em afirmar que me parece caro. Não apenas caro em termos absolutos (€80 por um vinho!), mas também termos relativos - a tal relação qualidade-preço.

A crítica especializada não poupa nos elogios ao vinho e tem razão. Mas não é nem de perto o melhor alvarinho que bebi nem o melhor que Anselmo Mendes faz. O Parcela Única é um vinho mais completo e mais estimulante.

Sobre o Tempo, é, como seria de esperar, um vinho muito complexo (o produtor diz que pode aguentar até 20 anos!), com um aroma excelente (figos secos). Muito seco, como o enólogo gosta, há, na boca, fumados e casca de laranja, por exemplo. O final é bom mas não muito longo. [um segundo copo bebido 24 horas depois mostrou um vinho mais aberto e a presença mais acentuada de taninos, certamente em resultado do contacto com as películas].

Ano da produção: 2020
Data de compra: 
Preço de compra: 
Local de compra: 
Data de consumo: fevereiro 25
Produtor: Anselmo Mendes
Localidade: Melgaço
Enologia: Anselmo Mendes
Acidez Total (g/l): 5,2
Açúcar residual (g/l): ?
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Metade do lote faz fermentação total com as películas. A outra metade efetua fermentação com o cacho inteiro não desengaçado. Após fermentação os lotes são reunidos em barrica de carvalho francês onde efetuam um estágio de 9 meses com bâttonage regular".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 11º-12º
Acompanhou: arroz de pato
Pode acompanhar por exemplo:
(468)



domingo, 2 de junho de 2024

6000 A. C. (2021): 8/10

Primeira nota: estamos numa fase em que os produtores procuram fazer vinhos muito caros. Este vinho da Adega de Ponte da Barca é o alvarinho mais caro fora da subregião (e, em geral, um dos verdes mais caros), embora as uvas sejam de Melgaço.

Segunda nota: a Adega de Ponte da Barca não fez um vinho igual a outros; inovou com um curtimenta ("um processo arcaico que já era dominado pelos Romanos", daí o nome), ainda raros no universo dos alvarinhos.

Sobre o vinho: o contacto com as películas produz um vinho sofisticado, complexo, com uma base salina. É o caso. Apreciei sobretudo a sua acidez, quase salina. Há madeira, mas sem sobreposição. Tem um perfil gastronómico, no sentido em que permite quase todo o tipo de comidas.

Relação preço-qualidade: para mim, como consumidor, é um vinho caro (mesmo sabendo que só foram engarrafadas apenas 382 unidades).


Ano da produção: 2021
Data de compra: 
Preço de compra: (pvp de €50]
Local de compra: Feira do Vinho Verde, Viana do Castelo
Data de consumo: maio 24
Produtor: Adega de Ponte da Barca
Localidade: Ponte da Barca (com uvas de Melgaço)
Enologia: José Oliveira
Acidez Total: ?
Açúcar: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "As uvas fermentam em contato com as películas, grainhas e restante parte vegetal, recorrendo a leveduras selvagens, por um período de 15 dias. Daí a coloração dourada que apresenta. Depois, estagiou em Barrica de Carvalho, por 12 meses, e mais 6 em garrafa, antes de ser comercializado"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 10º-12º
Acompanhou: 
Pode acompanhar por exemplo: tirando um cozido à portuguesa, acompanha quase tudo...
(436)


quinta-feira, 16 de maio de 2024

Dona Paterna 30º aniversário (2020): 9/10

Seguramente um dos melhores vinhos produzidos até hoje na subregião.

Trata-se de um blend de várias colheitas (a mais antiga, 2016), registado na Comissão como 2020. 

Tem dois anos de barrica (o primeiro com battonage) e mais um em garrafa.

O resultado é de excelência, com muita evolução, resultado do envelhecimento e da madeira (mas não 'sabe' a madeira).

Final potente, com a acidez a prolongar-se.

Para mim é o melhor vinho feito até hoje por Fernando Moura, o enólogo que muitos na subregião tratam por mestre.

Relação preço-qualidade: tem um pvp recomendado de €50 euros. Os leitores deste espaço sabem que atribuo muita importãncia ao preço. Por alguma razão este é o primeiro vinho com um preço de €50 ou mais euros a receber nota 9. Porque merece [e neste contexto não faz sentido estar a discutir por exemplo se poderia ser cinco euros mais barato, para se aproximar do Jurássico, por exemplo]. 

Ano da produção: 2020
Data de compra: 
Preço de compra: oferta do produtor (pvp recomendado: €50]
Local de compra: Feira do Alvarinho, Melgaço, 2024
Data de consumo: maio 24
Produtor: Dona Paterna (não consta do site]
Localidade: Melgaço
Enologia: Fernando Moura
Acidez Total: ?
Açúcar: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Selecionado a partir de um mosto da colheita de 2020, este vinho fermentou e estagiou em barricas usadas de carvalho francês durante dois anos, com
processo de batonnage durante o primeiro ano"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 11-12º
Acompanhou: arroz de marisco
Pode acompanhar por exemplo:
(434)


sábado, 30 de março de 2024

Pequenos Rebentos Viagem ao Princípio do Mundo (2020): 7/10

Começo por avisar que a nota atribuída é claramente mais baixa do que aquela que as revistas da especialidade atribuíram. A explicação é simples (pelo menos para mim): o preço. 

Este vinho vale €60 euros? Na minha opinião, não.

Todos sabemos como há uma dose de subjetividade na fixação do preço do vinho pelo produtor, que tem naturalmente todo o direito de, fazendo as suas contas e previsões, marcar o que entende (aqui são 1000 garrafas, por exemplo).

Da mesma forma, os consumidores também podem e devem fazer as suas 'análises'.

O meu ponto é este: com €60 euros comprava outros vinhos iguais ou melhores (o Sou ou o Ânfora, da Quinta de Santiago, o Parcela Única, o Alvorone, do Soalheiro, o Revirado, etc. para não referir alguns espumantes fantásticos ou os colheitas tardias, que são a minha perdição) e ainda recebia troco.

Sobre o vinho: começa a destacar-se no aroma, que é bastante complexo (e isto é um elogio). Na boca, parece haver um pouco de tudo: de fruta, de mineral, de salino. Gostei da acidez final mas talvez um pouco curta.

[nota final: este é mais um vinho com lacre de cera na rolha, uma moda cada vez mais comum. Para mim, como consumidor, esse lacre é uma chatice]

Relação preço-qualidade: tudo dito.

Ano da produção: 2020
Data de compra: dezembro 2023
Preço de compra: oferta particular [€59,90 pvp recomendado, mas já o encontrei a muito mais]
Local de compra: 
Data de consumo: março 24
Produtor: Márcio Lopes Winemaker
Localidade: Melgaço
Enologia: Márcio Lopes
Acidez Total (g/l): ?
Açúcar (g/l) ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "este vinho macerou e fermentou nas peliculas durante aproximadamente 30 dias, com posterior estágio com as borras totais durante 18 meses, em barricas de Jerez, com véu de flor. Estágio de 18 meses em garrafa"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: 
Pode acompanhar por exemplo:
(427)





quarta-feira, 12 de julho de 2023

By Élio Lara Beatriz (2021): 7/10

Comecemos pelo preço: é muito provável que daqui a dois ou três anos textos como este possam parecer ridículos. Isso será sinal de que o preço dos alvarinhos cresceu significativamente e que já ninguém estranhará que uma garrafa custe mais de €50.

Mas, sendo esta uma página que pensa na ótica do comprador, €50 ainda me parece demasiado dinheiro.

Tive oportunidade de conversar com Élio Lara na última Festa do Alvarinho de Monção e o produtor, além de explicar a história por trás do vinho (Beatriz é a filha), confirmou também que se trata de uma pequena produção (800).

Seja como for, e seja qual for o caso, o preço depende em último grau, de uma decisão do produtor. Tanto pode decidir vendê-lo a €30 como a €50.

A nota atribuída, como acontece por regra neste espaço, tem em conta a relação preço-qualidade e o preço é muito elevado.

E então a qualidade do vinho?
Trata-se de um curtimenta, que lhe retira a tradicional acidez final.

No nariz é vegetal, com traços reconhecíveis da casta.

Na boca, trata-se de um vinho delicado (fruta discreta), equilibrado, seco no final, com um potencial de evolução muito grande.

Ano da produção: 2021
Data de compra: 
Preço de compra: €52 online
Local de compra: provado na Festa do Alvarinho de Monção
Data de consumo: julho 2023
Produtor: By Élio Lara [nesta altura a informação no site não está atualizada]
Localidade: Merufe, Monção)
Enólogo: Élio Lara
Acidez Total (g/dm3):
Açúcar residual:
Teor Alcoólico (%vol):
Método de vinificação: o pisa-pé é feito nas barricas de carvalho francês, onde fica 18 meses. Foi engarrafado seis meses antes de ser posto à venda. 
Aberto quanto tempo antes: 
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(393)
 

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Alvarinho a €275 euros????

Leio e não posso deixar de ficar (no mínimo) surpreendido: vão ser postos à venda dois alvarinhos que custam mais de €200 euros: Reserva Gran Vicious 2021 e Vicious 2021, com preços de 275€ e 215€, respetivamente [vinhos que que não bebi, obviamente*].

Apesar de me parecer muito difícil que um alvarinho possa custar mais de €200 euros (ou mesmo €100...), não é o preço que me deixa embasbacado mas a razão como se terá chegado a ele.

Imagine-se que era um vinho com 10 ou mais anos de envelhecimento, com vários lotes, mais madeira, mais inox e ainda mais qualquer coisa, em edições muito reduzidas...

Mas não. Tanto quanto se percebe é um vinho 'do ano' e um reserva, sem nada de especial.

Mais: tanto quanto se percebe, as uvas vêm do produtor Carlos Codesso (Dona Paterna), que - imagino - nos anos anteriores usava essas uvas para fazer o seu próprio vinho.

Em suma, não percebo como se chega a este valor e deduzo que, no fundo, é só marketing.

Em Portugal os alvarinhos mais caros custam à volta de €50 euros (e alguns não o justificam). Com este lançamento demos um salto quântico, mas sem paraquedas...

PS - O homem por trás da ideia, Cláudio Martins, da Martins Wine Advisor, é o responsável pelo lançamento dos vinhos Júpiter (2021) e Uranus (2022), a mais de 1000€ a garrafa.

* mas se algum dia os provar e me arrepender de ter escrito este texto cá estarei para o reconhecer

quinta-feira, 2 de março de 2023

Patriam Nº1 (2022): 8/10

As Quintas de Melgaço inovaram com o lançamento, no ano passado, deste Patriam, que resulta de vinhos de quatro colheitas (2017, 18, 19 e 20), em quantidades aproximadas.

Ao bebê-lo fiquei com duas ideias: a de que, neste momento, é já um grande vinho, muito equilibrado e evoluído, seja na fruta, seja na forma como a madeira surge, seja na acidez, e que daqui a 10 anos estará muito melhor!

Relação preço-qualidade: se não estou enganado, trata-se de um dos três alvarinhos mais caros (juntamente com o Irequieto/Provam e Tempo/Anselmo Mendes). O produtor fez apenas 3276 garrafas (devidamente numeradas) e o preço reflete essa raridade (de quantidade e de vinificação). 

Ano da produção: 2022 [nota: o produtor não identifica qualquer ano como sendo o do lançamento, preferindo chamar-lhe nº1]
Data de compra: 
Preço de compra: bebido na Essência do Vinho 2023 (PVP €50]
Local de compra: 
Data de consumo: fevereiro 23
Produtor: Quintas de Melgaço
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: Jorge Sousa Pinto
Acidez Total: 6,75 g/l ácido Tartárico
Açúcares totais (g): 3 g/l |
Teor Alcoólico (%vol): 12,6º
Método de vinificação: "Prensagem suave de uva inteira e decantação de 12 a 36 horas a uma temperatura controlada entre 12ºC - 16ºC. Fermentação até 15 dias com controlo de temperatura entre 16ºC - 18ºC. Fermentação em barricas de 2º e 3º ano sobre borras totais."
Aberto quanto tempo antes: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 12º?
Acompanhou: 
Pode acompanhar por exemplo: é um vinho altamente gastronómico, incluindo carnes brancas
(376)


quarta-feira, 13 de julho de 2022

Irequieto (2017): 7/10

Ao apresentar um pvp de €65 euros, este alvarinho distingue-se desde logo preço (na linha do Tempo, de Anselmo Mendes, ou do Jurássico, de Paulo Rodrigues). É um vinho que junta diversos vinhos, com diferentes vinificações, todos de 2017 e que assinala os 50 anos de mestre Codesso.

Um vinho de que foram feitas 1450 garrafas, umas das quais Abel Codesso abriu, na última Feira do Alvarinho de Monção, para um grupo de amigos do projeto Senhor Alvarinho. O nosso penhorado agradecimento.

Em termos gerais: pareceu-me um vinho surpreendente, sobretudo pelo que sucede no final, uma vez que não tem aquela acidez prolongada a que estamos habituados no alvarinho da subregião. Ficam a bailar outros sabores.

Na boca é um vinho untuoso, que deixa múltiplas sensações (fruta mas não só, mel, frutos secos, alguma madeira), que provavelmente não deveria ter sido bebido naquele contexto (calor abrasador, sem qualquer contexto gastronómico), mas que nunca engana a matriz do alvarinho - a começar pelo aroma.

Foi provavelmente o mais vinho com complexo/difícil que bebi. 
Será melhor (a)guardar ou beber já?

Relação preço-qualidade: correndo o sério risco de parecer mal agradecido, coisa que não me passa passa pela cabeça, admito que o valor comercial esteja inflacionado.
Ano da produção: 2017
Data de compra:
Local de compra: Feira Alvarinho 22, Monção
Preço de compra: pvp €65 (oferecido pelo enólogo)
Data de consumo: julho 2022
Produtor: Provam [não consta do site]
Localidade: Mazedo, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º-13º
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(346)

Alvarinhos mais baratos do que os albariños - 18%-24% menos

Começo por dizer que este é apenas o primeiro contributo para perceber se os Alvarinhos são realmente mais baratos do que os seus vizinhos d...

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