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terça-feira, 14 de julho de 2026

TerraVallis (2022): 8/10

 "TerraVallis (...) um sonho a dois, um projeto de família", diz o contrarrótulo desta absoluta novidade no mercado dos Alvarinhos.

Os dois são Antonina Barbosa e Nuno Torres, ela apresentada como enóloga (além disso, é a admnistradora e enóloga da Falua Vinhos, que, entre outras marcas, tem o Barão do Hospital, em Monção), ele como viticultor (não sei mais). Um casal, que tem agora um novo 'filho', este TerraVallis.

Gostaria de dar mais informação sobre as origens do vinho, mas apenas há o contrarrótulo: 2927 garrafas desta primeira edição, relativa a 2022. Produzido e engarrafado por TerraVallis Lda, Monção (sede em Barbeita, empresa criada em 2022). Qualquer pesquisa no Google devolve zero resultados, o que é incomum, atualmente.

Sobre o vinho: muito bom. O primeiro copo revelou madeira, mas curiosamente esse sabor foi desaparecendo, sinal do equilíbrio que o vinho demonstra. Aroma com fruta tropical, madurinha, e uma acidez final muito apetitosa, quase salina.

Relação preço-qualidade: não sei quanto custa o vinho, que estava à venda no Reserva 1386 por €30. Custará metade, provavelmente, o que é um preço excelente para quem tiver o privilégio de o encontrar à venda (mas trata-se de uma dedução da minha parte, porque, lá está, falta informação).  

Ano da produção: 2022
Data de compra/prova: julho 26
Local de compra/prova:
Preço de compra: oferta particular
Dificuldade de aquisição: que eu saiba, apenas no restaurante Reserva 1386, Barbeita, Monção
Produtor: TerraVallis lda.
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Antonina Barbosa
Acidez Total (g/L): ?
Açúcar Total: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "..."
Informação sobre o local das uvas: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 9º/10º
Acompanhou: talharim salteado com camarões (japonês)
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sexta-feira, 25 de julho de 2025

Súmius (2024): 7/10

Encontrei a primeira referência a este vinho na lista do restaurante Chiote Monte da Mina, provavelmente o restaurante de Monção com maior oferta de alvarinhos. Pedi e... não encontraram. Teria acabado? A arrumação na entrada pareceu-me um pouco confusa, mas provavelmente já não haveria.
Não descansei enquanto não encontrei e foi através do produtor que obtive uma resposta positiva (são 1000 garrafas, provavelmente não estará à venda em garrafeiras).

Súmius é uma nova marca, com origem em Monção, que começa com um caminho inovador: dar voz e vida às castas tintas da Sub-região que noutros tempos. A isso, juntaram um alvarinho de 2024.

Começo por dizer que este 2024 pede tempo, daqui a dois ou três anos estará certamente melhor. Mas nem sempre podemos esperar e, por isso, aqui vai: estamos perante um vinho de perfil acentuadamente mineral, sem frutas tropicais que caracterizam a maioria da oferta na subregião. 
Fugindo ao perfil 'médio', o produtor é o primeiro a saber que não vai enriquecer com este vinho.
Mas ele tem o seu espaço e por isso distingue-se.

Se a ligação com o prato principal (que não era fácil) não foi satisfatória, acabou por se revelar no final: a sua mineralidade, aliada à acidez e frescura, casou perfeitamente com figos secos e com uma meloa bem docinha.
Guardei um pouco para o almoço do dia seguinte e revelou-se mais aberto, no nariz e na boca.

Relação preço-qualidade: em termos absolutos €15 é caro; em termos relativos percebe-se.
Ano da produção: 2024
Data de compra: julho 25
Preço de compra: oferta do produtor (pvp pelo produtor €15)
Local de compra/prova: 
Data de consumo: julho 25
Produtor: Súmius
Localidade: Uvas de Barbeita, Monção
Enologia:  ?
Acidez Total : 6,6 g/l
Açúcares totais (g/L): <2 
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Desengace total da uva e fermentação a baixa temperatura durante 15 dias"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º/13º
Acompanhou (prato principal): Salada de  muxama de atum com laranja
Pode acompanhar, por exemplo: 
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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Portal do Fidalgo Reserva 25 anos (2015): 7/10

Ponto prévio:  este vinho foi bebido em três momentos diferentes, ao longo de 24 horas (devidamente arrolhado). E a última, quando já havia pouco, foi a melhor... Isto é relevante porque, já suspeitava e confirmei-o, este não é um vinho para beber após abrir a garrafa (nem sequer uma hora depois, como aconteceu na primeira prova).
Um Reserva muito elaborado e com bastante madeira (1 ano em cascos).
Um vinho exigente, que não vai bem com qualquer comida. Um peixe assado no forno ligou bem, por exemplo.
A minha opinião, finalmente: eu gosto de alvarinhos frutados e aromáticos e este Reserva 25 anos essencialmente não é isso nem quer ser. Não deixa de ser um vinho muito bom, mas, lá está, são gostos.
Análise ao preço: eu gostaria de ter pago menos, mas aceito que, sendo uma edição especial (1500 garrafas feito uma vez), possa atingir os 30 euros.
Ano da produção: 2015
Data de compra: abril 2019
Preço de compra: €31,50
Local de compra: Clube Gourmet El Corte Inglés Gaia
Data de consumo: abril 2019
Produtor: Provam
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: 6.2º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: pargo assado no forno
Pode acompanhar por exemplo: cabrito no forno;
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Começo por dizer que este é apenas o primeiro contributo para perceber se os Alvarinhos são realmente mais baratos do que os seus vizinhos d...

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