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quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Borges Estagiado em Barrica (2022): 6/10 [ATUAL.]

Como os leitores saberão, valorizo diversos elementos, além do apreciação intrínseca do vinho.

É o caso deste Borges.

Comecemos pelo preço.

A Sociedade dos Vinhos Borges recomenda um preço de venda ao público de €17,90, que é o preço na loja do distribuidor oficial, mas comprado na loja física custou €20,80. Não percebi.
ATUALIZAÇÂO a 10/1/25: a empresa contactou-me, de uma forma muito correta, e explicou-me que houve uma falha, no momento da compra e emissão da fatura, explicação que eu aceitei.
A origem das uvas: a garrafa não nos dá qualquer informação sobre a origem das uvas, apenas pela leitura da imprensa se fica a saber que vêm da Quinta do Ôro (Felgueiras). Quem compra um alvarinho de quase €20 euros, fora da região Monção e Melgaço, 'exige' mais informação.

Finalmente o vinho: o aroma tropical é intenso, mas depois 'morre' um pouco na boca, onde lhe falta intensidade. Percebe-se a madeira, que está equilibrada, mas também falta que a acidez seja um pouco mais prolongada.

Relação preço-qualidade: se o extraordinário Regueiro Barricas custa mais ou menos o mesmo, concluo que este vinho é caro.

Ano da produção: 2022
Data de compra: fevereiro 24
Preço de compra: €20,80
Local de compra: JMV (Rio Tinto)
Data de consumo: dezembro de 24
Produtor: Vinhos Borges
Localidade: Uvas de Felgueiras?
Enologia: ?
Acidez Total (g/l):  7 g ac.tart (2023)
Açúcar residual (g/l): ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "o mosto proveniente das uvas prensadas é arrefecido para 8-12 ºc de forma a decantar. Após decantação o mosto limpo é separado das borras e inicia-se a fermentação com controlo de temperatura (15-17 ºC). No final da fermentação o vinho estagia sobre as borras finas em barricas de carvalho francês durante 5 meses".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: bacalhau assado na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(459)

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Borges Estagiado em Borras Finas (2022): 6/10

Uma das mais recentes tendências é deixar o vinho estagiar com as borras (finas) durante alguns meses. O obejtivo é permitir que o vinho ganhe outros sabores que resultam desse contacto.

Até agora provei cinco vinhos com essa vinificação mas só um era verdadeiramente excelente. 

Este Borges está um furo abaixo dos restantes. Sendo um vinho agradável, não se percebe um ganho que resulte desse estágio, talvez por estar apenas 4 meses no processo. Um leve, com pouca estrutura.

Relação preço-qualidade: paguei €7,37 pela garrafa no distribuidor, o que é um preço incrível, mas na loja online do mesmo distribuidor está agora a €17,90, claramente inflacionado.

Ano da produção: 2022
Data de compra: fevereiro 24
Preço de compra:  €7,37 [na loja online está a €17,90] 
Local de compra: Armazém da JMV, Gondomar
Data de consumo: maio 24
Produtor: Vinhos Borges
Localidade: Monção e Melgaço
Enologia: ?
Acidez Total: 6,9 g Ac.Tart./l.
Açúcar: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "O mosto proveniente das uvas prensadas é arrefecido para 8-12 ºC de forma a decantar. Após decantação o mosto limpo é separado das borras e inicia-se a fermentação com controlo de temperatura (16-17 ºC). No final da fermentação o vinho estagia sobre as borras finas durante 4 meses."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: salmão grelhado
Pode acompanhar por exemplo:
(433)


domingo, 12 de novembro de 2023

Borges (2018) [2ª prova]: 6/10

Em novembro de 2020 comprei duas garrafas deste Borges 2018.

A primeira foi bebida em dezembro de 2020 e guardei a segunda para 'uns anos mais tarde.'

Foi bebida esta semana.

Ou seja, um vinho de 2018 foi provado cinco anos depois.

A primeira observação, que me parece a mais importante, é que tenho vindo a constatar que estes colheitas, com vários anos, não podem ser bebidos logo após a abertura.

Este foi mais um caso em que a primeira prova, menos de meia hora após a abertura, se revelou uma desilusão: vinho muito fechado, sem força e sem revelar a personalidade da casta.

Parei após o primeiro copo e guardei o restante para a refeição seguinte, 12 horas depois.

E, aí, o Borges já se revelou diferente: já apareceram os sabores secundários, a fruta madura, a revelar um bom envelhecimento.,

Talvez cinco anos tenha sido demais, sobretudo para um colheita sem sofisticação na vinificação, mas, ainda assim, valeu.

Ano da produção: 2018
Data de compra: novembro 2020
Local de compra: Jumbo, Maia
Preço de compra: €8,99
Data de consumo: novembro 2023
Produtor: Sociedade Vinhos Borges
Localidade: "Monção e Melgaço" [engarrafado em Felgueiras por Sociedade Vinhos Borges, Gondomar]
Enólogo:
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11-13º
Acompanhou: pargo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(22)

Borges 2016

Borges 2017

Borges 2018

sábado, 20 de novembro de 2021

Borges (2020): 7/10

Um vinho que mantém as características desde que foi provado pela primeira vez neste contexto: a fruta é de caroço, com um perfil cítrico, algo de figo, e um final muito agradável. Imbatível no aroma, menos expressivo no primeiro contacto em boca.

[volto a escrever sobre o mesmo assunto: este é um vinho que se apresenta como sendo de 'Monção e Melgaço', engarrafado em Felgueiras, por uma empresa de Gondomar. Sem problema. Mas qual é a origem das uvas? 'Monção e Melgaço' é um território demasiado vasto. O cliente tem direito a mais e melhor informação para poder decidir melhor]

Relação preço-qualidade: está um pouco mais caro mas aceita-se 

Ano da produção: 2020
Data de compra: novembro 2021
Local de compra: Auchan, Maia
Preço de compra: €9,49
Data de consumo: novembro 2020
Produtor: Sociedade Vinhos Borges
Localidade: "Monção e Melgaço" [engarrafado em Felgueiras por Sociedade Vinhos Borges, Gondomar]
Enólogo:
Acidez: 6,8º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: lulas estufadas
Pode acompanhar por exemplo:
(22)

Borges 2016

Borges 2017

Borges 2018

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Borges (2018): 7/10

 Mais uma prova ao Borges, que confirma que se trata de um bom alvarinho.

O vinho, de perfil ácido, remete-nos para fruta de caroço, embora autorize uma certa ideia de mineralidade.

[o que não se justifica é a falta de informação: este é um vinho da subregião, mas de onde? O cliente não tem direito a saber de onde vieram as uvas e até a quem foram compradas?) 

Ano da produção: 2018
Data de compra: novembro 2020
Local de compra: Jumbo, Maia
Preço de compra: €8,99
Data de consumo: dezembro 2020
Produtor: Sociedade Vinhos Borges
Localidade: "Monção e Melgaço" [engarrafado em Felgueiras por Sociedade Vinhos Borges, Gondomar]
Enólogo:
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: salmão fumado
Pode acompanhar por exemplo:
(22)

Borges 2016

Borges 2017

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Borges (2017): 7/10

As sensações minerais só mostram como a casta é multifacetada.
Há alguma fruta (mais cítrica, talvez maçã verde) e um bom final, num vinho equilibrado.
[falta informação sobre o local de produção das uvas; não basta dizer 'Monção e Melgaço'. Onde em concreto? A quem foram compradas? Os consumidores têm direito à informação]
Análise ao preço: bom.
Ano da produção: 2017
Data de compra: novembro 2019
Local de compra: Jumbo, Maia
Preço de compra: €8,99
Data de consumo: janeiro 2019
Produtor: Sociedade Vinhos Borges
Localidade: "Monção e Melgaço" [engarrafado em Felgueiras por Sociedade Vinhos Borges, Gondomar]
Enólogo:
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: linguados fritos com arroz de legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(22)

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Borges (2016): 7/10

Um vinho elegante. Não se pode dizer que seja intenso, mas fica até ao fim do copo. Cor, cheiro e sabor estão bem ligados. Para ser melhor só falta um pouco de exuberância e a tal intensidade. Corresponde às expetativas criadas pelo preço.
Ano da produção: 2016
Data de compra: Outubro 2017
Local de compra: Corte Inglês/Gaia
Preço de compra: €9,95
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: JMV, Gondomar
Localidade: uvas da sub-região, local não identificado
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
(22)

Pingo Doce Reserva (2019): 6/10

Em 2020, o Pingo Doce  abriu uma 'brecha' na sua relação com Anselmo Mendes e colocou no mercado o primeiro Reserva de Alvarinho, em...

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