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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Terrunho Notas Soltas (2025): 8/10

Faltava ao portfólio de José Domingues (vinhos Terrunho) um Alvarinho clássico, com privilégio à fruta, no nariz e na boca (notas tropicais, sem dúvida), em harmonia com uma acidez final bem vincada, que chega a ser salina.

Este Notas Soltas resolve o 'problema' e de maneira muito positiva. Um vinho francamente bom, por um preço muito acessível (mas com produção muito reduzida, talvez por ser o primeiro ano)

Relação preço-qualidade: boa.

Ano da produção: 2025
Data de compra/prova: julho 26
Local de compra/prova: Feira do Alvarinho de Monção
Preço de compra: oferta do produtor (pvp a rondar os €11)
Dificuldade de aquisição: difícil (via Facebook?)
Produtor: Terrunho / José Domingues
Localidade: Monção
Enólogo: José Domingues
Acidez Total (g/l ác. tartárico): 6,3
Açúcar : 3 g/L
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Vindima manual em caixa de 20 Kg, prensagem da uva, decantação e fermentação em inox com estágio de 5 meses sobre borras totais com battonage. Esteve 1 mês de estágio em garrafa antes e rotular e comercializar"
Informação sobre o local das uvas: Vale do Mouro
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 8º/9º
Acompanhou: arroz de camarão
(524)





terça-feira, 14 de julho de 2026

TerraVallis (2022): 8/10

 "TerraVallis (...) um sonho a dois, um projeto de família", diz o contrarrótulo desta absoluta novidade no mercado dos Alvarinhos.

Os dois são Antonina Barbosa e Nuno Torres, ela apresentada como enóloga (além disso, é a admnistradora e enóloga da Falua Vinhos, que, entre outras marcas, tem o Barão do Hospital, em Monção), ele como viticultor (não sei mais). Um casal, que tem agora um novo 'filho', este TerraVallis.

Gostaria de dar mais informação sobre as origens do vinho, mas apenas há o contrarrótulo: 2927 garrafas desta primeira edição, relativa a 2022. Produzido e engarrafado por TerraVallis Lda, Monção (sede em Barbeita, empresa criada em 2022). Qualquer pesquisa no Google devolve zero resultados, o que é incomum, atualmente.

Sobre o vinho: muito bom. O primeiro copo revelou madeira, mas curiosamente esse sabor foi desaparecendo, sinal do equilíbrio que o vinho demonstra. Aroma com fruta tropical, madurinha, e uma acidez final muito apetitosa, quase salina.

Relação preço-qualidade: não sei quanto custa o vinho, que estava à venda no Reserva 1386 por €30. Custará metade, provavelmente, o que é um preço excelente para quem tiver o privilégio de o encontrar à venda (mas trata-se de uma dedução da minha parte, porque, lá está, falta informação).  

Ano da produção: 2022
Data de compra/prova: julho 26
Local de compra/prova:
Preço de compra: oferta particular
Dificuldade de aquisição: que eu saiba, apenas no restaurante Reserva 1386, Barbeita, Monção
Produtor: TerraVallis lda.
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Antonina Barbosa
Acidez Total (g/L): ?
Açúcar Total: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "..."
Informação sobre o local das uvas: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 9º/10º
Acompanhou: talharim salteado com camarões (japonês)
(522)


quinta-feira, 9 de julho de 2026

Sumius Espumante Reserva Bruto Natural (2023): 7/10

Dos quase 40 produtores presentes na última Feira de Monção, pelo menos 30 tinham empumantes à venda. Isto significa que já existe oferta diversificada. Mas sabemos que os portugueses não estão habituados a espumantes monocasta (Murganheira, Vértice, Bairrada, etc) - os hábitos estão, de qualquer forma, a mudar e o mercado irá ajustar-se.

Vem isto a propósito do novo espumante lançado pela Sumius, um Reserva Bruto Natural (zero açúcar adicionado), que foge ao tradicional estereótipo do Alvarinho: a fruta sente-se mais no nariz do que na boca. Os 24 meses em estágio fizeram surgir notas terciárias (notei sobretudo frutos secos). Um vinho claramente para a refeição.

A bolha é elegante e a acidez final de média intensidade. O produtor informa que foram feitas 500 garrafas, sinal da necessidade de perceber o que mercado pretende.

Relação preço-qualidade: os €16 propostos pelo produtor são, grossomodo, o preço normal na subregião para um espumante com estas características


Ano da produção: 2023
Data de compra/prova: julho 26
Local de compra/prova: 
Preço de compra: oferta do produtor
Dificuldade de aquisição: bastante difícil (via site do produtor)
Produtor: Sumius
Localidade: Tangil, Monção
Enólogo: Patrícia Peixoto
Acidez Total (g/L): 6,5 g/l
Açúcar Total: 1,2 g/l
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "produzido a partir do método tradicional com estágio sobre borras prolongado. Vinhas em cordão Duplo com cepas com mais de 30 Anos. Desengace total da uva, prensagem suave das uvas para evitar demasiada extração. Fermentação a baixa temperatura durante 15 dias"
Informação sobre o local das uvas: Tangil, Monção
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º/10º
Acompanhou: Bolonhesa
(521)


segunda-feira, 22 de junho de 2026

Quinta de Sto. Amaro (2024): 7/10

No início de maio dei aqui conta do aparecimento, na Feira do Alvarinho de Melgaço, de um novo produtor, neste caso de Monção.

Apesar de veterano na viticultura, como produtor  de vinhos está a estrear-se com este 2024. Vinhas novas, que tiveram a primeira vindima precisamente nesse ano e que, acredito, ainda procuram o seu perfil definitivo.

Para já temos um vinho com menos fruta (talvez um pouco cítrico) e mais mineral. A acidez final é curta, principal elemento a corrigir. Não desilude, nem de perto nem de longe (bebe-se com prazer), mas também não é vinho para criar euforias.

Ano da produção: 2024
Data de compra: maio 26
Local de compra/prova: Festa do Alvarinho de Melgaço
Preço de compra:  (oferta do produtor)
Dificuldade de aquisição: muito difícil
Data de consumo: junho 2026
Produtor: Vitivimar
Localidade: Longos Vales, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez Total (g/L): ?
Açúcar Residual (g/L): ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: ""
Informação sobre o local das uvas: Longos Vales
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: filetes de pescada e arroz
(519)



quarta-feira, 13 de maio de 2026

Quinta de Alderiz (2018): 9/10

Para mim foi a grande surpresa da última Festa do Alvarinho de Melgaço.

Antecipando aquilo que - acredito - se tornará um hábito em dois ou três anos (*), a Quinta de Alderiz tinha à venda, além do colheita recente, o 2018 e 2012. O primeiro a um preço muito honesto (€12) e o segundo mais caro (€35), que tem a ver com a quantidade de garrafas disponíveis.

Comprei duas de 2018 e uma não demorou muito a ser aberta.

Claro que precisou de tempo, claro que se revelou melhor no fim do que no início, mas não só valeu bem o dinheiro, como (confesso) no dia seguinte fiz uma encomenda de mais!💚1️⃣8️⃣

À medida que a refeição avançava, o aroma foi abrindo e alguma doçura inicial deu lugar a um vinho com muita estrutura no final. Acidez top.

(* a primeira vez que vi um produtor trazer vinhos antigos para as feiras foi, em 2022, Terras de Conclave)

Ano da produção: 2018
Data de compra: maio 26
Preço de compra: €12
Local de compra: Festa do Alvarinho, Melgaço
Data de consumo: maio 26
Produtor: Casa do Pinheiro/Quinta de Alderiz
Localidade: Alderiz, Monção
Enólogo: João Garrido?
Acidez : ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: bochechas de porco
Pode acompanhar por exemplo:
(39)

quarta-feira, 4 de março de 2026

"Vinho Branco de Monção" ganha prémio em 1888 (Contributos para a história)

Após a publicação da cronologia dos primeiros vinhos Alvarinhos, Paulo Graça Ramos, da Casa de Paços, alertou-me para o facto de um vinho produzido numa das propriedades que pertencem hoje à sua família (a Quinta da Boavista, conhecida como Casa do Capitão Mor, em Mazedo, Monção, que remonta a 1300) ter vencido um prémio em Berlim em 1888. 

Não diz efetivamente alvarinho, mas, explica o produtor, "seria feito, pelo menos em parte, com esta casta".  A este propósito é de referir que, não obstante, estar já criada a “DOC Vinho Verde” em 1908, "alguns dos produtores de Monção, durante as duas décadas seguintes, ainda ostentavam nos seus rótulos a designação genérica de “Vinho Branco de Monção”", segundo Paulo Ramos.

Aliás, quando o mestre Amândio Galhano co-escreve, em 1944 o livro "Um vinho branco de Monção", acrescenta "Alvarinho" ao título.



terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Quinta da Porteleira (2022): 7/10

Quinta da Porteleira, em Monção, é uma das grandes propriedades de produção de Alvarinho (diversas parcelas em Badim). Pelos vistos nunca foi marca própria, mas sempre deu vinho (esteve ao cuidado do Solar de Serrade, mais recentemente a cargo Luis Vilaça/Alvaminho; a gerência fez entretanto uma acordo com Anselmo Mendes, que assume a partir de agora a enologia - esta informação foi corrigida e atualziada).

Pelo menos desde 2020 que para a Porteleira está previsto um hotel, que foi recentemente inaugurado: o primeiro cinco estrelas do Alto Minho, que se chama Vinea Collection Hotel e, sendo temático, está dedicado ao Alvarinho.

O hotel ainda não está a 100 por cento, mas o restaurante já funciona (muito boa cozinha, pareceu-me) e o primeiro vinho Quinta da Porteleira já é servido e vendido. O rótulo ainda é provisório e falta o contrarrótulo - qual o teor alcoólico, por exemplo?

Sobre o vinho: trata-se da colheita relativa a 2022, engarrafado após um ano em inox, com battonage. A falta de informação sobre o vinho (no site e no restaurante) é algo que será certamente corrigida em breve. 

Sendo um vinho que resulta leve e equilibrado, já com a fruta amadurecida (manga, por exemplo), bebe-se com prazer. Mas a maior surpresa estava no preço. €10 na loja (€15 no restaurante) parece-me um valor muito atrativo, tendo em conta que estamos num hotel de 5 estrelas, O vinho foi-se revelando ao longo da refeição: veio muito frio, retirou-se o frappé e foi ficando claramente melhor.

Ano da produção: 2022
Data de compra: 
Local de compra: Vinea Colection Hotel, Monção
Preço de compra: €10,00 em loja e €15 no restaurante (oferta)
Data de consumo: fevereiro 2026
Produtor: Vinea Colection Hotel
Localidade: Monção
Enólogo: Jose Rodrigues
Acidez Total (g/dm ): ?
Açúcares residuais: ?
Teor Alcoólico (%vol): ?
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentação em cuba de inox com battonage "
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º/11º
Acompanhou: polvo [lamento, mas não consigo descrever o prato, que estava excelente]
(503)


sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Vale dos Ares Curtimenta (2021): 7/10

Em 2001 Anselmo Mendes lançou o primeiro curtimenta de alvarinho em Portugal, mais um marco que Anselmo deixa na história do alvarinho e da subregião.

Mas este passo não foi seguido, nomeadamente em Monção e Melgaço, onde, até há pouco tempo, apenas existiam duas referências: Gema e Ag.Hora do Soalheiro, que nem se identifica como tal.

Conheço mais dois, mas fora da subregião, nomeadamente o Adega Belém Curtimenta (que recebeu 8/10, a melhor pontuação entre todos) e o 6000 AC, da Adega de Ponte da Barca, vendido a €50...

Esta escassez diz-nos que os produtores não gostam do resultado da técnica ancestral de contacto com as películas e o engaço (mais o estágio em barrica) e que existirá uma eventual rejeição por parte do público: a curtimenta acentua certos sabores do vinho, uma certa adstringência e a sua acidez final. E há muita gente que não gosta de vinhos com uma acidez final marcante.

Miguel Queimado, o mais consistente de todos os pequenos/médios produtores da subregião, lançou este ano o seu Vale dos Ares Curtimenta, relativo a 2021.

A curtimenta sente-se logo no aroma forte, que já não é fácil de identificar, mas é muito agradável. Fruta madura?

Como seria de esperar a curtimenta releva a adstringência e potencia a acidez final, dando lhe frescura/secura mas também intensidade, que se prolonga depois de bebido o vinho.

[A propósito, grande potencial de guarda].

Gostei, sem dúvida, porque gosto de vinhos com final seco e fresco, mas continuo sem perceber se o alvarinho e a curtimenta funcionam para o público em geral.

Relação preço-qualidade: €25 estão dentro do normal para um vinho de nicho ou até mesmo barato se tivermos em conta que é um vinho de 2021 lançado em 2025 - quantos produtores fazem isso? (Já agora, o preço 'respeita' os cerca de €30 do icónico vinho de Anselmo Mendes...).

Se o preço é razoavel e se gostei, porque não uma nota mais alta? É que, ao contrário da maior parte dos alvarinhos, um curtimenta não é para qualquer comida. Eu bebi-o a acompanhar filetes de pescada e não foi muito agradável - parece que o vinho acentuou demasiado o sabor do peixe e do filete. Ou seja, trata-se de um vinho exigente, que não vai com todas as comidas e que cria uma dificuldade a quem o consome (Miguel Queimado diz que acompanha bem comidas 'de Inverno', mais pesadas, com carne, suponho; irei experimentar).
Ano da produção: 2021
Data de compra: novembro 2025
Local de compra: no produtor
Preço de compra: oferta do produtor (pvp €25)
Data de consumo: dezembro 2025
Produtor: Vale dos Ares
Localidade: Monção
Enólogo: Mguel Queimado e Gabriela Albuquerque
Acidez Total (g/dm ) ?
Açúcares residuais: ?
Teor Alcoólico (%vol): 12º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentado integralmente com as películas, em contacto com oxigénio, até terminar. O vinho estagiou durante 24 meses em barricas de castanho e 12 meses em cubas de inox. Antes de ser lançado no mercado estagiou na garrafa durante 12 meses."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: filetes de pescada [péssima ligação, como já disse, que foi retificada parcialmente com figos secos na sobremesa]
(499)




quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Rebouça Grande Escolha (2010): 8/10

Gostaria de descrever como é que este Rebouça Grande Escolha 2010 apareceu em casa, mas não tomei qualquer nota e, honestamente, não me lembro: não sei se o comprei, se me ofereçaram... Relevante: é o segundo vinho de 2010 que provo.

O mais importante é que, mesmo tratando-se de um vinho pensado para envelhecer na garrafa, conseguiu estar (pelo menos) 15, transformando-se num vinho completamente diferente.

No caso em concreto, deveria mesmo escrever um vinho radicalmente diferente, já que perdeu todo o sentido dado pela casta (seja fruta, seja mineralidade, perdeu frescura, perdeu a intensidade da acidez) e tranformou-se num vinho que tenho dificuldades em descrever e que deixaria qualquer um confundido em prova cega.

Apenas digo que foi um vinho branco muito bom de se beber.

Eu sei que é utópico, mas deveria ser proibido beber alvarinhos (colheitas, sobretudo) nos primeiros 12 meses após o seu o lançamento. Até ia escrever 24 meses, mas pronto... Os melhores vinhos que tenho bebido nos últimos meses são alvarinhos que envelheceram pelo menos quatro ou cinco anos. E, estando o ano quase no fim, apenas bebi quatro vinhos de 2024.

Ano da produção: 2010
Data de compra: ?
Preço de compra: ?
Local de compra/prova: ?
Data de consumo: outubro 25
Produtor: Rebouça
Localidade: Monção
Enologia: Luis Euclides Rodrigues
Acidez Total : ?
Açúcares totais: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "A vindima é efetuada manualmente para caixas de aproximadamente 20 Kg. Chegadas á adega, são imediatamente desengaçadas, esmagadas, arrefecidas, inertizadas com dióxido de carbono na forma de gelo seco e maceram durante 24 horas. Após a decantação inicia-se a fermentação em cascos de carvalho americano e termina em inox a baixa temperatura, durante 2 meses" (2018)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou (prato principal): pescada assada no forno
Pode acompanhar, por exemplo:
(205)


Rebouça Grande Escolha 2018


sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Maria Bonita Nostalgia (2023): sem nota atribuída

 Inicialmente chamada Lua Cheia em Vinhas Velhas, a Saven é uma empresa portuguesa com produção de vinhos em várias regiões do país. 

Na zona dos Verdes, e a confirmar-se a informação na sua página oficial, produz cinco alvarinhos diferentes - que já provei.

Em tempos bebi um chamado Maria Bonita, mas agora esse Maria Bonita tem apelido, Nostalgia.

Comprei recentemente uma garrafa da colheita de 2023, mas logo, ao tirar a rolha, estranhei sinais de humidade à volta do gargalo.

Depois, ao provar, confirmei que algo não estaria bem - o vinho estava 'morto', sem expressão na casta e sem acidez. Entendi, assim, não atribuir pontuação, para evitar alguma injustiça, e esperar pela aquisição de uma nova garrafa.

Ano da produção: 2023
Data de compra: setembro 25
Preço de compra: €9,45 
Local de compra/prova: Portugal Vineyards
Data de consumo: setembro 25
Produtor: Saven
Localidade: "Vinhas antigas de Monção e Melgaço"; produzido e engarrafado em Monção
Enologia: Francisco Baptista
Acidez Total : ?
Açúcares totais: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: ""
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: sem pontuação
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou (prato principal): polvo no forno
Pode acompanhar, por exemplo:
(491)


quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Ipiranga (2022): 9/10

Excluindo os vinhos envelhecidos, este é o melhor alvarinho que bebi em 2025.

Não tenho dúvidas em afirmar que é um vinho extraordinário, no aroma (arrebatador), na boca (com um toque sublime de madeira e frutos secos, entre outros) e uma acidez tão equilibrada quando (in)tensa.

Tinha tudo para ser um nota 10.

Infelizmente, do meu ponto de vista, falha em algo imperdoável: a informação. No rótulo há informação a que só se acede com uma lupa (literalmente, a imagem abaixo mostra-o). Com o zoom do telemóvel percebi que foi engarrafado em Melgaço. Mas as uvas são de onde? Porque não é dada essa informação? 

Também não entendo que, sendo um vinho da subregião Monção e Melgaço, isso seja propositadamente ignorado.

Por teimosia, fui procurar o site, mas, em vez de ser simples e intuitivo, é complexo e não consegui aceder à ficha técnica, que imagino que exista.

Alguém que gasta €35 num vinho quer, com muita probabilidade, informação sobre o que está a beber. Eu quero. Isso é respeitar o consumidor.

Relação qualidade-preço: já bebi alvarinhos de €40 euros claramente inferiores a este.

Ano da produção: 2022
Data de compra: seetembro 25
Preço de compra: €35,55 (promoção: €28,95)
Local de compra/prova: Portugal Vineyards
Data de consumo: setembro 25
Produtor: António Braga Wines
Localidade: Uvas de Monção e engarrafado em Melgaço?
Enologia: António Braga
Acidez Total : ?
Açúcares totais: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentado em barricas de 500 Litros e com estágio em borras totais"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou (prato principal): bacalhau à Gomes de Sá
Pode acompanhar, por exemplo:
(490)




quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Terras de Conclave Reserva Bruto Natural (2022): 4/10

O pior deste 'trabalho' é quando surgem vinhos maus ou, vá lá, fracos. Não apenas porque tive de pagar por um vinho de que não gostei, mas também porque não é agradável deixar a critica publicamente.

Quando isso acontece, a generalidade da crítica especializada opta por não escrever, por 'respeito' aos produtores; eu escrevo, por respeito aos leitores.

Terras de Conclave Reserva Bruto Natural é um espumante demasiado ácido, com pouco aroma e sem frescura na boca. Há uma certa doçura na boca, que parece artificial.

Sendo 'produzido e engarrafado' pelo proprietário e enólogo do projeto Rebouça, que sabe fazer bons espumantes, resta a qualidade das uvas.

Relação qualidade-preço: se pensarmos que o excelente Regueiro Espumante Bruto custa cerca de €12, vemos como estes €15 [€18 online] são demasiado.

Ano da produção: 2022
Data de compra: abril 25
Preço de compra: €14,79
Local de compra/prova: Coca, Monção
Data de consumo: setembro 25
Produtor: Terras de Conclave (não consta do site)
Localidade: Monção
Enologia: Luís Euclides Rodrigues
Acidez Total : ?
Açúcares totais: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "a segunda fermentação ocorre em garrafa, seguida de um longo estágio mínimo de 24 meses antes do dégorgement"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou (prato principal): panados (carnes brancas) com arroz malandro
Pode acompanhar, por exemplo:
(489)


sexta-feira, 25 de julho de 2025

Súmius (2024): 7/10

Encontrei a primeira referência a este vinho na lista do restaurante Chiote Monte da Mina, provavelmente o restaurante de Monção com maior oferta de alvarinhos. Pedi e... não encontraram. Teria acabado? A arrumação na entrada pareceu-me um pouco confusa, mas provavelmente já não haveria.
Não descansei enquanto não encontrei e foi através do produtor que obtive uma resposta positiva (são 1000 garrafas, provavelmente não estará à venda em garrafeiras).

Súmius é uma nova marca, com origem em Monção, que começa com um caminho inovador: dar voz e vida às castas tintas da Sub-região que noutros tempos. A isso, juntaram um alvarinho de 2024.

Começo por dizer que este 2024 pede tempo, daqui a dois ou três anos estará certamente melhor. Mas nem sempre podemos esperar e, por isso, aqui vai: estamos perante um vinho de perfil acentuadamente mineral, sem frutas tropicais que caracterizam a maioria da oferta na subregião. 
Fugindo ao perfil 'médio', o produtor é o primeiro a saber que não vai enriquecer com este vinho.
Mas ele tem o seu espaço e por isso distingue-se.

Se a ligação com o prato principal (que não era fácil) não foi satisfatória, acabou por se revelar no final: a sua mineralidade, aliada à acidez e frescura, casou perfeitamente com figos secos e com uma meloa bem docinha.
Guardei um pouco para o almoço do dia seguinte e revelou-se mais aberto, no nariz e na boca.

Relação preço-qualidade: em termos absolutos €15 é caro; em termos relativos percebe-se.
Ano da produção: 2024
Data de compra: julho 25
Preço de compra: oferta do produtor (pvp pelo produtor €15)
Local de compra/prova: 
Data de consumo: julho 25
Produtor: Súmius
Localidade: Uvas de Barbeita, Monção
Enologia:  ?
Acidez Total : 6,6 g/l
Açúcares totais (g/L): <2 
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Desengace total da uva e fermentação a baixa temperatura durante 15 dias"
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º/13º
Acompanhou (prato principal): Salada de  muxama de atum com laranja
Pode acompanhar, por exemplo: 
(483)

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Rebouça Espumante Extra Bruto Super Reserva (2019): 8/10

Luís Euclides Rodrigues levou à Feira de Monção o seu novo espumante, um extra bruto com 38 meses de estágio (poderia porttanto ser um Grande Reserva), que fez o degorgement em janeiro deste ano.

O resultado impressiona, não apenas porque o alvarinho casa muito bem com os espumantes extra brutos (açúcar residual, inferior a 6 gramas por litro, o que potencia a acidez), como porque se sabe que essa vinificação vai evidenciar a complexidade dos sabores (mais brioche do que croissant). 

É o que se verifica com este Rebouça, com uma bolha muito fina, quase invisível, um pouco de madeira (discreta) e cítrico. Final longo e lento.

€20 é uma pechincha!


Ano da produção: 2019
Data de compra: 
Preço de compra: prova em feira (o produtor indica um pvp ridículo de €20! €17 na Feira]
Local de compra/prova: Feira do Alvarinho Monção
Data de consumo: julho 25
Produtor: Rebouça (não está atualizado)
Localidade: Monção
Enologia: Luís Euclides Rodrigues
Acidez Total (g/dm): ?
Açúcares totais (g/L): ?
Teor Alcoólico (%vol): ?
Método de vinificação, segundo o produtor: "."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou: 
Pode acompanhar, por exemplo: 
(481)



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terça-feira, 17 de junho de 2025

Anselmo Mendes A Torre (2019): 9/10

É certo que o Parcela Única é um alvarinho de referência, mas faltava a Anselmo Mendes um vinho topo de gama (Tempo, pelo preço, destaca-se, mas continuava a faltar alguma coisa).

Provam e QM já tinham arriscado no patamar dos €50, fazia sentido que outros produtores, como Anselmo, fizessem o mesmo.

E este ano Anselmo Mendes decidiu resolver esse 'problema', com o lançamento de A Torre (2019), uma seleção das melhores vinhas da Quinta da Torre, que comprou vai para 20 anos, em Monção.

Como seria de esperar, trata-se de um vinho sofisticado, sobretudo na boca, com forte mineralidade. No nariz percebe-se os cítricos característicos da casta, mas na boca são muitas camadas, perfeitamente harmonizadas com a madeira das barricas usadas, que está lá, mas discretamente.

O ponto alto é o final: além de longo, mostra uma acidez vibrante, que o torna fresco e meio salino.

Daqui a 10 anos terá nota 10!

Relação preço-qualidade: é um dos mais caros da subregião (produção pequena), mas também um dos mais distintivos. 

Ano da produção: 2019
Data de compra: abril 25
Preço de compra: oferta (online varia entre os €43 e os €53]
Local de compra/prova: Feira do Alvarinho Melgaço
Data de consumo: junho 25
Produtor: Anselmo Mendes (alguns meses depois ainda não consta do site da empresa)
Localidade: Monção
Enologia: Anselmo Mendes
Acidez Total (g/dm): ?
Açúcares totais (g/L): ?
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Fermentou em barricas usadas durante nove meses, com bâtonnge suave."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 12º/13º
Acompanhou: panados e arroz de le
Pode acompanhar, por exemplo: tudo, menos, talvez, carnes vermelhas mal passadas
(480)


sexta-feira, 13 de junho de 2025

Casa do Capitão-mor Unfiltered (2020): 8/10

 Trata-se de um vinho produzido com uvas da Quinta de Paços / Casa do Capitão-mor (Monção) e enologia de Henrique Cizeron e Paulo MG Ramos, que se destaca pelo facto de não ter sido filtrado.

O mais curioso é que, mesmo assim, o vinho não parece ter depósito, apresentando-se muito limpo no copo.

Vinho com uma acidez excelente e muito fresco, destaca-se também pela complexidade de sabores, que tanto vão do cheiro de charuto à madeira de carvalho, passando por amêndoa torrada.

Relação qualidade-preço: não consegui saber o preço, mas a produção não ultrapassa as 400 garrafas. Em 2020 foi o primeiro ano.

Ano da produção: 2020
Data de compra: junho 25
Preço de compra: oferta do produtor
Local de compra/prova: Essência do Vinho 2025
Data de consumo: junho 25
Produtor: Quinta de Paços /Casa do Capitão-mor
Localidade: Monção
Enologia: Henrique Cizeron e Paulo MG Ramos
Acidez Total (g/dm): 7,2
Açúcares totais (g/L): 2.0
Teor Alcoólico (%vol): 13,7º
Método de vinificação, segundo o produtor: "fim de fermentação e estágio em barricas de carvalho francês usadas, durante 15 meses com batonnage durante 8 meses, sem trasfegas e engarrafamento sem filtração. Sem estabilização tartárica. Sujeito a deposito. Estágio adicional em garrafa durante 28 meses. A produção das uvas está certificada como “Produção Integrada”."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou: 
Pode acompanhar por exemplo: 
(479)


segunda-feira, 24 de março de 2025

Casa de Rodas (2023): 7/10

Casa de Rodas é o primeiro vinho produzido pela parceria Mendes & Symington. A aposta foi jogar pelo seguro, com Anselmo Mendes a titular. Claro que se pode perguntar quantos vinhos, de uma mesma casta, um enólogo pode fazer sem que comece a repetir, mas por outro lado há a certeza de que sairá um vinho bom.

Não é contudo um vinho marcante ou diferenciador: na minha perspetiva, não se tornará uma referência entre os apreciadores de alvarinho, subsistindo todavia a certeza de que se a garrafa vier para a mesa estamos bem servidos.

Felizmente este segmento até aos €20 está cheio de boas opções, pelo que fica a curiosidade em saber qual será o próximo passo da Mendes & Symington.

Sobre o vinho: destaca-se o aroma, muito intenso e floral. Na boca, sendo um vinho bastante equilibrado, revela frutos secos, como figos. Boa acidez. O final, sem ser arrebatador, é interessante.

Relação preço-qualidade: já vi vários preços, entre os €16 e os €19 euros. Bom no primeiro caso, puxadote no segundo.

Ano da produção: 2023
Data de compra: fevereiro 2025
Preço de compra: oferta particular
Local de compra/prova: 
Data de consumo: março 25
Produtor: Mendes & Symington 
Localidade: Quinta de Rodas, Monção
Enologia: Anselmo Mendes
Acidez Total (g/l): 
Açúcar residual (g/l): ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Clarificação estática do mosto por frio a 12ºC durante 48h. Fermentação durante 3 semanas com temperaturas entre os 14ºC e os 22ºC. Estágio sobre borras finas durante 6 meses."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: Bacalhau à Gomes de Sá
Pode acompanhar por exemplo:
(470)


domingo, 9 de fevereiro de 2025

Graça da Pedra (2022): 8/10

Já aqui tinha dado conta do lançamento do primeiro alvarinho depois da compra da Quinta da Pedra, em Monção, pelo grupo Fladgate, o Graça da Pedra.

Tive oportunidade de o provar agora, com grande satisfação.

É um mais um colheita de qualidade, que respeita bem a essência da (sub)Região: aroma marcante, fruta (cítrica) e aquela acidez tradicional e longa, a um bom preço (pelo menos aquele que eu paguei... Isto porque é possível encontrar este vinho num intervalo de preços entre os €14 e os €12

Ano da produção: 2022
Data de compra: dezembro 24
Preço de compra: €11,45 (promoção; preço tabelado €14,45]
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: fevereiro 25
Produtor: Fladgate Wines
Localidade: Quinta da Pedra/Monção
Enologia: José Maria Machado/Márcia Gonçalves?
Acidez Total (g/l): 5,5 gr/lt (expressa Ac. Tartarico)
Açúcar residual (g/l): <1,5 gr/lt
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "Maceração pré-fermentativa levemente refrigerada. Pressão suave. Fermentação em aço inoxidável com temperatura controlada. Após 6 a 9 meses, o vinho é clarificado, filtrado e engarrafado para ser lançado no mercado.".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 12º [o produtor aconselha servir a uma temperatura de 6 a 8 Cº, o que me parece muito exagerado, sobretudo no Inverno].
Acompanhou: Arroz de lavagante
Pode acompanhar por exemplo:
(466)


segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Os Lenas (2023): 5/10

Élio Lara sentiu necessidade de colocar no mercado vinhos para concorrer com os mais baratos produzidos na (sub)Região: um alvarinho e um alvarinho e trajadura, a que deu o nome de Os Lenas, em homenagem ao seu avô, que tinha precisamente essa alcunha.

Mas a verdade é que em lado nenhum aparece o nome do enólogo/produtor, que, assim, quis diferenciar este vinho daqueles que tem sob a marca "By Élio Lara", alguns dos quais muito bons.

(por falar em falta de informação, estou a considerar que é vinho de 2023 pela informação da loja online onde o comprei, porque também não há essa informação).

Este Os Lenas será um dos mais baratos da (sub)Região, ao nível do Deu la Deu, por exemplo. Mas já são raros os alvarinho de Monção e Melgaço abaixo dos €8 - o que se percebe e aceita.

A qualidade neste caso é propocional: um vinho com poucos predicados, de perfil cítrico, mas sem estrutura nem acidez.

Ano da produção: 2023 (?)
Data de compra: dezembro 24
Preço de compra: €7,11
Local de compra: loja online VinhAlvarinho
Data de consumo: janeiro 25
Produtor:  I Am, Turismo e Produtos Regionais (Élio Lara)
Localidade: Merufe/Monção
Enologia: Élio Lara
Acidez Total (g/l): ?
Açúcar residual (g/l): ?
Teor Alcoólico (%vol): 12º
Método de vinificação, segundo o produtor: "...".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: Pargo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(465)


sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Quinta das Pereirinhas Grande Reserva (2020): 6/10

O produtor apresenta este Grande Reserva como "um vinho singular no mundo dos vinhos." Já se sabe que cada um diz o que quer nos rótulos e mesmo nas fichas técnicas, mas há algo de verdadeiro na frase: este vinho começa por ser um curtimenta (a cor mostra-o), que depois vai 18 meses para barricas de castanho.

Não me parece feliz o resultado. Parece-me que nem é uma coisa nem outra. Não tem a complexidade que se esperava nem se destaca pela sua acidez.

Bebe-se sem sacríficio, mas um Grande Reserva, com este preço, tem de oferecer mais. Haverá o 2021?

[Uma nota que não é, infelizmente, particular a este vinho: a quem interessam os lacres de cera ou sinteticos que cada vez mais aparecem nas garrafas? Ao consumidor? São difíceis de retirar]

Relação preço-qualidade: caro.

Ano da produção: 2020
Data de compra: dezembro 24
Preço de compra: €20,61
Local de compra: loja online VinhAlvarinho
Data de consumo: janeiro 25
Produtor: Quinta das Pereirinhas
Localidade: Troviscoso/Monção
Enologia: João Pereira
Acidez Total (g/l): ?
Açúcar residual (g/l): ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "uvas provenientes de uma única parcela, onde maceraram e fermentaram com a pelicula em regime de curtimenta total, finalizando com um estágio longo com batonage em Toneis Velhos de Castanho, que foram recuperados e restaurados e que são utilizados pela nossa família há mais de 80 anos na elaboração deste vinho de uma forma tradicional".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: Bacalhau à Gomes de Sá
Pode acompanhar por exemplo:
(464)


Uma vindima farta. Até demais (II)

 Atualização das informações divulgadas a 6/9/26 . 1) "A Adega de Monção recebeu este ano cerca de 1 0 milhões de quilos [10 mil tonela...

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