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sábado, 18 de outubro de 2025

Castelo de Moinhos (2024) 6/10

Já aqui tinha dado conta de que a Provam subsituiu a Adega de Monção na produção do Castelo de Moinhos, a marca branca do Mercadona. Faltava provar.

Acabei de abrir uma garrafa da colheita mais recente e a primeira nota é que valeu a pena a troca, o vinho está mais completo, tem aroma, tem acidez, tem também um pouco de fruta a mais e de açucar. 

Por €3,80 é impossível pedir mais e melhor. Ou seja, do meu ponto de vista é um privilégio, que temos em Portugal, podermos beber vinhos a este preço. Ainda por cima, o vinho custa exatamente o mesmo que custava em 2019!

(Outra coisa completamente diferente é se isso valoriza a subregião ou os seus produtores, até porque não sei - alguém sabe? - qual é o peso que a grande distribuição tem na faturação final dos quatro produtores que engarrafam para supermercados; só o Soalheiro não o faz).


Ano da produção: 2024
Data de compra: outubro 25
Local de compra: Mercadona, Vila do Conde
Preço de compra: €3,80
Data de consumo: outubro 25
Produtor: [Engarrafado por Provam]
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º (é recomendado 13º]
Acompanhou: caldeirada de sardinha
Pode acompanhar por exemplo:
(211)

Castelo de Moinhos 2018

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Portas de Monção Reserva Barrica (2023): 7/10

 Há quase 20 anos existia um vinho, produzido pela PROVAM, chamado Portas de Monção.

A marca continuou no portefólio, mas adormecida. Até que a empresa MCunha decidiu relançá-la, em duas versões, este Reserva Barrica e um colheita.

Relativamente ao Reserva Barrica, foi aberto uma hora antes, mas revelou-se muito fechado, demasiado tenso, a esconder a pluralidade da casta. Desconfiei. Guardei devidamente a garrafa e no dia seguinte voltei a bebê-lo. Revelou-se bastante diferente. Abriu, soltou-se, mostrou a madeira, mostrou a fruta (tropical).

Relação qualidade-preço: muito boa.
Ano da produção: 2023
Data de compra: setembro 25
Preço de compra: €12,05 
Local de compra/prova: Portugal Vineyards
Data de consumo: outubro 25
Produtor: Provam (distribuido por MCunha Vinhos]
Localidade: Monção
Enologia: Èlio Lara
Acidez Total : ?
Açúcares totais: ?
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "fermentado e estagiado em barricas de carvalho Francês que expressa as características mais genuínas da casta, numa envolvência equilibrada com a madeira."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º {segundo copo servido 15 horas depois]
Acompanhou (prato principal): caldeirada de peixe
Pode acompanhar, por exemplo:
(493)




terça-feira, 5 de agosto de 2025

Provam substitui Adega de Monção no Mercadona

É, certamente, um dos negócios do ano: a Provam passou a produzir e engarrafar a marca branca de alvarinho (e não só, também, alvarinho e trajadura e ainda um verde tinto) que a Mercadona vende em Portugal.

O Castelo de Moinhos era produzido antes pela Adega de Monção.



domingo, 6 de julho de 2025

Vinha Antiga (2001): 10/10

A  maior sensação da Feira do Alvarinho de Monção, que hoje termina, é um vinho que custa €150. Pelo preço? Inevitavelmente. Penso não estar errado se disser que é o vinho mais caro até hoje numa feira de alvarinhos em Portugal.

Não é, contudo, o alvarinho mais caro aqui produzido, pelo que o que sobressai é o facto de se tratar de um colheita (o vinho mais 'banal', portanto) de 2001, o Vinha Antiga, da Provam.

A Provam 'descobriu' que tinha em cave umas 120 garrafas e, em boa hora, decidiu 'partilhá-las' com quem as puder provar/comprar.

Fui um desses privilegiados e só posso dizer que fiquei encantado.

Claro que, como diz um reputado enólogo da subregião, não há bons vinhos velhos, há boas garrafas de vinhos velhos. Porque, com facilidade, o líquido pode não estar em condições. Muito mais, tratando-se de um colheita. Será diferente com um velha reserva, por exemplo.
Já tinha provado o 2007 e tinha ficado fascinado. O 2001 pode até nem estar tão 'afinado' como o 2007, mas é incrível como um vinho, que não é pensado para tal, pode durar 24 anos e estar ainda melhor! Continuava fresco, com muitas camadas de sabores e um travo de madeira, muito agradável. O final é incrível e ficou largos minutos na boca. O mais curioso? Em prova cega, e só pelo nariz, talvez não adivinhasse que era alvarinho, tal a revolução que ali aconteceu. Na boca, depois, não engana.
Ano da produção: 2001
Data de compra/prova: julho 2025
Preço de compra: €150 euros 
Local de compra: Feira do Alvarinho de Monção 2025
Data de consumo: Julho 25
Produtor: Provam
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: ?
Acidez Total: (g/l):
Açúcares (g/l):
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação: "." (produtor)
Aberto quanto tempo antes: 
Quantidade de garrafas consumidas: um fundinho...
Pontuação: 10/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(27) 

terça-feira, 6 de maio de 2025

Exemplar (2020): 9/10

Exemplar é o último alvarinho que Abel Codesso produziu para a Provam e é também o seu melhor vinho nestes anos de gestão da empresa de Monção.

Exemplar ficará, assim, como uma imagem de marca, que Élio Lara tem de saber continuar.

É vinho só de uma parcela, com fermentação integral em madeira, uma parte teve contacto pelicular.

O aroma de alvarinho é profundo e rico, com destaque para a fruta. Mas é na boca que revela a sua complexidade e riqueza. Um vinho cremoso, quase meloso, em que a madeira não assume protagonismo mas enriquece. No fim, a tradicional acidez, muito bem integrada e prolongada.

Relação preço-qualidade: nem sequer é o vinho mais caro da Provam; €30 é um bom preço. E não é por serem menos de 2000 garrafas que tem de custar €50 ou €60...
Ano da produção: 2020
Data de compra: abril 25
Preço de compra: prova na Feira de Melgaço 2025 (€29,90 online)
Local de compra/prova: Feira do Alvarinho 2025, Melgaço
Data de consumo: abril 25
Produtor: Provam
Localidade: Monção
Enologia: Abel Codesso
Acidez Total (g/dm): 
Açúcar residual (g/L): 
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "."
Quantidade de garrafas consumidas: 
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(475)


sexta-feira, 25 de abril de 2025

Élio Lara substitui Abel Codesso na Provam

É a notícia do mês. Abel Codesso vai sair da Provam e para o seu lugar entra Élio Lara, que, em simultâneo, vai manter a sua própria marca.
Oficialmente saber-se-á do novo emprego de Abel Codesso daqui a duas semanas, mas será uma bomba...

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Côto de Mamoelas Assemblage Espumante Super Reserva (2019): 9/10

São muitos os que dizem que Abel Codesso é o melhor enólogo de espumantes de alvarinho e este novo Assemblage confirma-o.
Trata-se de um espumante com 36 meses de estágio (super reserva) mas que resulta da mistura (assemblage) de três colheitas diferentes. Para efeitos de registo na Comissão, ficou o 2019.
O resultado é um vinho muito sofisticado, com muitos recursos no nariz e na boca - por isso também difícil de descrever nas suas características.
Apesar da nota atribuída ser idêntica, este Assemblage não está exatamente ao mesmo nível do Grande Reserva, mas em contrapartida tem um preço muito mais em conta [no Saudáveis e Companhia, de Monção, vi recentemente uma garrafa deste Grande Reserva 2015, esgotadíssimo, a €60!]
A relação preço-qualidade é por isso excelente.
Ano da produção: 2019
Data de compra: dezembro 23
Preço de compra: €24,90
Local de compra: Garrafeira Onwine
Data de consumo: dezembro 2023
Produtor: Provam [a informação não consta do site]
Localidade: Monção
Enologia: Abel Codessso
Acidez Total (g/l): -6.5
Açúcar (g/l)  < 0,6
Teor Alcoólico (%vol): 13º
Método de vinificação, segundo o produtor: "As uvas previamente selecionadas são cuidadosamente transportadas e prensadas inteiras para obtenção de um mosto de grande qualidade(...). O mosto é clarificado a 12º C durante 48 horas e fermentado a temperatura controlada durante 12-15 dias. Segue-se um período de estágio sobre borras finas de 5 meses. Posteriormente, procede-se ao engarrafamento, fermentação (método clássico) e estágio mínimo de 36 meses, findo o qual se realiza a “remouage” e o “degorgement”".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 10º/11º
Acompanhou: robalo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(414)



segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Repartido (2018): 8/10

O mais certo é o leitor nunca ter ouvido falar deste alvarinho produzido na subregião, do qual foram engarrafadas menos de 2000 unidades, com enologia de Abel Codesso.

Trata-se de um projeto novo (primeira edição), promovido por dois jovens, que encontraram em Codesso o mestre que precisavam para os orientar.

Mas o mais interessante é o tipo de vinho: em Espanha há alguma tradição de vinhos 'solera' (como os xerez) mas em Portugal não. É o primeiro alvarinho feito em Portugal desta forma, estou certo.

'Solera' ou soleira porque as barricas com os vinhos mais antigos ficam em baixo, junto ao solo e as mais recentes em cima. E nessas barricas vão sendo adicionados vinhos mais recentes.

Ou seja, não é um vinho em que a mistura de lotes de diferentes anos se faz ao mesmo tempo (quando se decide criar o vinho, como o Jurássico, por exemplo) mas ao longo de vários anos.

A técnica é original entre nós, mas o resultado não o é menos: estamos perante o primeiro alvarinho de perfil salino, traço que se percebe no aroma e sobretudo na boca. É salivante! O final vai casar na perfeição com a acidez e prolonga-se até querermos mais um pouco.

[uma nota menos positiva: os produtores não fornecem qualquer informação sobre o vinho; quem o comprar fica cheio de dúvidas...; a nota atribuída também reflete essa preocupação]

Relação preço-qualidade: perfeitamente ajustado, face à forma como é desenhado.


Ano da produção: 2018
Data de compra: janeiro 2023
Preço de compra: €22,55
Local de compra: Garrafeira Garage Wines
Data de consumo: janeiro 23
Produtor: Repartido Wines (engarrafado na Provam)
Localidade: Monção e Melgaço
Enólogo: Abel Codesso
Acidez Total: ?
Açúcares residuais (g): ?
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Aberto quanto tempo antes: 30 minutos antes
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 11º (mas apenas se revelou plenamente a 14º)
Acompanhou: arroz de marisco
Pode acompanhar por exemplo: ligou muito bem com doces, por exemplo figos secos;
(370)




sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Pedra Antiga (2021): 5/10

Volto ao vinho mais barato da Provam, que basicamente se encontra apenas em supermercados [não consta do site da empresa].

Este 2021 revelou-se demasiado cítrico (ou demasiado ácido) para o meu gosto.

O aroma não engana, é atraente.

Relação preço-qualidade: em absoluto, é um vinho barato; já em termos relativos/comparativos, é fundamental dizer que há melhores com menor preço.


Ano da produção: 2021
Data de compra: setembro 22
Preço de compra: €5,99
Local de compra: Auchan, Maia
Data de consumo: setembro 2022
Produtor: Provam
Localidade: Monção
Enólogo: ?
Acidez Total (g/dm3): 
Açúcar (g/dm3): 
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: linguadinhos fritos
Pode acompanhar por exemplo:
(14)

sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Côto de Mamoelas Espumante Grande Reserva (2015): 9/10

Nota prévia: este espumante não consta do site da Provam, que pelos vistos não é atualizado há algum tempo. Nota curiosa: há o Coto de Mamoelas bruto clássico e, pelos vistos, há o Côto de Mamoelas Super Reserva, que desconheço, e também não está no site. Vai para a lista.

Sobre este Grande Reserva 2015 digo isto: se a lista dos cinco melhores alvarinhos tivesse sido feita agora, este estaria lá.

É, simplesmente, o melhor espumante de alvarinho que alguma vez bebi! Uma bolha incrivelmente elegante mas intensa, múltiplos sabores secundários (resultantes dos cerca de 60 meses de estágio - figo? rebuçado? canela?), mas sem nunca perder a matriz do alvarinho. Final longo com aquela acidrez cortante que os grandes alvarinhos têm.

[e é mais um grande vinho de Abel Codesso!]

Relação preço-qualidade: Puro prazer por 30 euros (há mais caros no mercado)

Ano da produção: 2015
Data de compra: Abril 22
Preço de compra: €30 [pvp€38?]
Local de compra: Feira Alvarinho Melgaço 22
Data de consumo: setembro 2022
Produtor: Provam
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez Total (g/l ): 6,6
Açúcar (g/l): -4,2
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: ?9º
Acompanhou: arroz malandro de polvo, na companhia de Amândio Rodrigues (restaurante Amândio, Caminha)
Pode acompanhar por exemplo: qualquer peixe, qualquer marisco, desde que confecionado
(354)


domingo, 28 de agosto de 2022

Poejo d'Algures (2020): 6/10

[texto atualizado]

Esta é uma marca exclusiva da loja Néctar das Avenidas em Lisboa, sendo produzido pela Provam. No rótulo é identificado como Vinho Verde, sem referência à subregião.

De acordo com a informação prestada, foi lançado pela primeira vez em 2020, com lote de vários anos (colheitas de 2016, 2017 e 2018), metade com curtimenta completa, e barrica de 400 litros.

E foi precisamente este 2020 que pude provar.

À cor, amarelo carregado (não é à toa que lhe chamam 'orange wines'), e ao aroma, com boa fruta de alvarinho, não correspondeu a prova em boca. Senti falta de vivacidade, como se o vinho estivesse adormecido, resultado certamente da técnica de curtimenta. Há acidez final, mas no 'meio' parece faltar alguma coisa...

(por curiosidade: ao procurar outras referências sobre est vinho, encontrei esta: "perfil barroco" - o que é que significa?)

Relação preço-qualidade: caro
Ano da produção: 2020
Data de compra: Janeiro 22 
Preço de compra: €19
Local de compra: Néctar das Avenidas, Lisboa
Data de consumo: agosto 2022
Produtor: Provam para Néctar das Avenidas
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: filetes de salmão grelhado 
Pode acompanhar por exemplo: 
(352)



quarta-feira, 13 de julho de 2022

Irequieto (2017): 7/10

Ao apresentar um pvp de €65 euros, este alvarinho distingue-se desde logo preço (na linha do Tempo, de Anselmo Mendes, ou do Jurássico, de Paulo Rodrigues). É um vinho que junta diversos vinhos, com diferentes vinificações, todos de 2017 e que assinala os 50 anos de mestre Codesso.

Um vinho de que foram feitas 1450 garrafas, umas das quais Abel Codesso abriu, na última Feira do Alvarinho de Monção, para um grupo de amigos do projeto Senhor Alvarinho. O nosso penhorado agradecimento.

Em termos gerais: pareceu-me um vinho surpreendente, sobretudo pelo que sucede no final, uma vez que não tem aquela acidez prolongada a que estamos habituados no alvarinho da subregião. Ficam a bailar outros sabores.

Na boca é um vinho untuoso, que deixa múltiplas sensações (fruta mas não só, mel, frutos secos, alguma madeira), que provavelmente não deveria ter sido bebido naquele contexto (calor abrasador, sem qualquer contexto gastronómico), mas que nunca engana a matriz do alvarinho - a começar pelo aroma.

Foi provavelmente o mais vinho com complexo/difícil que bebi. 
Será melhor (a)guardar ou beber já?

Relação preço-qualidade: correndo o sério risco de parecer mal agradecido, coisa que não me passa passa pela cabeça, admito que o valor comercial esteja inflacionado.
Ano da produção: 2017
Data de compra:
Local de compra: Feira Alvarinho 22, Monção
Preço de compra: pvp €65 (oferecido pelo enólogo)
Data de consumo: julho 2022
Produtor: Provam [não consta do site]
Localidade: Mazedo, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º-13º
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(346)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Provam (2018): 4/10

No essencial, mantém-se o que foi escrito para o Provam 2017: um vinho da gama baixa, com 'pouco' alvarinho, mas que se bebe sem sacríficio.

O pior é o preço, francamente elevado quando comparado com a concorrência mais imediata  (a começar no Bando Verdilhão que a mesma Provam faz para o Auchan).

Ano da produção: 2018
Data de compra: novembro 2020
Preço de compra: €7,90
Local de compra: Pingo Doce, Póvoa de Varzim
Data de consumo: dezembro 2020
Produtor: Provam (mas continua a não constar do site...)
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Abel Codesso?
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: arroz de marisco.
Pode acompanhar por exemplo:
(127)

Provam 2017

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Bando Verdilhão (2019): 7/10

 O Auchan acaba de lançar uma nova gama de vinhos de marca própria (Bando) e em boa hora incluiu este alvarinho feito na Provam, sob o comando de Abel Codesso.

Depois do Pingo Doce Reserva, que subiu claramente o patamar, este Verdilhão ainda dá mais um passo. É um 7 quase 8 e digo-o com convicção: estamos perante o melhor alvarinho de supermercado: muito fresco, intenso, a deixar o alvarinho sobressair, com uma bela acidez.

(Há um outro Verdilhão, das Caves Campelo, à venda - no mesmo Auchan, curiosamente - e não sei até que ponto não dará confusão)

Análise ao preço: muito bom!

Ano da produção: 2019
Data de compra: Outubro 20
Preço de compra: €5,99
Local de compra: Auchan, Maia
Data de consumo: outubro 2020
Produtor: PROVAM (para o Auchan)
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez total:
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: bacalhau no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(266)



segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Côto de Mamoelas Bruto Reserva (2016): 3/10

Um dos convivas, à mesa, queixou-se que o gás lhe tinha bloqueado o nariz!
Pode haver quem goste de espumantes deste tipo (só assim se explica que seja dos espumantes de alvarinho mais vendidos em Portugal), mas decididamente não é o meu caso.
Uma bolha agressiva, que se junta a uma acidez penetrante.
Análise ao preço: há espumantes muito melhores a preços mais baixos
Ano da produção: 2016
Data de compra: novembro 2019
Local de compra: Continente
Preço de compra: €12,50
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: PROVAM
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: 7,3ºº (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: robalos do mar na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(77)

domingo, 9 de junho de 2019

Pedra Antiga (2018): 6/10

É o alvarinho do Jumbo/Auchan, o que significa que compete na gama dos alvarinhos de supermercado e nesse capítulo é um dos melhores. Coincidência ou não, está acima dos 5 euros, o que não o diminui, pelo contrário.
Um alvarinho muito aromático, mas levezinho na boca.
Alguma tropicalidade, mas 'discreta'.
Análise ao preço: bom.
Ano da produção: 2018
Data de compra: maio 2019
Preço de compra: €5,99
Local de compra: Jumbo, Maia
Data de consumo: junho 2019
Produtor: "Engarrafado por Provam"/Auchan
Localidade: Sub região Monção e Melgaço
Enólogo:
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: robalos assados na brasa
Pode acompanhar por exemplo: polvo ou bacalhau à lagareiro
(14)

Pedra Antiga (2016): 6/10

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Vinha Antiga Escolha (2017): 6/10 [média atualizada: 6/10]

Tinha bebido o de 2015 e as impressões gerais não mudaram significativamente.
Sei que é um vinho premiado, mas a mim infelizmente não me impressiona: o estágio em barricas de carvalho francês parece não representar um ganho (no fundo, não é um alvarinho jovem e floral nem um alvarinho amadurecido).
Não é um mau vinho, longe disso, mas não encontro razões para tanto entusiasmo. Acho-o leve demais.
Ano da produção: 2017
Data de compra: abril 2019
Preço de compra: €10,00
Local de compra: Feira do Fumeiro e Alvarinho de Melgaço 19
Data de consumo: maio 2019
Produtor: Provam
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: 5.3º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: bacalhau frito com arroz
Pode acompanhar por exemplo:
(27)

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Provam (2017): 4/10

Acredito que chegará o dia em que os principais produtores, em defesa do valor do alvarinho, deixarão de produzir vinhos de gama baixa.
Este Provam (difícil de encontrar) não é um vinho mau, mas está longe de ser um vinho bom. E de poder dignificar a casta.
Um aroma interessante não faz um bom vinho.
Como se percebe nem todas as uvas são iguais e talvez estas pudessem ser melhor aproveitadas para juntar a trajadura ou loureiro.
Análise ao preço: elevado.
Ano da produção: 2017
Data de compra: março 2019
Preço de compra: €7,90
Local de compra: Pingo Doce, Póvoa de Varzim
Data de consumo: abril 2019
Produtor: Provam (mas não consta do site...)
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo:
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: linguados do mar grelhados com legumes.
Pode acompanhar por exemplo:
(127 [substituiu um vinho que, por erro, foi classificado mas não era penas alvarinho])

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Portal do Fidalgo Reserva 25 anos (2015): 7/10

Ponto prévio:  este vinho foi bebido em três momentos diferentes, ao longo de 24 horas (devidamente arrolhado). E a última, quando já havia pouco, foi a melhor... Isto é relevante porque, já suspeitava e confirmei-o, este não é um vinho para beber após abrir a garrafa (nem sequer uma hora depois, como aconteceu na primeira prova).
Um Reserva muito elaborado e com bastante madeira (1 ano em cascos).
Um vinho exigente, que não vai bem com qualquer comida. Um peixe assado no forno ligou bem, por exemplo.
A minha opinião, finalmente: eu gosto de alvarinhos frutados e aromáticos e este Reserva 25 anos essencialmente não é isso nem quer ser. Não deixa de ser um vinho muito bom, mas, lá está, são gostos.
Análise ao preço: eu gostaria de ter pago menos, mas aceito que, sendo uma edição especial (1500 garrafas feito uma vez), possa atingir os 30 euros.
Ano da produção: 2015
Data de compra: abril 2019
Preço de compra: €31,50
Local de compra: Clube Gourmet El Corte Inglés Gaia
Data de consumo: abril 2019
Produtor: Provam
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: 6.2º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: pargo assado no forno
Pode acompanhar por exemplo: cabrito no forno;
(187)

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Castas de Monção Espumante Reserva (2015): 5/10 (CORRIGIDO)

Só percebi mais tarde que este Espumante é produzido a partir dos mostos lágrima das castas Alvarinho e Trajadura.
Vai, portanto, ser desclassificado deste guia.
Juro que nada tenho contra os espumantes da Provam, mas a verdade é que este Castas de Monção, tal como o Côto de Mamoelas, parece-me ter excesso de gás e de acidez e 'pouco' alvarinho.
A grande diferença é que no nariz este Castas de Monção até se revela interessante e o final, já com a boca seca, deixa uma sensação agradável.
(apresenta-se como Reserva mas não vejo mais-valia)
Ano da produção: 2015
Data de compra: setembro 2018
Local de compra: Jumbo online
Preço de compra: €7,99
Data de consumo: setembro 2018
Produtor: Provam
Localidade: Monção
Enólogo:
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: linguadinhos fritos com arroz e salada;
Pode acompanhar por exemplo: ?

Alvarinhos mais baratos do que os albariños - 18%-24% menos

Começo por dizer que este é apenas o primeiro contributo para perceber se os Alvarinhos são realmente mais baratos do que os seus vizinhos d...

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