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sábado, 10 de setembro de 2022

By Élio Lara 50º Aniversário (2021): 7/10

 Para assinalar os 50º anos do Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe, Élio Lara fez esta edição especial, que esteve à venda na última Feira do Alvarinho de Monção.

É um vinho menos ambicioso do que os que dele conhecemos, mas não deixa de ser um vinho agradável, com um perfil mais citrico. Um vinho mais direto, com boa acidez, sem madeira.

[não há informaçõe sobre o processo de vinificação]

Relação preço-qualidade: boa

Ano da produção: 2021
Data de compra: julho 22
Preço de compra: €10
Local de compra: Feira Alvarinho Monção 2022
Data de consumo: setembto 2022
Produtor: Élio Lara
Localidade: Monção
Enólogo: Élio Lara
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: salada de bacalhau
Pode acompanhar por exemplo:
(353)


sexta-feira, 22 de julho de 2022

Solar de Serrade Colheita Tardia (2015): 7/10

Mais um esforço para diversificar a oferta da uva alvarinho, mostrando que ela se adapta a quase tudo. E já há vários produtores a oferecer esta gama.

No caso do Solar de Serrade, provámos o 2015 (apenas 500 garrafas) na Feira do Alvarinho de Monção e pudemos destacar dois pontos: um final tão delicioso quanto prolongado, mas uma certa adstringência na entrada.

Bom aroma.
Relação preço-qualidade: estamos perante uma garrafa de 0,5l, a um preço que se situa algures entre o imbatível Rascunho e o QM, claramente o mais caro.
Ano da produção: 2015
Data de compra:
Local de compra: Feira Alvarinho 22, Monção
Preço de compra: pvp €35 (provado no produtor)
Data de consumo: julho 2022
Produtor: Solar de Serrade
Localidade: Mazedo, Monção
Enólogo: José Domingues
Acidez: 6.0
Açúcar: 66,7 g/l
Teor alcoólico: 14% Vol
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(347)


quarta-feira, 13 de julho de 2022

Irequieto (2017): 7/10

Ao apresentar um pvp de €65 euros, este alvarinho distingue-se desde logo preço (na linha do Tempo, de Anselmo Mendes, ou do Jurássico, de Paulo Rodrigues). É um vinho que junta diversos vinhos, com diferentes vinificações, todos de 2017 e que assinala os 50 anos de mestre Codesso.

Um vinho de que foram feitas 1450 garrafas, umas das quais Abel Codesso abriu, na última Feira do Alvarinho de Monção, para um grupo de amigos do projeto Senhor Alvarinho. O nosso penhorado agradecimento.

Em termos gerais: pareceu-me um vinho surpreendente, sobretudo pelo que sucede no final, uma vez que não tem aquela acidez prolongada a que estamos habituados no alvarinho da subregião. Ficam a bailar outros sabores.

Na boca é um vinho untuoso, que deixa múltiplas sensações (fruta mas não só, mel, frutos secos, alguma madeira), que provavelmente não deveria ter sido bebido naquele contexto (calor abrasador, sem qualquer contexto gastronómico), mas que nunca engana a matriz do alvarinho - a começar pelo aroma.

Foi provavelmente o mais vinho com complexo/difícil que bebi. 
Será melhor (a)guardar ou beber já?

Relação preço-qualidade: correndo o sério risco de parecer mal agradecido, coisa que não me passa passa pela cabeça, admito que o valor comercial esteja inflacionado.
Ano da produção: 2017
Data de compra:
Local de compra: Feira Alvarinho 22, Monção
Preço de compra: pvp €65 (oferecido pelo enólogo)
Data de consumo: julho 2022
Produtor: Provam [não consta do site]
Localidade: Mazedo, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º-13º
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(346)

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Rascunho Colheita Tardia (2015): uma prova muito especial

Quase 350 alvarinhos depois, o Rascunho Colheita Tardia (na sua versão doce) continua a ser o melhor que provei.

Trata-se de um vinho absolutamente singular (10 pontos em 10!) e pelos vistos irrepetível - não há outra edição igual, o que foi feito em 2017 é bastante diferente, como já se percebeu.

Foi com este ponto de partida que desafiamos Abel Codesso a explicar-nos o vinho, provando-o connosco na última Feira de Monção (o vinho está esgotado, levámos uma das últimas garrafas...).

Super-acessível, mestre Codesso contou finalmente a história deste Rascunho: no ano em questão não choveu (pelo menos) de agosto até novembro, razão pela qual as uvas puderam ficar realmente passas, mas sem apodrecerem (no sentido de cheirarem mal).
Com uma matéria prima desta qualidade, tratou-se de as levar para a adega e fazer o vinho que este grupo teve oportunidade de admirar, uns pela primeira vez, outros em repetição.
Curiosamente, no ano seguinte, a chuva de outubro precipitou a apanha das uvas e o resultado saiu igualmente fantástico mas bastante diferente. Curiosamente, Abel Codesso confessou ao grupo que prefere a edição seco/dry...
Um agradecimento especial do projeto Senhor Alvarinho a um dos mestres do alvarinho em Portugal: pela sua simpatia, disponibilidade e colaboração com a ideia.
Haveremos de fazer mais

Uma vindima farta. Até demais (II)

 Atualização das informações divulgadas a 6/9/26 . 1) "A Adega de Monção recebeu este ano cerca de 1 0 milhões de quilos [10 mil tonela...

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