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sexta-feira, 9 de maio de 2025

Quinta da Lixa Escolha (2024): 3/10

 Não há muito a dizer deste Quinta da Lixa Escolha: há uma aroma tropical muito intenso, na boca a fruta continua forte mas não há 'casamento' com a acidez, que está bem presente. Parece artificial.

(em 2019 bebi o 2017 e escrevi que no rótulo havia referência a vinho de Monção e Melgaço; isso agora desapareceu).

Relação preço-qualidade: há alvarinhos melhores e mais baratos.

Ano da produção: 2024
Data de compra: abril 25
Preço de compra: €7,49
Local de compra/prova: Continente, Norte Shopping
Data de consumo: maio 25
Produtor: Quinta da Lixa
Localidade: Lixa, Amarante. VV DOC
Enologia: ?
Acidez fixa (g/L): 5,7º
Açúcar residual (g/L): 3.0 g/l 
Teor Alcoólico (%vol): 13,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "."
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: bacalhau à Gomes de Sá
Pode acompanhar por exemplo:
(159)



terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Adega do Mato Colheita Selecionada (2022): 3/10

A explicação para a pontuação tão baixa é simples: este é um vinho doce!

Tão doce que em certos momentos deixa de ser agradável bebê-lo.

Com uvas produzidas em Ribeira de Pena (concelho conhecido pelos bons vinhos azal ou arinto), mesmo no limite da zona dos vinhos verdes, é imposível que elas deem origem a um vinho tão doce. 

É o primeiro alvarinho que bebo com origem neste concelho.

Relação preço-qualidade: ninguém dirá que €7,5 é caro, mas todos sabemos que há vinhos (muito) melhores a 5 ou 6 euros.

Ano da produção: 2022
Data de compra: maio24
Preço de compra: €7,5
Local de compra: Wine & Blues Festival Viana do Castelo
Data de consumo: janeiro 25
Produtor: Vítor Magalhães
Localidade: Ribeira de Pena
Enologia: Winelords
Acidez Total (g/l): ?
Açúcar residual (g/l): ?
Teor Alcoólico (%vol): 13,5º
Método de vinificação, segundo o produtor: "...".
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: filetes de pescada
Pode acompanhar por exemplo:
(463)


segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Contemporal (2021): 3/10

Guardei esta garrafa do alvarinho de marca branca do Continente, que comprei em 2022, até agora. A ideia era testar até que ponto um vinho de menos de 4 euros aguentaria dois ou três anos em garrafa.

Não aguentou e já foi sacrifício bebê-lo. Deveria ter sido bebido no ano de lançamento ou no seguinte, no máximo

Por isso, é importante dizê-lo: a culpa é minha e não do vinho. (quando bebi o 2016 e 2018 atribuí sempre notas positivas)

Em 2025 vou continuar a fazer experiências

Ano da produção: 2021
Data de compra: outubro 2022
Local de compra: Continente, Vila do Conde
Preço de compra: €3,79
Data de consumo: dezembro 2022
Produtor: Continente /"Engarrafado por Quintas de Melgaço"
Localidade: Melgaço
Acidez:
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: (ou iria acompanhar...) bacalhau assado
Pode acompanhar por exemplo:
(8)

Contemporal 2016

Contemporal 2018

quarta-feira, 17 de maio de 2023

Encostas do Mouro Grande Escolha Maria de Fátima (2022): 3/10

Não vou escrever que este é o pior alvarinho que alguma vez bebi, produzido na subregião, mas é certamente o pior dos últimos anos.

Explicação: trata-se de um vinho excessivamente doce (na minha opinião, claro), quase enjoativo.

Imagino que os produtores pensem no estereótipo do gosto feminino e não sou eu que vou contrariar isso, desejando até que tenham muito sucesso, como desejo a todos, mas algo está a mais (ou a menos...).

Relação preço-qualidade: irrelevante neste contexto.

Ano da produção: 2022
Data de compra: abril 2023
Preço de compra: €7
Local de compra: Feira do Alvarinho de Melgaço
Data de consumo: maio 23
Produtor: Encostas do Mouro
Localidade: Podame, Monção
Enólogo: José Vilarinho
Acidez Total: ?
Açucares: ?
Teor Alcoólico (%vol): 12,5º
Aberto quanto tempo antes: 30 minutos
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: lulas estufadas
Pode acompanhar por exemplo:
(386)


quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Anégia (2017): 3/10

O mais relevante neste alvarinho é que após o primeiro contacto na boca, o paladar extingue-se demasiadamente rápido. É, pois, um alvarinho fugaz.
Não sendo propriamente frutado, a sua mineralidade causa de imediato uma impressão positiva, mas depois fica apenas a acidez, ainda que - por sorte -  não excessiva.

(mais um vinho em que falta informação: onde são produzidas as uvas? Como se pode ver abaixo, a informação existente é confusa)

Análise ao preço: por este preço é possível encontrar bem melhor, a começar pela subregião.

Ano da produção: 2017
Data de compra: julho 2020
Preço de compra: €10,07 (com desconto)
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: setembro 2020
Produtor: Caves Velhas? [engarrafado por Enoport, embora não conste do site!] Vinho Verde
Localidade: [Anégia é um nome antigo para as terras do Vale do Sousa, zona de Penafiel]  Rio Maior
Enólogo: ?
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: mistura de peixes grelhados com legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(261)



quarta-feira, 22 de julho de 2020

Via Latina (2018): 3/10

Presente em vários hipermercados, este deve ser um alvarinho com muita procura, deduzo.
Para mim é um alvarinho profundamente desinteressante, muito ácido e em que a fruta escasseia.
Mas se tem tanta procura é porque há quem goste de alvarinhos assim. Respeito.
Análise ao preço: normal para a média de alvarinhos fora da subregião.
[nota suplementar: "A Vercoope é uma união de Cooperativas Vitivinícolas da Região dos Vinhos Verdes: Amarante, Braga, Guimarães, Famalicão, Felgueiras, Paredes e Vale de Cambra". Ou seja, as uvas deste vinho vieram de onde? Vale de Cambra? Amarante? De vários sítios? Um consumidor mais exigente tem direito a essa informação]
Ano da produção: 2018
Data de compra: Junho 2020
Preço de compra: €7,35
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: julho 2020
Produtor: Vercoope Agrela, Santo Tirso
Localidade de origem das uvas: nd
Enólogo: João Paulo Gaspar
Acidez total: 4,5º-7º (?)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: salmonetes grelhados
Pode acompanhar por exemplo:
(9)

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Almares (2018): 3/10

A fraca pontuação parece indicar que se trata de um mau vinho.
Não é verdade.
Acontece que esta é uma página de e sobre alvarinhos e este Almares não sabe nem cheira a alvarinho.
(por alguma razão o produtor não faz qualquer referência à casta, muito provavelmente porque também pretendeu/percebeu que o resultado é muito diferente de qualquer coisa que se conheça nesta casta).
Um vinho verde que até se bebe com algum prazer, mas um verdadeiro quebra-cabeças para quem se puser a adivinhar o que lá está dentro.
Há cada vez mais vinhos que, a partir do alvarinho, evoluem para resultados muito diferentes, mas neste caso há uma perda completa da identidade, inclusivamente - e é o que me espanta mais - no aroma.
(foram bebidas duas garrafas, separadas por dois meses, e os resultados foram idênticos).
Análise ao preço:como vinho verde, é um preço interessante.
Ano da produção: 2018
Data de compra: junho 2020 [segunda garrafa]
Preço de compra: €6,50
Local de compra: Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Data de consumo: julho 2020
Produtor: Caves da Cerca  [não consta do portfolio do site]
Localidade: Amarante
Enólogo:
Acidez total:
Quantidade de garrafas consumidas: 1+1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: arroz de pato
Pode acompanhar por exemplo:
(253)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Sem Reservas (2018): 3/10

É o vinho alvarinho mais barato do mercado.
A informação não é irrelevante mas não valoriza este vinho.
Na verdade pouco ou nada tem de alvarinho.
Limão? Há excesso de acidez.
Atenção: não é o pior vinho do mundo, nem de perto nem de longe; poderá apenas ser um dos piores alvarinhos...
Análise ao preço: tudo dito!
Ano da produção: 2018
Data de compra: Janeiro 2020
Preço de compra: €2,99
Local de compra: Lidl da Areosa (Porto)
Data de consumo: fevereiro 2020
Produtor: Casa Santos Lima [mas não consta do site...]
Localidade: Alenquer (Vinho Regional Lisboa)
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas:
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: pataniscas de bacalhau
Pode acompanhar por exemplo:
(237)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Côto de Mamoelas Bruto Reserva (2016): 3/10

Um dos convivas, à mesa, queixou-se que o gás lhe tinha bloqueado o nariz!
Pode haver quem goste de espumantes deste tipo (só assim se explica que seja dos espumantes de alvarinho mais vendidos em Portugal), mas decididamente não é o meu caso.
Uma bolha agressiva, que se junta a uma acidez penetrante.
Análise ao preço: há espumantes muito melhores a preços mais baixos
Ano da produção: 2016
Data de compra: novembro 2019
Local de compra: Continente
Preço de compra: €12,50
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: PROVAM
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso
Acidez: 7,3ºº (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: robalos do mar na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(77)

sábado, 7 de setembro de 2019

Momento Ousado (2014): 3/10 [média atualizada 3,5]

Dois anos depois voltei ao primeiro vinho bebido no âmbito deste projeto e fiquei ainda mais desiludido.
Momento Ousado é um vinho de que Anselmo Mendes não se deve orgulhar. Pelo menos este 2014, que continua a ser vendido, apesar de estar disponível pelo menos o 2017 (não encontrei).
O problema não é só 'saber' pouco a alvarinho - é não ter aroma. Este é um dos raros alvarinhos da subregião sem cheiro à fruta identitária da casta.
(como conjunto não é um vinho mau, só não é um alvarinho em modos...)
Outra questão: como é que um produtor tão prestigiado como Anselmo Mendes, autor de alvarinhos tão bons como o recente Private, está associado a vinhos tão desinteressantes???)
Análise ao preço: muito caro!
Ano da produção: 2014
Data de compra: abril 2019
Local de compra: Corte Ingles, gaia
Preço de compra: €8,95
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Anselmo Mendes (para ser distribuído pela empresa Garcias)
Localidade: Melgaço
Enólogo: Anselmo Mendes
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: robalos na brasa com legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(1)

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Castelo de Moinhos (2018): 3/10

A marca branca da Mercadona, engarrafada a partir de uvas da Cooperativa de Monção.
Um vinho fraco, em que apenas o aroma se destaca.
Demasiado ácido.
(há necessidade de fazer na sub região alvarinhos assim?)
Análise ao preço: mais barato é difícil, mas há melhores a menos de 4 euros.

Ano da produção: 2018
Data de compra: julho 2019
Local de compra: Mercadona, Gaia
Preço de compra: €3,80
Data de consumo: agosto 2019
Produtor: [Engarrafado por Adega Cooperativa de Monção]
Localidade: Momção
Enólogo: ?
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: carapaus na brasa com legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(211)

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Miradouro do Castelo (2018): 3/10

Muito fraco.
Um alvarinho que pouco sabe a... alvarinho.
A colheita é a mais recente, a rolha estava ótima - o que pode ter acontecido?
Sinceramente, espero poder voltar a provar este vinho, para ter uma certeza mais definitiva.
Pela garrafa bebida no restaurante com o mesmo nome, a desilusão foi enorme - é que estamos a falar de um vinho produzido em Paderne, Melgaço!
(independentemente de  - com todo o gosto - vir a rectificar esta apreciação, alguma moderação no texto do contrarrótulo ficava bem: "um vinho de elevadíssima qualidade, é ideal para acompanhar qualquer tipo de comida em qualquer altura do ano")

Ano da produção: 2018
Data de compra: agosto 2019
Local de compra: Restaurante Miradouro do Castelo, Castro Laboreiro
Preço de compra: €9
Data de consumo: agosto 2019
Produtor: Leonardo Arsénio Dias
Localidade: Paderne, Melgaço
Enólogo: ?
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou: costela de borrego na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(210)

terça-feira, 2 de abril de 2019

Giroflé (2013): 3/10

Primeira nota: este vinho não aguentou tantos anos em garrafa e tornou-se desinteressante. Azar de quem o tem em stock e, neste caso, de quem o bebeu;
Segunda: pelos vistos o alvarinho Giroflé deixou de ser produzido.
Sobre o vinho em concreto: perdeu claramente qualidades, perdeu essência, perdeu o interesse.
Análise ao preço: neste contexto, o preço é irrelevante.
Ano da produção: 2013
Data de compra: março 2019
Preço de compra: €14,80
Local de compra: Restaurante Caneiro, Arco de Baúlhe
Data de consumo: março 2019
Produtor: FAP Wines
Localidade: Monção e Melgaço
Enólogo: Rui Madeira?
Acidez: nd
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: ?
Acompanhou: polvo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(182)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Rebouça (2016): 3/10 [média atualizada: 3/10]

Recentemente falei aqui do pior alvarinho que alguma vez bebi, produzido na subregião.
E não o fiz de ânimo leve.
Tanto que pouco mais de um mês depois comprei outra garrafa para nova prova (agora de 2016).
E no essencial nada se altera.
Notei menos acidez, o que é bom, mas este é um alvarinho que não sabe a alvarinho (não tem boca, não fica nada no fim...).
Tirando algum aroma no nariz, leve mas agradável, é um vinho bastante desinteressante. E, pensando que vem de Monção, uma desilusão confirmada.
Análise ao preço: nada a dizer.

Ano da produção: 2016
Data de compra: dezembro 2018
Preço de compra: €5,95
Local de compra: El Corte Inglés, Gaia
Data de consumo: dezembro 2018
Produtor: Luis Euclides Rodrigues
Localidade: Troporiz, Monção
Enólogo: ?
Acidez: 6,4º (relativo a 2015)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: risotto de cogumelos com crepes de vegetais
Pode acompanhar por exemplo:
(145)

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Singellus (2016): 3/10

Anselmo Mendes é o mais experimentalista dos enólogos que fazem alvarinho em Portugal e a história desta casta tem, pelo menos e desde já, uma página reservada para o que de bom AM trouxe à plasticidade do vinho.
Mas nem todas as experiências de Anselmo Mendes correm bem - ou, melhor dizendo, nem todas merecem o mesmo aplauso.
Esta ligação a Belmiro de Azevedo, no Marco de Canavezes, resulta num vinho com excesso de acidez, que chega a provocar tremuras quando se bebe. É verdade que tem belos aromas (frutas) no nariz, mas como que desaparecem na boca e quase só fica adstringência.
Análise ao preço: exagerado.
Ano da produção: 2016
Data de compra: outubro 2018
Preço de compra: € 9,90
Local de compra: Garrafeira Manuel Santos, Porto
Data de consumo: outubro 2018
Produtor: Realejo Sociedade Imobiliaria SA,
Localidade: Marco de Canavezes
Enólogo: Anselmo Mendes
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: robalo do mar assado no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(139)

sábado, 7 de abril de 2018

Côto de Mamoelas Bruto (2014): 3/10

Excesso de gás e demasiado ácido! [tem a ver com a data de produção?]
É tudo mau?
Faço uma ressalva: acredito que haja quem goste deste tipo de espumantes. E, para esses, este vinho não será desinteressante: a casta evoluiu para um produto muito característico e único (também no sabor).
Eu não gostei.
Ano da produção: 2014
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Loja de turismo de Monção
Preço de compra: €12,00
Data de consumo: abril 2017
Produtor: Provam
Localidade: Monção
Enólogo: Abel Codesso
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a:10º
Acompanhou: bacalhau (bem demolhado) assado no forno
(77)

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Portal do Minho (2016): 3/10

Este Portal do Minho tem dois problemas: o gás e a falta de intensidade. Não começa mal nas primeiras impressões, mas tudo se perde após um primeiro contacto.
Dentro do competitivo leque de alvarinhos a menos de 4 euros há bem melhor.
Ano da produção: 2016
Data de compra: novembro 2018
Local de compra: Lidl
Preço de compra: €3,99
Data de consumo: janeiro 2018
Produtor: Quintas de Melgaço
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo:
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação:35/10
Primeiro copo servido a: 21º
Acompanhou: conservas de sardinha
(48)

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Cortes de Cima (2016): 3/10

O que tem a subregião que lhe permite fazer alvarinhos de tanta qualidade? Pelo menos, o granito e a água em abundância (o Minho ali tão perto).
Dito isto, fazer um alvarinho ao sol do Alentejo parece absurdo.
Mas alguns produtores estão a experimentar.
Um deles é Cortes de Cima, numa vinha em Vila Nova de Milfontes (a 3 kms do mar).
Bebi e não gostei.
Não 'é' alvarinho nem outra coisa qualquer.
(Fazer alvarinhos o Alentejo pode não ser absurdo, mas o preço deste é!)


Ano da produção: 2016 
Data de compra: dezembro 2017
Local de compra: Supermercado Corte Inglês
Preço de compra: €11,90
Data de consumo: janeiro 2018
Produtor: Cortes de Cima
Localidade: Vila Nova de Milfontes
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: bacalhau no forno com batatas fritas
(41)

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Deu-la-deu/Reserva (2016?): 3/10

Ácido.
Desconfortável.
Reserva?
Ano da produção: 2016 ? (não encontrei referência na garrafa)
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Minimercado Central de Monção
Preço de compra: €9,49
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Adega de Monção
Localidade: Monção
Enólogo:?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Servido a: 12º
Acompanhou:bacalhau assado na brasa
(38)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Pouco Comum (2016): 3/10

A Quinta da Lixa faz jus à 'fama' dos verdes ácidos da região...
O Pouco Comum não é tão bravo como o outro alvarinho que produzem, mas continua a ser um vinho desequilibrado pela acidez.
Ganha em ser servido mais nos 12 do que nos 10 graus.

Ano da produção: 2016
Data de compra: setembro 2017
Local de compra: Continente
Preço de compra: €4,69
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Quinta da Lixa
Localidade: ?
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
(35)

Alvarinhos mais baratos do que os albariños - 18%-24% menos

Começo por dizer que este é apenas o primeiro contributo para perceber se os Alvarinhos são realmente mais baratos do que os seus vizinhos d...

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