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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Quinta de Alderiz (2018): 9/10

Para mim foi a grande surpresa da última Festa do Alvarinho de Melgaço.

Antecipando aquilo que - acredito - se tornará um hábito em dois ou três anos (*), a Quinta de Alderiz tinha à venda, além do colheita recente, o 2018 e 2012. O primeiro a um preço muito honesto (€12) e o segundo mais caro (€35), que tem a ver com a quantidade de garrafas disponíveis.

Comprei duas de 2018 e uma não demorou muito a ser aberta.

Claro que precisou de tempo, claro que se revelou melhor no fim do que no início, mas não só valeu bem o dinheiro, como (confesso) no dia seguinte fiz uma encomenda de mais!💚1️⃣8️⃣

À medida que a refeição avançava, o aroma foi abrindo e alguma doçura inicial deu lugar a um vinho com muita estrutura no final. Acidez top.

(* a primeira vez que vi um produtor trazer vinhos antigos para as feiras foi, em 2022, Terras de Conclave)

Ano da produção: 2018
Data de compra: maio 26
Preço de compra: €12
Local de compra: Festa do Alvarinho, Melgaço
Data de consumo: maio 26
Produtor: Casa do Pinheiro/Quinta de Alderiz
Localidade: Alderiz, Monção
Enólogo: João Garrido?
Acidez : ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: bochechas de porco
Pode acompanhar por exemplo:
(39)

sábado, 2 de maio de 2026

Quinta Sto. Amaro, um novo produtor

Uma parte considerável das videiras de Monção e Melgaço foi plantada e tratada por Paulo Pires. Toda a vida plantou e tratou das vinhas dos outros, sendo os seus serviços muito requisitados. Até que a ideia de ter as suas próprias uvas começou a surgir. Sabendo que a Quinta Sto. Amaro (uma propriedade com adega e 6,6 hectares, em Longos Vales, Monção) estava livre, a família decidiu alugá-la e iniciar um novo projeto. 

Fizeram a vindima de 2024 e engarrafaram, mas pouco mais do que para consumo interno, e a seguir a de 2025, contando a colaboração de Abel Codesso na enologia. 

Agora chegou o momento de mostrar a produção, através da montra que é a Festa do Alvarinho de Melgaço. São a grande novidade deste ano. Quem sabe se, na edição de 2027, já mostrarão também o novo espumante.

Sobre o vinho falarei em breve, mas quando se junta um dos melhopres treinadores (Codesso) a um dos melhores jogadores (Pires), só podemos esperar boas 'exibições'...




quarta-feira, 29 de abril de 2026

O que esperar da Feira do Alvarinho de Melgaço

Amanhã, sábado e domingo, a Feira do Alvarinho muda-se, pela primeira vez, para a zona do complexo desportivo, junto ao Hotel Monte Prado. É a principal novidade

Estarão presentes os principais produtores do concelho, com exceção de Terras de Real. Ainda há ecos do que se passou na Feira de Monção, a que se juntam (disse-me Anabela Sousa) questões pessoais/saúde. Mas se fosse à Feira iria manter a decisão de cobrar pelas provas, garantiu-me. Em contrapartida, teremos o regresso da Casa do Cerdedo e a estreia de Martingus.

Se os de Melgaço estarão em peso, de Monção há, como quase sempre, diversas falhas, a começar pela Adega Coopeartiva (que tem muitos cooperantes de Melgaço), passando pela Quinta de Santiago, Vale dos Ares, Solar de Serrade, Cortinha Velha, Gema ou Casa do Capitão-mor.  Haverá, em contrapartida, um novo produtor, com sede em Monção, que apresentarei dentro de dias.

Lá estarei para contar como foi.





Uma vindima farta. Até demais (II)

 Atualização das informações divulgadas a 6/9/26 . 1) "A Adega de Monção recebeu este ano cerca de 1 0 milhões de quilos [10 mil tonela...

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