domingo, 31 de dezembro de 2017

Anselmo Mendes Parcela Única (2016): 7/10 (*)

Anselmo Mendes criou, com este Parcela Única, um vinho novo. Diferente. A meio caminho entre o alvarinho, claro, e um bom reserva branco do Douro, é difícil dizer que ainda é um... alvarinho (o que só mostra as potencialidades da casta).
Não é um alvarinho comum e por isso torna-se muito difícil compará-lo com (quase todos os) outros que já bebi.
É como se precisasse de uma nova categoria para o encaixar...
A nota que atribuí reflete, é certo, alguma desilusão (que tem a ver com o preço), à mistura com o 'inexplicável'. Mas também a dificuldade de pontuar. É um vinho difícil (por exemplo, de combinar à mesa).
Já li que é um vinho a roçar a perfeição. Talvez o tenha bebido cedo demais. Ou talvez não esteja preparado para ele!
Ano da produção: 2016 
Data de compra: dezembro 2017
Local de compra: Pingo Doce
Preço de compra: €29,50
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Anselmo Mendes
Localidade: Melgaço
Enólogo: Anselmo Mendes
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10 (*não é, por tudo o que escrevi, um vinho que recomende aos amigos para comprar)
Servido a: 12º
Acompanhou: perdiz estufada.
(40)

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Quinta de Alderiz (2016): 7/10

Um típico alvarinho da subregião.
Típico até na forma como muitas vezes é servido pelos restaurantes minhotos.
Chegou frio, e com manga!, mas à medida que se ambientiu melhorou consideravelmente.
O frio inicial pareceu potenciar a acidez, mas estabilizou bem e tornou-se muito agradável na boca.
Ano da produção: 2016
Data de compra:
Local de compra: Restaurante Mariana, Afife
Preço de compra: €16,00
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Sociedade Agrícola da Casa Pinheiro, Lda
Localidade: Pias, Monção
Enólogo:João Garrido
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Servido a: ? (provavelmente abaixo dos 89
Acompanhou: parrilhada de peixe
(39)

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Deu-la-deu/Reserva (2016?): 3/10

Ácido.
Desconfortável.
Reserva?
Ano da produção: 2016 ? (não encontrei referência na garrafa)
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Minimercado Central de Monção
Preço de compra: €9,49
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Adega de Monção
Localidade: Monção
Enólogo:?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
Servido a: 12º
Acompanhou:bacalhau assado na brasa
(38)

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Solar de Serrade (2016): 6/10

Um bom alvarinho, sem deslumbrar.
Não tem uma entrada marcante, mas estagia muito bem na boca.
Equilibrado q.b.
Ano da produção: 2016
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Minimercado Central de Monção
Preço de compra: €6,39
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: SAVAM  Sociedade Agrícola de Vinho Alvarinho de Monção
Localidade: Mazedo, Monção
Enólogo:?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Servido a: 10º
Acompanhou:arroz de berbigão
(37)

sábado, 23 de dezembro de 2017

Encosta dos Castelos (2016): 5/10

Há uma dose de frustração quando um alvarinho da subregião não passa da mediania.
É o que acontece com este Encosta dos Castelos, pouco audaz no nariz e a não conseguir equilibrar bem a acidez. É isso mesmo, um vinho mediano, que não consegue surpreender ou criar curiosidade para uma segunda prova. Sem ser um mau vinho, longe disso.

Ano da produção: 2016
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Minimercado Central de Monção
Preço de compra: €5,69
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Manuel Rodrigues de Oliveira
Localidade: Penso, Melgaço
Enólogo: Manuel Rodrigues de Oliveira
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Servido a: 12º
Acompanhou: arroz de polvo com filetes do mesmo.
(36)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Pouco Comum (2016): 3/10

A Quinta da Lixa faz jus à 'fama' dos verdes ácidos da região...
O Pouco Comum não é tão bravo como o outro alvarinho que produzem, mas continua a ser um vinho desequilibrado pela acidez.
Ganha em ser servido mais nos 12 do que nos 10 graus.

Ano da produção: 2016
Data de compra: setembro 2017
Local de compra: Continente
Preço de compra: €4,69
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Quinta da Lixa
Localidade: ?
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
(35)

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Quinta de Gomariz (2016): 8/10

Na maior parte das vezes bebe-se um alvarinho de fora da subregião e pensa-se se vale realmente a pena.
Até que aparecem revelações como este Quinta de Gomariz, feito na subregião... do Ave.
Que força! Que paladar!
Grande entrada e grande saída.
Um alvarinho pleno de prazer.

Ano da produção: 2016
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Continente
Preço de compra: €7,29
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Quinta de Gomariz
Localidade: Santo Tirso
Enólogo: António Sousa
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
(34)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

"Mesmo Boa" (cerveja artesanal de alvarinho)

É simples: uma excelente cerveja, em que não encontrei o perfume do alvarinho!
Em prova-cega nunca lá chegaria!
"(...) é fermentada a partir de mosto de malte de cevada e mosto de uva alvarinho"
ALC. 5,7% vol
Custo: €3,50 (Artesanali's, Póvoa de Varzim)
Propriedade: Bebipedala - Carlos Araújo
(sobre esta cerveja, mais informação aqui)

domingo, 10 de dezembro de 2017

Cave do Morgado (2016): 4/10

É impossível não ter em conta, quando se bebe um vinho de €3,99, o preço.
Assim, em termos relativos, pode dizer-se que a qualidade supera o preço.
Tem um perfume interessante e sente-se a casta abrir no nariz.
Mas há depois qualquer coisa que falha na 'gestão' da acidez.
Tanto parece doce como fica muito ácido no final. Falta equilíbrio.
Ano da produção: 2016
Data de compra: dezembro 2017
Local de compra: supermercado ALDI(Lavra)
Preço de compra: €3,99
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Adega Cooperativa de Monção [apenas se diz 'engarrado por Eng. Nº 1215]
Localidade: Monção
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
(33)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dom Ponciano (2016): 6/10

A incluir na categoria dos bons alvarinhos. Mas...
Mas falta vivacidade (tem uma presença muito discreta na boca, embora se sinta bem no nariz) e, sobretudo, algum equilíbrio na acidez. Um pouquinho a mais.

Ano da produção: 2016
Data de compra: dezembro 2017
Local de compra: Loja Artesanali's (Póvoa de Varzim)
Preço de compra: €9,50
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: RE, Vinhos e Derivados
Localidade: Paderne, Melgaço
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
(32)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Alvaianas (2016): 7/10

Se todos os alvarinhos fossem assim o mundo era mais feliz! Um vinho 'completo', em que a casta está bem identificada e preenche bem todos os 'requisitos'. O que lhe falta? Explosão, superação, vibração.

Ano da produção: 2016
Data de compra: outubro 2017
Local de compra:
Preço de compra: €6,95
Data de consumo: dezembro 2017
Produtor: Quinta das Alvaianas
Localidade: Vila, Melgaço
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
(31)

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Contacto (2015): 7/10

É como na vida em geral: uma boa entrada nem sempre significa uma saída tão feliz.
Este Contacto impressiona pela vivacidade da casta, quer no nariz quer na boca, com a essência da casta a mostrar-se plenamente. Mas torna-se demasiado ácido no final. Não é adstringente, mas dá para estremecer...
Anselmo Mendes fala num "final amargo e seco próprio da casta Alvarinho". Achei demasiado.
Ano da produção: 2015
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Jumbo (Matosinhos)
Preço de compra: €9,30
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: Anselmo Mendes
Localidade: Melgaço
Enólogo: Anselmo Mendes
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
(30)

domingo, 26 de novembro de 2017

Palácio da Brejoeira (2016): 6/10

Não sendo esta análise feita em prova cega, sabemos que estamos a beber Palácio da Brejoeira, certamente a marca mais conhecida entre os alvarinhos. E a avaliação não deixa de ter em conta essa perceção. Dito isto, Palácio da Brejoeira pode ser a marca mais emblemática do alvarinho, mas não é nem de perto a melhor. As expetativas eram altas, mas saíram jum pouco defraudadas. Não estamos perante um vinho exuberante. Tudo nele é discreto. Desde a cor ao paladar. Se não fosse Palácio da Brejoeira dir-se-ia também que há sensações positivas neste vinho (o perfume da casta está lá e há um equilíbrio, lá está, discreto).
[Foram bebidas duas garrafas, em momentos diferentes; a segunda confirmou as impressões da primeira]
Ano da produção: 2016
Data de compra: Setembro 2017
Local de compra: Continente (Vila do Conde)
Preço de compra: €14,90 (- €3 de promoção)
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: Palácio da Brejoeira
Localidade: Monção
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 2
Pontuação: 6/10
(29)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Regueiro Secreto Reserva (2016): 4/10

Desilude. Reserva? Nem parece. Demasiado suave.
A casta aparece um pouco no nariz, mas menos na boca.
Fica a ideia de que o produtor ainda está a afinar a 'fórmula' para elaborar um Reserva.
Ano da produção: 2016
Data de compra: novembro 2017
Local de compra: Froiz (Porto)
Preço de compra: €6,99
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: Quinta do Regueiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
(28)

sábado, 18 de novembro de 2017

Vinha Antiga Escolha (2015): 5/10

O estágio "em barricas de carvalho francês durante vários meses" altera-lhe o sabor. É um alvarinho diferente. Por vezes mais parece um reserva branco do Douro...[não está apresentado como reserva mas podia]. Perdeu a alegria floral, a doçura e a vivacidade da casta, para se tornar um vinho maduro, complexo, sobretudo no final. Acredito que ainda possa melhorar se ficar mais um ou dois anos em garrafa. A verdade é que já não temos um alvarinho para acompanhar um peixe grelhado, mas por exemplo um peixe no forno...
Ano da produção: 2015
Data de compra: setembro 2017
Local de compra: Continente de Vila do Conde
Preço de compra: €9,80 (€6,35 com desconto)
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: Provam
Localidade: Barbeita, Monção
Enólogo: Abel Codesso
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
(27)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Encostas de Paderne (2016): 3/10

Ácido como poucos alvarinhos de Melgação serão. O vinho desta garrafa estava sem força, mas - coisa rara em alvarinhos - a rolha, sem estar estragada, não me pareceu a 100 por cento (também por não ser de qualidade). A rever numa próxima prova.

Ano da produção: 2016
Data de compra: novembro 2017
Local de compra: Intermarché de Ponte de Lima
Preço de compra: €5,75
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: Encostas de Paderne
Localidade: Queirão, Paderne (Melgaço)
Enólogo: António Rosa
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 3/10
(26)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Quinta d'Amares (2016): 4/10

É um vinho verde agradável e até merecedor de atenção. Mas não se pode dizer o mesmo como vinho alvarinho (ou então aceita-se que há dois alvarinhos e que o que é produzido fora da sub-região pode ter sabores e cheiros muito diferentes do original...).
Ano da produção: 2016
Data de compra: outubro 2017
Local de compra: Supermercado da Praça (Vila do Conde)
Preço de compra: €4,99
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: Quinta d'Amares
Localidade: Amares
Enólogo: António Sousa
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
(25)

sábado, 11 de novembro de 2017

Seleção de enófilos (2016): 4/10

Mau? Nem pensar. Bom? Nem por isso. Não é fácil descrever este vinho, que mostra ser alvarinho, mas que morre muito rapidamente. No fundo, alvarinho mas pouco. (já se pensarmos no preço, merece ser valorizado)
Ano da produção: 2016
Data de compra: Novembro 2017
Local de compra: Intermarché de Terras do Bouro
Preço de compra: €3,99
Data de consumo: novembro 2017
Produtor: ? "Engarrafado por Quintas de Melgaço"
Localidade: uvas da sub-região, local não identificado
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 4/10
(24)

Aviz (2021): 8/10

Aviz é uma referência da Casa do Vale (ou do Valle?) em Cabeceiras de Basto. As uvas de 2020 foram engarrafadas em 2021 e ficaram 4 anos em ...

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