segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Gaiosa (2019): 5/10

O primeiro alvarinho produzido em Caminha (Seixas, com o Atlântico ali ao lado) de que tenho conhecimento.

Necessariamente um vinho diferente dos que são produzidos na subregião, sendo a maior a intensidade da acidez.

Trata-se de um vinho leve, de perfil cítrico, com alguns traços vegetais, mas com um pouco de acidez demasiado marcada no final. 

Preço-qualidade: necessariamente caro quando comparado com os clássicos do Soalheiro, Regueiro ou Provam, por exemplo.

Ano da produção: 2019
Data de compra: agosto 21
Preço de compra: €9,95
Local de compra: Garrafeira Prova Cega, Caminha
Data de consumo: agosto 2021
Produtor e Engarrafador: Manuel João Preto
Localidade: Seixas, Caminha
Enólogo: ?
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 12º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: robalos grelhados com legumes
Pode acompanhar por exemplo: 
(302)


quinta-feira, 26 de agosto de 2021

By Élio Lara View (2020): 8/10

Este novo View é alvarinho no aroma, mas na boca é só sabores secundários (caramelo, frutos secos). Há uma raiz tropical (manga madura, papaia), mas nada se sobrepõe, tornando-o um vinho muito completo.

Mais um exemplo de como o alvarinho, quando bem trabalhado na adega, consegue ser um vinho complexo.

Este 2020 estará muito melhor daqui a quatro ou cinco anos, estou certo.

Relação preço-qualidade: não é um alvarinho barato, mas deve ser visto como um (excelente) investimento.

Ano da produção: 2020
Data de compra: junho 21
Preço de compra: €25,0
Local de compra: no produtor
Data de consumo: agosto 2021
Produtor e Engarrafador: Élio Lara
Localidade: Merufe, Monção
Enólogo: Élio Lara
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: salmonetes grelhados
Pode acompanhar por exemplo: acompanhou um queijo muito curado, com excelentes resultados
(301)


terça-feira, 27 de julho de 2021

Messala Espumante Bruto (2016): 6/10

Um bom espumante, com uma bolha muito elegante e persistente. Há fruta, há aroma, só lhe falta mais intensidade (e preço demasiado elevado, na minha opinião).

Este 2016 foi comprado recentemente, sinal de que não há mais recentes?

Neste caso não me pareceu haver um ganho pelo continuo envelhecimento em garrafa, mas também não senti uma perda.

Relação preço-qualidade: muito caro (é, aliás, um dos mais caros da subregião, ficando a perder).

Ano da produção: 2016
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €23,65
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: julho 2021
Produtor e Engarrafador: Eng. nº 1733
Distribuidor: "Grande Porto", Gondomar
Localidade: Monção
Enólogo: João Garrido
Acidez total: 7,3 g/l
Açúcar Residual: 1,2 g/l
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? 
Acompanhou: arroz de marisco
Pode acompanhar por exemplo:
(300)

sábado, 24 de julho de 2021

Encostas de Melgaço (2018): 6/10

O novo proprietário da Quinta da Pigarra, em Melgaço, lançou dois alvarinhos em 2017: o Único (rótulo amarelo) e este, aparentemente sem nome, de rótulo azul.

Enquanto o Único é um vinho de excelente qualidade, este, a metade do preço, é um vinho bem mais simples, muito frutado (tropical) mas com pouca intensidade na boca, sobretudo no final, que desaparece rapidamente e perde na acidez. Em contrapartida, no nariz é ótimo.

Relação preço/qualidade: não consegui encontrar o vinho à venda fora do Solar, pelo que desconheço o preço real. O do Solar é um preço bom.

Ano da produção: 2018
Data de compra: junho 21
Preço de compra: €7,29
Local de compra: Solar do Alvarinho, Melgaço
Data de consumo: julho 2021
Produtor e Engarrafador: Quinta da Pigarra
Localidade: Melgaço
Enólogo: ?
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: bacalhau assado no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(299)

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Canário (2019): 8/10

Augusto Canário, popular cantor com origem no Alto Minho, escolheu bem a Casa de Canhotos para este seu alvarinho (este 2019 foi o primeiro ano de produção).

Primeiro porque os Casa de Canhotos são dos melhores alvarinhos da subregião, depois, porque sendo um vinho de perfil cítrico e com excelente acidez, casa bem com muitas das letras das sua canções...

Análise ao preço: excelente

Ano da produção: 2019
Data de compra: junho 21
Preço de compra: €7,13 (€9,90 online)
Local de compra: Solar do Alvarinho, Melgaço
Data de consumo: julho 2021
Produtor e Engarrafador: Casa de Canhotos
Localidade: Penso, Melgaço
Enólogo: José Vilarinho
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: feijão frade com atum
Pode acompanhar por exemplo:
(298)

terça-feira, 6 de julho de 2021

By Élio Lara Dos Seixos (2020): 8/10

Élio Lara deixou a enologia das Quintas de Melgaço e lançou-se num projeto pessoal, para já com dois alvarinhos.

O primeiro que experimentei foi este Dos Seixos 2020, um vinho notável, um 8 que é quase um 9.

O aroma é impressionante, com preponderância de maçã verde, mas também amêndoa amarga ou figos secos.

Na boca há fruta (traços de ananás?), mas são diversas as sensações, neste vinho muito evoluído, com um final de grande gozo.

Se calhar não seria de esperar outra coisa de Élio Lara, mas pode dizer-se que começou em cheio.

Análise ao preço: aceitável para a qualidade.

Ano da produção: 2020
Data de compra: junho 21
Preço de compra: €15,0
Local de compra: no produtor
Data de consumo: julho 2021
Produtor e Engarrafador: Élio Lara
Localidade: Merufe, Monção
Enólogo: Élio Lara
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 12º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: bacalhau assado
Pode acompanhar por exemplo:
(297)


domingo, 27 de junho de 2021

Dom Salvador (2020): 6/10

Além do preço, este vinho destaca-se por ser um dos mais frutados da subregião. Por vezes parece um pouco 'doce', o que tanto pode ser qualidade como defeito, dependendo do gosto de cada um.

Este 2020, talvez por estar a ser bebido muito jovem, pareceu-me mais 'doce' do que eu gostaria. Com isso, a escolha de acompanhamento torna-se mais exigente.

Para um fim de tarde de Verão, top!

O preço em supermercado, continua imbatível.

Ano da produção: 2012
Data de compra:
Local de compra: bebido no Restaurante Sabino, Melgaço
Preço de compra: oferta do restaurante [€6,59 no Intermarché de Melgaço]
Data de consumo: junho 2020
Produtor: Vinhos Dom Salvador
Localidade: Peso, Melgaço
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: mais ou menos 8º
Acompanhou: pataniscas de bacalhau
(82)

Dom Salvador 2017

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Pequenos Rebentos O Caminho (2019): 7/10

Sabe-se pouco sobre este vinho, a não ser que é uma novidade (lançada em maio) e que Mário Lopes, o enólogo, diz que é "o resultado de dez anos de estudos de castas, solos, processos de vinificação e pessoas especiais que fui conhecendo." [falta informação sobre a vinificação, por exemplo]

Da minha prova retive duas notas essenciais: um aroma excelente e um final brutal, prolongado, com uma acidez exatamente 'no ponto'.

Falta-lhe alguma coisa para ser o grande vinho que Mário Lopes promete? Um pouco mais de intensidade num primeiro contacto em boca.

Análise ao preço: dentro dos limites do aceitável

Ano da produção: 2019
Data de compra: junho21
Preço de compra: €15,0
Local de compra: Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Márcio Lopes, 
Localidade: engarrafado em Melgaço
Enólogo: Mário Lopes
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: entre os 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: pargo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(296)



quarta-feira, 16 de junho de 2021

Soulmate Grande Reserva (2019): 5/10

Primeiro as notas que tirei enquanto o bebia: tinha enormes expetativas (pela origem, Douro, pelo preço, em especial por ser um 'Grande Reserva' e, claro, por ser alvarinho) mas a experiência resultou num grande equívoco. Permitam-me a descrição pouco 'enófila', mas parece alvarinho aguado, tão levezinho é... Sem profundidade, pouca estrutura, com o alvarinho muito ténue...

Depois, intrigado, li a crítica que saiu na última Grandes Escolhas e fiquei sem palavras.

E agora? Mudo o que escrevi, não escrevo nada ou mantenho? A hipótese de ter apanhado uma garrafa menos boa não faz sentido, porque estava tudo bem com a rolha. Guardei um copo, em vácuo, para o dia seguinte, mas foi mais ou menos o mesmo.

Mantenho o que escrevi, mas penso ter a humildade de dizer que há quem pense de forma muito diferente.

Análise ao preço: assim sendo, caro!

Ano da produção: 2019
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €20,00
Local de compra: JBF Vinhos, Vila do Conde
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Cortes do Tua Wines
Localidade: Carrazeda de Ansiães, DOC Douro
Enólogo: Duarte da Costa e Ana de Almeida
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: entre os 12º e 15º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: arroz de polvo
Pode acompanhar por exemplo:
(295)


segunda-feira, 14 de junho de 2021

Regueiro Reserva (2020): 7/10

Bebido cedo de mais, penso.

Ainda está muito jovem, muito 'verde', tendo em vista o que virá a ser. Ainda por cima tratando-se de um reserva.

No mínimo um ano a evoluir na garrafa [já agora, não faria mais sentido atrasar a venda de vinhos como este, para quando chegarem ao público estarem 'no ponto'? Em Espanha já se faz isso com mais frequência].

(precipitação minha, motivada pela curiosidade; sempre a aprender, espero...)

Ano da produção: 2020
Data de compra: junho 2021
Preço de compra: €9,99
Local de compra: Auchan, Maia
Data de consumo: junho 2021
Produtor: Quinta do Regueiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo:
Acidez total:
Quantidade de garrafas consumidas:
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: cabrito assado
Pode acompanhar por exemplo:
(55)


quarta-feira, 9 de junho de 2021

Aveleda Solos de Granito (2018): 8/10

Uma excelente surpresa este alvarinho da casa Aveleda.

Um vinho pouco frutado, como o rótulo deixa entender, mas pleno de sabor e identidade. As sensações minerais enchem a boca!

Aroma muito interessante.

Preço: muito bom.

Ano da produção: 2018
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €9,49
Local de compra: Granvine
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Aveleda [Vinho Regional Minho]
Localidade: não é referido o local onde as vinhas deste vinho estão localizadas
Enólogo: (“Wine Consultant”: Valérie Lavigne)
Acidez total: 6,0º
Açúcar Residual: <4 g/l
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 12º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: robalo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(294)



domingo, 6 de junho de 2021

QM Velha Reserva Espumante Bruto (2016): 8/10

As Quintas de Melgaço têm sido inovadoras em alguns aspetos e este espumante Velha Reserva é disso um exemplo: é um dos dois espumantes brutos no mercado, com estágio mínimo de 36 meses em garrafa antes de ser posto à venda. Daí a designação de 'grande reserva' ou 'velha reserva'.

Com 36 meses de envelhecimento (mais os quase 5 anos desde 2016 - ou seja quase oito anos de envelhecimento em garrafa) é normal que se torne um vinho complexo, de elevada qualidade, com muitos sabores e paladares (sobretudo secundários), mas não posso deixar de dizer que senti a perda de uma alguma identidade.

Análise ao preço: aceitável para o tipo de espumante.

Ano da produção: 2016
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €28,45
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Quintas de Melgaço
Localidade: Melgaço
Enólogo: Jorge Sousa Pinto
Acidez total: 7,5º
Açúcares totais: menor do que 5 g/l
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: entre os 10 e os 13º [produtor aconselha servir entre 6º e 8º]
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: arroz de gambas
Pode acompanhar por exemplo:
(293)



terça-feira, 1 de junho de 2021

Poeira (2015): 8/10

O Poeira é o melhor alvarinho produzido fora da subregião!

Apenas o preço elevado (muito mais em restaurante, proibitivo) me faz hesitar em atribuir uma nota melhor.

De uma forma geral, é um dos grandes vinhos brancos produzidos em Portugal.

(relativamente ao 2016, provado no ano passado, este 2015 não demonstrou um ganho pelo envelhecimento).

Ano da produção: 2015
Data de compra: 
Preço de compra: €58,00
Local de compra: Bebido no restaurante Caneiro, Arco de Baúlhe
Data de consumo: maio 2021
Produtor: Quinta do Poeira
Localidade: Provesende, Douro
Enólogo: Jorge Moreira
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 14º ?
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: arroz de polvo no forno
Pode acompanhar por exemplo: assados, carnes brancas, caça, mariscos confecionados, bacalhau, etc
(248)

Poeira 2016

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Bacalhoa (2017): 6/10

Pode um alvarinho ter excesso de fruta? Foi isso que senti neste Bacalhoa.

Há muita fruta e nem sempre bem integrada na relação com a acidez.

Talvez seja dos alvarinho mais frutados produzidos fora da subregião.

O final extingue-se muito rapidamente.

Ano da produção: 2017
Data de compra: maio 21
Preço de compra: €9,42
Local de compra: garrafeira Castro e Linhares, Póvoa de Varzim
Data de consumo: maio 2021
Produtor: e Engarrafador: Quinta do Loridos,
Localidade: Bombarral
Enólogo: Filipa Tomaz da Costa
Acidez total: 6,3º
Açúcares totais: 1,6 g
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: pargo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(292)


sexta-feira, 21 de maio de 2021

Uma escola secundária onde se produz alvarinho!

É capaz de ser a única escola do país a produzir vinho. “E Alvarinho!”, aponta o diretor da Secundária de Paredes, que conseguiu este ano a terceira melhor média entre as escolas públicas."

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Morgadio da Torre (2019): 5/10

Pode um alvarinho produzido fora da subregião ser melhor do que um de Monção & Melgaço?

Não é fácil, mas acontece.

Este Morgadio da Torre, produzido pela Sogrape, é um exemplo disso.

Trata-se de um vinho em que os sinais de alvarinho são ténues, agravado por uma acidez pouco simpática - estremeci um pouco ao beber o primeiro copo! Depois, vá lá, melhorou...

[A Sogrape não fornece qualquer informação sobre a origem das uvas, apenas diz que é um vinho produzido na subregião; quem tem medo de consumidores informados?]

Análise ao preço: há muitos alvarinhos da subregião que são melhores e a preços mais baixos!

Ano da produção: 2019
Data de compra: abril21
Preço de compra: €9,99
Local de compra: garrafeira Granvine
Data de consumo: maio 2021
Produtor: e Engarrafador: Sogrape
Localidade: Monção & Melgaço
Enólogo: António Braga
Acidez total: 6,7º
Açúcares totais: 0,9 g/L ±0,5
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: caldeirada de peixe
Pode acompanhar por exemplo:
(291)


segunda-feira, 17 de maio de 2021

Encosta dos Sobrais Espumante Bruto (2016): 8/10 [2ª prova]

Este Encosta dos Sobrais Espumante Bruto é um dos segredos mais bem guardados de Melgaço.

Para mim é o melhor espumante bruto da subregião, em resultado de uma articulação perfeita entre as características da casta e a bolha, que é elegante mas consistente.

O primeiro  Encosta dos Sobrais Espumante Bruto relativo a 2016 foi bebido em 2018 e estava excelente.

Esta segunda prova, em maio de 21 (três anos depois de engarrafado), pareceu-me menos conseguida, por ter perdido alguma vitalidade.

Encosta dos Sobrais Espumante Bruto (2016) [1ª prova]

domingo, 16 de maio de 2021

Vale dos Ares (2019): 8/10

Miguel Queimado é, entre os produtores de Monção, um dos valores mais seguros! Vale dos Ares e Quinta de Santiago estão claramente no top.

Os seus vinhos são sempre (muito) bons [Vinha da Coutada recebeu 9 pontos] e ainda por cima tem sabido inovar, sem perder as referências.

É o caso deste Vale dos Ares, um vinho que se afasta um pouco do frutado (tropical), mas que é um grande alvarinho - um dos melhores abaixo dos 10 euros: mais mineral do que a 'regra', bem ligado na acidez.

Ano da produção: 2019
Local de compra: garrafeira Granvine
Data de consumo: maio 2021
Preço de compra: €9,49
Data de consumo: maio 2021
Produtor: MQ Vinhos
Localidade: Lugar do Mato, Sá, Monção
Enólogo: Gabriela Albuquerque
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: pargo assado no forno
(56)

Vale dos Ares 2016

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Casa Ermelinda Freitas (2018): 5/10

Demasiado doce para o meu gosto, este alvarinho produzido em Setúbal.
O primeiro copo, após abrir a garrafa, ficou claramente marcado por essa sensação, que quase se sobrepôs à fruta que é possivel encontrar. Esse açúcar também não deixou a acidez final aparecer.
Felizmente no último copo o vinho apresentou-se um pouco diferente, menos doce e a deixar sobressair a necessária e característica acidez.
[todas as regiões do país permitem produzir bons alvarinhos?]
Análise ao preço: pouco a dizer. Poderia ser um euro mais barato, mas não seria isso que faria a diferença.
Ano da produção: 2018
Data de compra: abril21
Preço de compra: €8,89
Local de compra: garrafeira Granvine
Data de consumo: maio 2021
Produtor: e Engarrafador: Casa Ermelinda Freitas
Localidade: Fernão Pó (Vinho Regional Península de Setúbal)
Enólogo: Jaime Quendera
Acidez total: 5,70º
Açúcar residual: 4.5 g/dm3
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: cabrito assado no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(290)


Quinta da Calçada Colheita Imperial (alvarinho e loureiro)

Comprei este vinho pensando que era apenas alvarinho - é essa a indicação que a garrafeira onde comprei dá (apesar do nome não coincidir - ou seja, uma dupla falha de informação).

E bebi-o a pensar que era só alvarinho.

Gostei imenso, mas percebi depois que não é apenas alvarinho, também há loureiro (de que não me apercebi, sinceramente).

Sendo um vinho bastante caro, apesar de tudo não dei o dinheiro por mal empregue, porque estamos seguramente perante um dos melhores espumantes feitos a partir de vinho verde em Portugal.

Uma vindima farta. Até demais (II)

 Atualização das informações divulgadas a 6/9/26 . 1) "A Adega de Monção recebeu este ano cerca de 1 0 milhões de quilos [10 mil tonela...

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