domingo, 27 de junho de 2021

Dom Salvador (2020): 6/10

Além do preço, este vinho destaca-se por ser um dos mais frutados da subregião. Por vezes parece um pouco 'doce', o que tanto pode ser qualidade como defeito, dependendo do gosto de cada um.

Este 2020, talvez por estar a ser bebido muito jovem, pareceu-me mais 'doce' do que eu gostaria. Com isso, a escolha de acompanhamento torna-se mais exigente.

Para um fim de tarde de Verão, top!

O preço em supermercado, continua imbatível.

Ano da produção: 2012
Data de compra:
Local de compra: bebido no Restaurante Sabino, Melgaço
Preço de compra: oferta do restaurante [€6,59 no Intermarché de Melgaço]
Data de consumo: junho 2020
Produtor: Vinhos Dom Salvador
Localidade: Peso, Melgaço
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: mais ou menos 8º
Acompanhou: pataniscas de bacalhau
(82)

Dom Salvador 2017

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Pequenos Rebentos O Caminho (2019): 7/10

Sabe-se pouco sobre este vinho, a não ser que é uma novidade (lançada em maio) e que Mário Lopes, o enólogo, diz que é "o resultado de dez anos de estudos de castas, solos, processos de vinificação e pessoas especiais que fui conhecendo." [falta informação sobre a vinificação, por exemplo]

Da minha prova retive duas notas essenciais: um aroma excelente e um final brutal, prolongado, com uma acidez exatamente 'no ponto'.

Falta-lhe alguma coisa para ser o grande vinho que Mário Lopes promete? Um pouco mais de intensidade num primeiro contacto em boca.

Análise ao preço: dentro dos limites do aceitável

Ano da produção: 2019
Data de compra: junho21
Preço de compra: €15,0
Local de compra: Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Márcio Lopes, 
Localidade: engarrafado em Melgaço
Enólogo: Mário Lopes
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: entre os 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: pargo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(296)



quarta-feira, 16 de junho de 2021

Soulmate Grande Reserva (2019): 5/10

Primeiro as notas que tirei enquanto o bebia: tinha enormes expetativas (pela origem, Douro, pelo preço, em especial por ser um 'Grande Reserva' e, claro, por ser alvarinho) mas a experiência resultou num grande equívoco. Permitam-me a descrição pouco 'enófila', mas parece alvarinho aguado, tão levezinho é... Sem profundidade, pouca estrutura, com o alvarinho muito ténue...

Depois, intrigado, li a crítica que saiu na última Grandes Escolhas e fiquei sem palavras.

E agora? Mudo o que escrevi, não escrevo nada ou mantenho? A hipótese de ter apanhado uma garrafa menos boa não faz sentido, porque estava tudo bem com a rolha. Guardei um copo, em vácuo, para o dia seguinte, mas foi mais ou menos o mesmo.

Mantenho o que escrevi, mas penso ter a humildade de dizer que há quem pense de forma muito diferente.

Análise ao preço: assim sendo, caro!

Ano da produção: 2019
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €20,00
Local de compra: JBF Vinhos, Vila do Conde
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Cortes do Tua Wines
Localidade: Carrazeda de Ansiães, DOC Douro
Enólogo: Duarte da Costa e Ana de Almeida
Acidez total: ?
Açúcar Residual: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: entre os 12º e 15º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: arroz de polvo
Pode acompanhar por exemplo:
(295)


segunda-feira, 14 de junho de 2021

Regueiro Reserva (2020): 7/10

Bebido cedo de mais, penso.

Ainda está muito jovem, muito 'verde', tendo em vista o que virá a ser. Ainda por cima tratando-se de um reserva.

No mínimo um ano a evoluir na garrafa [já agora, não faria mais sentido atrasar a venda de vinhos como este, para quando chegarem ao público estarem 'no ponto'? Em Espanha já se faz isso com mais frequência].

(precipitação minha, motivada pela curiosidade; sempre a aprender, espero...)

Ano da produção: 2020
Data de compra: junho 2021
Preço de compra: €9,99
Local de compra: Auchan, Maia
Data de consumo: junho 2021
Produtor: Quinta do Regueiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo:
Acidez total:
Quantidade de garrafas consumidas:
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: cabrito assado
Pode acompanhar por exemplo:
(55)


quarta-feira, 9 de junho de 2021

Aveleda Solos de Granito (2018): 8/10

Uma excelente surpresa este alvarinho da casa Aveleda.

Um vinho pouco frutado, como o rótulo deixa entender, mas pleno de sabor e identidade. As sensações minerais enchem a boca!

Aroma muito interessante.

Preço: muito bom.

Ano da produção: 2018
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €9,49
Local de compra: Granvine
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Aveleda [Vinho Regional Minho]
Localidade: não é referido o local onde as vinhas deste vinho estão localizadas
Enólogo: (“Wine Consultant”: Valérie Lavigne)
Acidez total: 6,0º
Açúcar Residual: <4 g/l
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 12º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: robalo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(294)



domingo, 6 de junho de 2021

QM Velha Reserva Espumante Bruto (2016): 8/10

As Quintas de Melgaço têm sido inovadoras em alguns aspetos e este espumante Velha Reserva é disso um exemplo: é um dos dois espumantes brutos no mercado, com estágio mínimo de 36 meses em garrafa antes de ser posto à venda. Daí a designação de 'grande reserva' ou 'velha reserva'.

Com 36 meses de envelhecimento (mais os quase 5 anos desde 2016 - ou seja quase oito anos de envelhecimento em garrafa) é normal que se torne um vinho complexo, de elevada qualidade, com muitos sabores e paladares (sobretudo secundários), mas não posso deixar de dizer que senti a perda de uma alguma identidade.

Análise ao preço: aceitável para o tipo de espumante.

Ano da produção: 2016
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €28,45
Local de compra: Portugal Vineyards
Data de consumo: junho 2021
Produtor e Engarrafador: Quintas de Melgaço
Localidade: Melgaço
Enólogo: Jorge Sousa Pinto
Acidez total: 7,5º
Açúcares totais: menor do que 5 g/l
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: entre os 10 e os 13º [produtor aconselha servir entre 6º e 8º]
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: arroz de gambas
Pode acompanhar por exemplo:
(293)



terça-feira, 1 de junho de 2021

Poeira (2015): 8/10

O Poeira é o melhor alvarinho produzido fora da subregião!

Apenas o preço elevado (muito mais em restaurante, proibitivo) me faz hesitar em atribuir uma nota melhor.

De uma forma geral, é um dos grandes vinhos brancos produzidos em Portugal.

(relativamente ao 2016, provado no ano passado, este 2015 não demonstrou um ganho pelo envelhecimento).

Ano da produção: 2015
Data de compra: 
Preço de compra: €58,00
Local de compra: Bebido no restaurante Caneiro, Arco de Baúlhe
Data de consumo: maio 2021
Produtor: Quinta do Poeira
Localidade: Provesende, Douro
Enólogo: Jorge Moreira
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 14º ?
Passou pelo arejador? Não.
Acompanhou: arroz de polvo no forno
Pode acompanhar por exemplo: assados, carnes brancas, caça, mariscos confecionados, bacalhau, etc
(248)

Poeira 2016

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Bacalhoa (2017): 6/10

Pode um alvarinho ter excesso de fruta? Foi isso que senti neste Bacalhoa.

Há muita fruta e nem sempre bem integrada na relação com a acidez.

Talvez seja dos alvarinho mais frutados produzidos fora da subregião.

O final extingue-se muito rapidamente.

Ano da produção: 2017
Data de compra: maio 21
Preço de compra: €9,42
Local de compra: garrafeira Castro e Linhares, Póvoa de Varzim
Data de consumo: maio 2021
Produtor: e Engarrafador: Quinta do Loridos,
Localidade: Bombarral
Enólogo: Filipa Tomaz da Costa
Acidez total: 6,3º
Açúcares totais: 1,6 g
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: pargo no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(292)


sexta-feira, 21 de maio de 2021

Uma escola secundária onde se produz alvarinho!

É capaz de ser a única escola do país a produzir vinho. “E Alvarinho!”, aponta o diretor da Secundária de Paredes, que conseguiu este ano a terceira melhor média entre as escolas públicas."

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Morgadio da Torre (2019): 5/10

Pode um alvarinho produzido fora da subregião ser melhor do que um de Monção & Melgaço?

Não é fácil, mas acontece.

Este Morgadio da Torre, produzido pela Sogrape, é um exemplo disso.

Trata-se de um vinho em que os sinais de alvarinho são ténues, agravado por uma acidez pouco simpática - estremeci um pouco ao beber o primeiro copo! Depois, vá lá, melhorou...

[A Sogrape não fornece qualquer informação sobre a origem das uvas, apenas diz que é um vinho produzido na subregião; quem tem medo de consumidores informados?]

Análise ao preço: há muitos alvarinhos da subregião que são melhores e a preços mais baixos!

Ano da produção: 2019
Data de compra: abril21
Preço de compra: €9,99
Local de compra: garrafeira Granvine
Data de consumo: maio 2021
Produtor: e Engarrafador: Sogrape
Localidade: Monção & Melgaço
Enólogo: António Braga
Acidez total: 6,7º
Açúcares totais: 0,9 g/L ±0,5
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: caldeirada de peixe
Pode acompanhar por exemplo:
(291)


segunda-feira, 17 de maio de 2021

Encosta dos Sobrais Espumante Bruto (2016): 8/10 [2ª prova]

Este Encosta dos Sobrais Espumante Bruto é um dos segredos mais bem guardados de Melgaço.

Para mim é o melhor espumante bruto da subregião, em resultado de uma articulação perfeita entre as características da casta e a bolha, que é elegante mas consistente.

O primeiro  Encosta dos Sobrais Espumante Bruto relativo a 2016 foi bebido em 2018 e estava excelente.

Esta segunda prova, em maio de 21 (três anos depois de engarrafado), pareceu-me menos conseguida, por ter perdido alguma vitalidade.

Encosta dos Sobrais Espumante Bruto (2016) [1ª prova]

domingo, 16 de maio de 2021

Vale dos Ares (2019): 8/10

Miguel Queimado é, entre os produtores de Monção, um dos valores mais seguros! Vale dos Ares e Quinta de Santiago estão claramente no top.

Os seus vinhos são sempre (muito) bons [Vinha da Coutada recebeu 9 pontos] e ainda por cima tem sabido inovar, sem perder as referências.

É o caso deste Vale dos Ares, um vinho que se afasta um pouco do frutado (tropical), mas que é um grande alvarinho - um dos melhores abaixo dos 10 euros: mais mineral do que a 'regra', bem ligado na acidez.

Ano da produção: 2019
Local de compra: garrafeira Granvine
Data de consumo: maio 2021
Preço de compra: €9,49
Data de consumo: maio 2021
Produtor: MQ Vinhos
Localidade: Lugar do Mato, Sá, Monção
Enólogo: Gabriela Albuquerque
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: pargo assado no forno
(56)

Vale dos Ares 2016

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Casa Ermelinda Freitas (2018): 5/10

Demasiado doce para o meu gosto, este alvarinho produzido em Setúbal.
O primeiro copo, após abrir a garrafa, ficou claramente marcado por essa sensação, que quase se sobrepôs à fruta que é possivel encontrar. Esse açúcar também não deixou a acidez final aparecer.
Felizmente no último copo o vinho apresentou-se um pouco diferente, menos doce e a deixar sobressair a necessária e característica acidez.
[todas as regiões do país permitem produzir bons alvarinhos?]
Análise ao preço: pouco a dizer. Poderia ser um euro mais barato, mas não seria isso que faria a diferença.
Ano da produção: 2018
Data de compra: abril21
Preço de compra: €8,89
Local de compra: garrafeira Granvine
Data de consumo: maio 2021
Produtor: e Engarrafador: Casa Ermelinda Freitas
Localidade: Fernão Pó (Vinho Regional Península de Setúbal)
Enólogo: Jaime Quendera
Acidez total: 5,70º
Açúcar residual: 4.5 g/dm3
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: cabrito assado no forno
Pode acompanhar por exemplo:
(290)


Quinta da Calçada Colheita Imperial (alvarinho e loureiro)

Comprei este vinho pensando que era apenas alvarinho - é essa a indicação que a garrafeira onde comprei dá (apesar do nome não coincidir - ou seja, uma dupla falha de informação).

E bebi-o a pensar que era só alvarinho.

Gostei imenso, mas percebi depois que não é apenas alvarinho, também há loureiro (de que não me apercebi, sinceramente).

Sendo um vinho bastante caro, apesar de tudo não dei o dinheiro por mal empregue, porque estamos seguramente perante um dos melhores espumantes feitos a partir de vinho verde em Portugal.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Côto de Sant'ana Espumante Bruto Reserva (2017): 6/10

Da casa Alvaianas surge no mercado este espumante da gama de entrada da marca, o Côto de Sant'Ana.

No rótulo apenas se lê 'espumante de qualidade de vinho verde', mas no contrarrótulo lá está a indicação de alvarinho e da subregião.

Um espumante despretensioso, agradável, pouco intenso (no nariz), com uma bolha média. Final pouco prolongado.

Análise ao preço: ao preço que o comprei, é um dos mais baratos do mercado e vale bem o preço.



Ano da produção: 2017
Data de compra: novembro 20
Preço de compra: €8,00
Local de compra: no produtor (Alvaianas)
Data de consumo: abril 2021
Produtor: e Engarrafador : Alvaianas
Localidade: Melgaço
Enólogo: 
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 10º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: linguadinhos fritos com arroz
Pode acompanhar por exemplo:
(289)

terça-feira, 27 de abril de 2021

Messala vinho licoroso (?): 6/10 (ATUALIZADO)

ATualizado a a 14/7/25:

Comprei uma garrafa em junho de 2024, que bebi em julho de 2025, por €19,99. Infelizmente, tudo o que foi dito relativamente à anterior prova mantém-se, acrescido de um excesso de álcool. Se fizesse uma ficha autónoma, a nota passaria paar 5/10


Uma nota prévia, que infelizmente já se vai tornando comum: falta informação a este vinho. Ficamos por exemplo a saber que é 100% alvarinho pelo site da empresa produtora e não há qualquer indicação de data.

Este vinho licoroso (elaborado a partir de mosto de Alvarinho e Aguardente de Alvarinho) apenas peca por ser demasiado doce.

Não seria inevitável que assim fosse? Provavelmente sim, mas uma pontinha de acidez, valorizando a fruta do alvarinho, seria uma grande mais-valia. 

Registo a vontade de inovar por parte da casa Messala, com um produto diferenciador.

Análise ao preço: parece-me caro (garrafa de 500ml) mas não me pronuncio em definitivo por falta de termos de comparação [é o primeiro licoroso de alvarinho que provo].

Ano da produção: ?
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €29,55
Local de compra: Garrafeira Vineyards
Data de consumo: abril 2021
Produtor e Engarrafador nº 1733, Monção [distribuido por vinhosdela.com; Gondomar]
Localidade: Monção, IG Minho
Enólogo: João Garrido
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 12º
18,5% vol.
Garrafa de 500ml
Passou pelo arejador? 
Acompanhou: bolo-rei
Pode acompanhar por exemplo: 
(288)


domingo, 18 de abril de 2021

Rascunho Colheita Tardia 3ª edição (2015): 10/10 [2ª prova]

Quando iniciei este projeto de registar e classificar todos os alvarinhos que se produzem em Portugal entendi que deveria guardar a classificação máxima (10/10) para qualquer coisa especial, que não saberia na altura descrever.

Três anos e meio depois chegou esse momento!

Este Rascunho Colheita Tardia 3ª edição (2015) é o primeiro vinho viciante que bebi (e já lá vão quase 290!).

Quando acabei a garrafa já estava a pensar numa próxima. Nunca isto me aconteceu, nem com alvarinho bem com qualquer outro vinho.

O que é que tem de especial este vinho? Recupero aqui o que escrevi em janeiro. Mas sintetizo: é um colheita de vindima tardia e, ao contrário do que diz o contrarrótulo, nada doce. Tem uma acidez dificil de descrever, pelo menos para mim, sem nunca perder as características do alvarinho.

[em janeiro atribuí 8/10 e escrevi que a nota estava condicionada pelo preço exagerado que paguei. Agora que encontrei a um preço fracamento menor, na linha do pvp recomendado pela produtora, já não sinto qualquer constrangimento]

Ano da produção: 2015
Data de compra: abril 21
Preço de compra: €25 [37,5cl]
Local de compra: Garrafeira JBF, Vila do Conde
Data de consumo: abril 2021
Produtor: Quinta de Santiago
Localidade: Monção
Enólogo: José Domingues e Abel Codesso?
Acidez total: 11º
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 10/10
Primeiro copo servido a: 15º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: cheesecake de frutos vermelhos
Pode acompanhar por exemplo:
(279)
 


quinta-feira, 15 de abril de 2021

Carlos Conde Reserva Especial (2017): 8/10

Numa frase: um vinho excelente a um preço elevado.

Este Carlos Conde Reserva Especial é um alvarinho muito sofisticado, no sentido em que - na boca - gera múltiplas sensações, sobretudo de frutas tropicais (manga bem madura, por exemplo), à mistura com sabores secundários, como o caramelo ou frutos secos (nozes, figos secos).

O final é longo e cheio de prazer, numa relação de total harmonia com a acidez.

Este é um vinho que levaria um 9/10 na nossa escala não fosse o...

Análise ao preço: quase 40 euros tornam-no num dos mais caros de toda a oferta existente em Portugal [1176 garrafas].

[por falar em preço, falta a este vinho informação sobre o processo de vinificação, nomeadamente quanto tempo em madeira]

[outra nota: a garrafa é muito grande e, ao alto, não cabe em muitos frigoríficos...]

Ano da produção: 2017
Data de compra: dezembro 20
Preço de compra: oferta do distribuidor [PVP 39,95]
Local de compra:
Data de consumo: abril 2021
Produtor: Encontros com Vinho; Distribuído por Casa Encostas de Melgaço; [Engarrafador nº 4683, Melgaço]
Localidade: Melgaço
Enólogo: José Gonçalves
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 11º
Passou pelo arejador? Sim
Acompanhou: risotto de berbigão
Pode acompanhar por exemplo: um grande alvarinho como este está habilitado a acompanhar quase todos pratos, mesmo de carne (talvez não uma feijoada...]
(287)


domingo, 11 de abril de 2021

Entre 2 Mares (?): 5/10

[como é possível fazer vinhos com uma casta nobre como esta, sem identificação do ano ?]

Trata-se de um alvarinho produzido em Valença pela Adega Edmun do Vale para a empresa Decanter, também em Valença

No nariz é um alvarinho convencional, com aroma agradável, um pouco frutado e algo floral.

Na boca é que as coisas se 'complicam': há demasiada acidez, que não é compensada pelas sensações que o nariz promete.

Há qualquer coisa de cítrico neste vinho, mas no final fica apenas a acidez.

Análise ao preço: não se pode dizer que é caro, mas há melhores a preços mais baixos.

Ano da produção: ?
Data de compra: dezembro 20
Preço de compra: €7,50
Local de compra: Garrafeira Portugal, Valença
Data de consumo: abril 2021
Produtor: Quinta Edmun do Val [mas não consta do site... uma vez que não é marca própria]
Localidade: Valença (Regional Minho)
Enólogo: Olalla Ruibal?
Acidez total: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 9º
Passou pelo arejador? Não
Acompanhou: Cavalas grelhadas na brasa
Pode acompanhar por exemplo:
(286)
O que diz o contrarrótulo: "Fundo floral que nos faz recordar os aromas de Valença [???], fresco e saboroso, com uma marcada presença de citrinos. Aveludado e seco. Excelente acidez. Presistente com bom sinal, deixa-nos inesquecíveis sensações"


Alvarinhos mais baratos do que os albariños - 18%-24% menos

Começo por dizer que este é apenas o primeiro contributo para perceber se os Alvarinhos são realmente mais baratos do que os seus vizinhos d...

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