Este é um projeto (totalmente independente) de identificação, registo e crítica de todos os Alvarinhos portugueses, um dos melhores vinhos brancos do mundo. (Os pontos são de 0 a 10, sendo que a relação preço-qualidade é um critério muito importante). “Provar não é descobrir aromas e sabores que quase ninguém conhece.” (Abel Codesso, Revista de Vinhos, nov.18)
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
Herdade do Rocim (2018): 6/10
O aroma 'cheira' a alvarinho, mas na boca predominam os cítricos.
Boa acidez.
Sem ser desinteressante, não marca.
Análise ao preço: há melhores por menos dinheiro.
Ano da produção: 2018
Data de compra: setembro 2019
Local de compra: Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Preço de compra: €10,00
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Herdade do Rocim
Localidade: Cuba, Alentejo
Enólogo: Catarina Vieira, Pedro Ribeiro
Acidez: 5,8º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: rpetinga frita com arroz de legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(224)
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
Dona Paterna (2018): 8/10 [média atualizada 7,5]
Sem dúvida, um grande embaixador do vinho da subregião.
Tem fruta, tem vivacidade, tem um final muito satisfatório.
Análise ao preço: para restaurante é imbatível!
Ano da produção: 2018
Data de compra:
Preço de compra: €11,90 [este preço faz parte de uma excelente estratégia de promoção do alvarinho em restaurantes de Melgaço, todos ao mesmo preço]
Local de compra: Tasquinha da Portela, Paderne, Melgaço
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Carlos Alberto Codesso
Localidade: Paderne, Melgaço
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 9º?
Acompanhou: filetes de polvo com arroz de feijão.
Pode acompanhar por exemplo: carnes brancas; cabrito
(53)
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
Quinta Cova da Raposa Biológico (2017): 6/10
Não é um vinho de fruta explosiva, nem tinha de ser, mas o resultado é agradável e faz uma boa mesa, até para pratos que não os mais tradicionais.
O final poderia ser um pouco mais prolongado.
Análise ao preço: tratando-se de um vinho biológico, o preço é perfeitamente aceitável.
Ano da produção: 2017
Data de compra: outubro 2019
Local de compra: El Corte Inglês, Gaia
Preço de compra: €12,50
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Quinta Cova da Raposa
Localidade: Braga [vinho Regional Minho]
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: robalo cozido com legumes
Pode acompanhar por exemplo:
(223)
domingo, 17 de novembro de 2019
Mordoma (2018): 6/10
Data de compra: setembro 2019
Local de compra: Garrafeira Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Preço de compra: €11,50
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Phulia
Localidade: Viana do Castelo
Enólogo: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: solha grelhada
Pode acompanhar por exemplo:
(222)
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
Casal de Ventozela (2018): 8/10
Indiscutivelmente um grande vinho. No aroma, na fruta, na persistência, na relação com a acidez.
Data de compra: agosto de2019
Preço de compra: €10,49
Local de compra: Garrafeira Onwine
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Casal de Ventozela
Localidade: Famalicão
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: salmão na brasa e legumes
Pode acompanhar por exemplo: qualquer coisa!
(52)
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Casa do Cerdedo (2018): 8/10 [nota atualizada 8,5]
Relativamente à nota atribuída à colheita de 2017, pareceu-me ter 'encontrado' um pouco mais de acidez neste.
Fiz acompanhar este vinho com castanhas (entalidas no microondas) e o resultado foi excelente.
Análise ao preço: aceitável para a qualidade, mas face às referências semelhantes (Soalheiro, por exemplo), 10 euros pode ser considerado um preço um pouco caro...
Ano da produção: 2018
Preço de compra: €10,00
Local de compra: distribuidor PMT - Vinhos
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Manuel Vaz
Localidade: Roussas, Melgaço
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: fanecas pequenas fritas e arroz e castanhas para sobremsa
Pode acompanhar por exemplo: qualquer coisa!
(138)
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Quinta do Gradil (2018): 6/10
Não é - nem podia ser? - um vinho frutado, mas não perde as características, sobretudo no aroma.
Data de compra: setembro 2019
Local de compra: Garrafeira Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Preço de compra: €10
Data de consumo: novembro 2019
Produtor: Quinta do Gradil
Localidade: Cadaval [Vinho Regional Tejo]
Enólogo: Tiago Correia & António Ventura.
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: entradas diversas (salada de bacalhau, rissois de marisco)
Pode acompanhar por exemplo:
(221)
terça-feira, 29 de outubro de 2019
Adega Ponte da Barca Reserva (2018): 7/10
Muita fruta, sobretudo tropical, embora aqui e ali fiquem alguns laivos de, pareceu-me, por exemplo toranja.
O vinho apresenta-se como sendo Reserva, mas não se vislumbra um ganho.
Análise ao preço: bom.
Ano da produção: 2018
Data de compra: setembro 2019
Local de compra: Garrafeira Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Preço de compra: €7
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Adega de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez
Localidade: Ponte da Barca [Vinho Regional Minho]
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: pescada cozida com legumes
Pode acompanhar por exemplo: aperitivos
(196)
Adega de Ponte da Barca 2017
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
Soalheiro Reserva (2017): 9/10
Submetemos este alvarinho a uma prova difícil: acompanhou lombo de vaca grelhada na brasa e superou muito bem uma combinação anormal.
De resto, mantenho tudo o que escrevi na primeira prova deste ano, nomeadamente sobre o preço.
É o vinho mais próximo da nota 10 que bebi até hoje
Ano da produção: 2017
Data de compra: abril 2019
Preço de compra: €16,00 [€22,60 online]
Local de compra: Feira do Fumeiro e Alvarinho de Monção
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Quinta do Soalheiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: António Luis Cerdeira
Acidez: 5.5º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 9/10
Primeiro copo servido a: 13º
Acompanhou: lombo de vaca na brasa
Pode acompanhar por exemplo: o que é que este alvarinho não pode acompanhar???
(190)
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Afluente (2017): 6/10
Ano da produção: 2017
Data de compra: maio 2019
Local de compra: Garrafeira Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Constantino Ramos
Localidade: Vila Nova de Cerveira ["engarrafado em Melgaço"]
Enólogo: Constantino Ramos
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: rodovalho na brasa
(220)
sábado, 19 de outubro de 2019
Quinta do Mascanho Espumante Reserva Bruto (2016): 6/10
Um vinho em que a fruta poderia ser mais protagonista.
Análise ao preço: é o preço comum nos espumantes de alvarinho
Ano da produção: 2016
Data de compra: maio 2019
Local de compra: Feira do Alvarinho de Melgaço 19
Preço de compra: €11 [€12,5 pvp]
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Ceivinhas, Sociedade Vitivinícola
Localidade: Ceivães - Monção
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: sapateira recheada
Pode acompanhar por exemplo:
(219)
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Alumni UTAD (2017): 7/10
Estamos perante um vinho de aroma complexo com múltiplas sensações.
Na boca mantém essas características, parecendo por vezes um vinho mais mineral e claramente sem madeira.
Acredito que irá envelhecer em grande forma e que ganha em ser servido a mais do que os 11/12 graus de temperatura da praxe.
Análise ao preço: elevado, em consequência de ser uma edição limitada. Penso que será o vinho mais caro da Quinta (mas não, necessariamente, o melhor).
Data de compra:
Local de compra: Prova privativa na Quinta do Soalheiro
Preço de compra: €17 (à venda apenas na Quinta e na UTAD)
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Soalheiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: A. Luis Cerdeira
Acidez:
Quantidade de garrafas consumidas:
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 8/9º
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo:
(218)
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Regueiro Reserva (2013): 6/10 [média atualizada 7]
E para ser sincero não fiquei entusiasmado.
No aroma e no primeiro contacto em boca confirma o que se sabe deste vinho, um bom representante das características da casta.
Mas rapidamente a acidez vem sobrepor-se, acabando por não ser tão agradável como se esperava.
Não é um vinho mau, longe disso, mas parece que o tempo em garrafa não o ajudou, o que surpreende sendo um reserva...
Análise ao preço: bom.
Ano da produção: 2013
Data de compra: julho 2019
Local de compra: garrafeira Tio Pepe (stock off)
Preço de compra: €5,90
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Regueiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo:
Acidez:
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 6/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: robalos grelhados com legumes salteados.
Pode acompanhar por exemplo:
(55)
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
Soalheiro Espumante Bruto Barrica (2014): 8/10
Mas, é preciso dizê-lo, já é menos um espumante de alvarinho.
Ano da produção: 2014
Data de compra:
Local de compra: Prova privativa na Quinta do Soalheiro
Preço de compra: €16,55 online
Data de consumo: outubro 2019
Produtor: Soalheiro
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: A. Luis Cerdeira
Acidez: 5º
Quantidade de garrafas consumidas:
Pontuação: 8/10
Primeiro copo servido a: 8/9º
Acompanhou:
Pode acompanhar por exemplo: qualquer comida em qualquer momento!
(217)
terça-feira, 1 de outubro de 2019
Página (2018): 7/10
Este Página inclina-se para a segunda tese.
Trata-se de um vinho produzido no Cadaval (Lisboa) que assume características muito diferentes das tradicionais.
Um vinho mais mineral, mas sem perder a ideia da fruta (ainda que não cítrica ou tropical), aqui e ali a parecer um sauvignon blanc.
Um vinho muito agradável.
Análise ao preço: está no limite do aceitável, quase a passar para caro.
Ano da produção: 2018
Data de compra: Agosto 2019
Local de compra: Garrafeira Tua Vinharia, Póvoa de Varzim
Preço de compra: €13
Produtor: Romana Vini
Localidade: Cadaval (IG Lisboa)
Enólogo: António Ventura
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 11º
Acompanhou: arroz de lingueirão
Pode acompanhar por exemplo: tanto se adequa a acompanhar um aperitivo, como pode fazer pandã com uma sobremesa doce.
(216)
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
Anselmo Mendes Curtimenta (2016): 7/10
Data de compra: 2019
Local de compra:
Preço de compra: Oferta privada [€24,95 online]
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Anselmo Mendes
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: Anselmo Mendes
Acidez: 6º (2014)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 12º
Acompanhou: carapaus fritos com arroz
Pode acompanhar por exemplo:
(83)
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Fonte da Cobra (2018): 5/10
Já na boca há alguma mineralidade à mistura com cítricos e esse conjunto torna-se agradável.
Mas rapidamente se destaca o excesso de acidez que vai ficar até final.
Análise ao preço: caro.
Ano da produção: 2018
Data de compra: Agosto 2019
Local de compra:
Preço de compra: Oferta do produtor [€8,70 pvp indicado pelo produtor]
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Teixeira da Mota & Andrade
Localidade: Celorico de Basto (Vinho Regional Minho)
Enólogo: ?
Acidez: ?
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 5/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: bacalhau com grão
Pode acompanhar por exemplo:
(215)
(análise Grandes Escolhas)
domingo, 22 de setembro de 2019
Valados de Melgaço Espumante Reserva Extra Bruto (2016): 7/10
Neste caso, sabe.
Um espumante de qualidade, a que falta apenas alguma intensidade para ser ainda melhor.
Análise ao preço: normal.
Ano da produção: 2016
Data de compra: maio 2019
Local de compra: Feira do Alvarinho de Melgaço 19
Preço de compra: €10
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Artur Meleiro/ Valados de Melgaço
Localidade: Alvaredo, Melgaço
Enólogo: ?
Acidez: 8,1º (total)
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 10º
Acompanhou: risotto de gambas
Pode acompanhar por exemplo: cabrito, bacalhau ou polvo no forno
(214)
sábado, 21 de setembro de 2019
Messala (2017): 7/10 [pontuação atualizada: 7,5]
Ainda assim, este 2017 pareceu-me menos intenso e vivo do que o 2016, a quem atribuí mais um ponto.
Um vinho que vai à fruta branca (maçã, pêra) buscar boas sensações e que integra muito bem a acidez (apesar de elevada).
[mais um vinho com origem na subregião mas sobre o qual pouco ou nada se sabe: de onde vêm as uvas?]
Análise ao preço: muito bom.
Ano da produção: 2017
Data de compra: junho 2019
Local de compra: Leclerc, Darque
Preço de compra: €6,73
Data de consumo: setembro 2019
Produtor: Vinhos Dela
Localidade: "sub região Monção e Melgaço"
Enólogo: João Garrido
Quantidade de garrafas consumidas: 1
Pontuação: 7/10
Primeiro copo servido a: 9º
Acompanhou: salmonetes grelhados
Pode acompanhar por exemplo: qualquer peixe, mesmo no forno
(23)
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Alvarinhos e albariños pelo mundo (em atualização)
Alvarinho/albariño. Texas’s sauvignon blanc. Major grape in northwest Spain and northern Portugal, it produces crisp, high-acidic wines in warm climates — a neat trick, since acidity usually mean cool climate. The grape now is permitted in Bordeaux wines as France adapts to warming vineyards (LINK)
"Albariño Is Leading a White Wine Revolution on California’s Central Coast" (LINK)
"The SLO Coast has approximately 20 percent of California’s total Albariño acreage. More than 25 brands from this region and others will be available as the 2018 vintage is released. Leading the way is Tangent Winery, owned by the Niven family. Their Tangent Albariño earned one of only three gold medals awarded at the 2016 Bacchus International Wine Competition in Madrid, Spain. It was the only wine produced outside of the Rias-Baixas region to win this prestigious award." (LINK)
- Susie Long | Wine Director, Petit & Keet/Cypress Social, Little Rock
- Cadre "Sea Queen" Albarino ($24)
- Coastal environments are key to making the most of Albarino. While typically produced on the Iberian Peninsula, the grape has become trendy for experimental wineries of California's Central Coast AVA. The two regions are similarly influenced by the sea; ocean fog cools and preserves the grape's signature fresh acidity while adding a hint of salinity. Citrus and tropical fruit with strong minerality can be expected from this varietal, truly the queen of the sea. LINK
“I planted the first albariño in 2007 as an alternative to chardonnay, the most popular white grape planted in Long Island,” says Spanish-born general manager of McCall Wines, Miguel Martin. “I believe Long Island may be blessed with similar weather conditions to Galicia. Albariño can handle the humidity very well and our sandy soils are perfect. We don’t share the same topography as Galicia but our climate is very similar.”
Best known in Martin’s native Spain and also Portugal, where it’s goes by alvarinho, albariño makes fresh, fruity-floral white wines that often have a distinct salinity. According to growers on the North Fork, it’s happy here too, though the wines are a bit different, as you’d expect. Martin notes that local renditions have “more ripe peach and tropical citrus than most of the styles I have tried from Vinho Verde, which have a racing acidity and very lean fruit.”
“What is going to make this a staple variety in this region is how well it complements our local cuisine,” he says. “One consistent characteristic that albariño has globally is that delicious saline quality that just screams to be paired with seafood. Give me a bottle of ice cold North Fork albariño on a hot summer day, a bag of deep water oysters, a perfectly ripe lemon and I would be a very happy oenophile.”
A handful of wineries already work with albariño with more going in the ground seemingly every spring. It’s going to become an ever more important grape here.
Local albariño to try: Bedell Cellars, Jamesport Vineyards, and Palmer Vineyards (ABR24)
"“Albarino as a variety is still finding its feet in New York State,” Pickard says. “Long Island in particular seems to excel with crisp aromatic whites; they happen to pair perfectly with the region’s seaside cuisine and beach holiday vibes. Of the very little Albariño I’ve tasted from the Finger Lakes, texture seems to play a big part. That lemony acidity is ever present, but this style—as opposed to the crisper, lighter Spanish or Portuguese styles—could pair nicely with richer foods.” LINK
Notes of white peach, cantaloupe, and golden apple are enveloped by creme brulee, lemon custard and Breyer’s vanilla. Toasted almond finishes the palate with a lilt of menthol. From beginning to end, the journey is enticingly complex and giving. Beyond seafood, pair this with an herb infused poultry dish. 90 points. — Cheron Cowan LINK
Maryland The 2018 Boordy Vineyards Albariño is produced from fruit grown on a southeast facing hillside at Broordy’s South Mountain Vineyard in Frederick County, and produces a wine that is “sunshine in a bottle.” The result is a deliciously dry white wine full of white peach and floral flavors underscored by a streak of mouthwatering salinity. $20 https://wtop.com/wine-of-the-week/2020/07/wine-of-the-week-maryland-has-wines-from-albarino-to-zweigelt/ + LINK
IDAHO : The Williamson family has been looking for a distinctively crisp white wine to pour in their tasting room on Idaho’s historic Sunnyslope in the Snake River Valley. Judges at the 2020 Idaho Wine Competition believe the Williamsons made a delicious decision when they planted the brilliant Spanish white grape Albariño as the Williamson Vineyards 2019 Albariño was voted as best of show, topping a field of 160 entries. tri-cityherald.com/living/food-drink/wine/article245099340.html
Washington:
- Horton also brought other grape varieties to the state, with some failing but others gaining a foothold. A few that flourished included Cabernet Franc, Tannat, Rkatsiteli and Norton. Grape varieties like Albariño and Petit Manseng did well at Horton, leading to other wineries in the state experimenting and then committing to them.
"y a gamble that worked out for him was re-introducing the Albarino grape to France after an absence of 400 years. " (LINK)
REINO UNIDO:
They won the Bollicine del Mondo award for best sparkling white wine in 2012 but have since pulled out the Seyval Blanc vines used in this wine and are planting more Chardonnay for the fizz and for their still white are experimenting with the Spanish variety Albarino - a grape never previously planted in the UK! (LINK)
Balfour Winery, based in Tonbridge, Kent, has said it will increase plantings by over 1,000 vines per annum in the coming years. The producer has already sold the majority of its first single-varietal Albariño from the 2022 vintage before putting it on general sale. Fergus Elias, Balfour’s head winemaker, said that while the grape still represents a “very small, single digit of our overall percentage at Balfour”, which also grows Chardonnay, Pinot Noir, Pinot Meunier, Bacchus, Pinot Blanc, Arbanne, Petit Meslier, Riesling, Regent, Reichensteiner, Gamay, Pinot Gris. But the winery is planting more each year, and “more of [the] vines are coming into maturity now”. Balfour isn’t alone. Chapel Down, the UK’s biggest wine producer, and Ancre Hill have produced Albariño wines which are commercially available.
https://www.thedrinksbusiness.com/2024/03/is-albarino-englands-next-star-grape-variety/
Nova Zelândia:
"Coopers Creek Select Vineyards Bell-Ringer Albariño 2019 took out the Champion Aromatic award, with the grapes produced by Gisborne grower Doug Bell.
"Coopers Creek Select Vineyards 'Bell-Ringer' Albariño 2019 is the 2019 Champion Aromatic. A new grape and wine to many of us perhaps, Albariño is a long-time favourite of coastal Portugal and northern Spain. Coopers Creek have been making Albariño for more than eight years and it shows. Initially planted in Gisborne where it has flourished, if you love Pinot Gris and Sauvignon Blanc, then an Albariño is your next big adventure in wine. Crisp and delicious with intense flavours and aromas of lime, rock melon and mouth-watering acidity, this is considered the better food pairing wine and at $21.99, what a champion it is." (LINK)
But if I had to put money on what New Zealand’s next rising star will be, it’s albariño. True, there’s not a lot of it about (not yet, anyway), but it’s delicious, slightly fruitier than you find in Galicia, though equally as crisp and saline, all of which make it as appealing to the pinot grigio drinker as to the sauvignon blanc one https://www.theguardian.com/food/2020/mar/13/theres-more-to-new-zealand-white-wine-than-sauvignon-blanc
"Gisborne is well known as Chardonnay wine country but it is also seen as the New Zealand home of albarino, and awards success is a good reminder why. Local grapes were behind 21 medals won at this year's New World Wine Awards." LINK
Gordon Russell at Esk Valley Wines in Hawkes Bay is amongst the first growers to make stylish, citrussy crisp wine from the Albarino grape. https://www.hertsad.co.uk/things-to-do/food-reviews/explore-the-wines-of-new-zealand-7923892
There’s also a growing buzz around Albariño, which is grown primarily in the Gisborne region. But it’s still very much early days, Albariño is grown in such small quantities in the region that before 2023 it was lumped into the amorphous ‘other varieties’ category by NZ Wine. In 2025, there were 62ha of Albariño vines, about 85 football pitches or, if you like, 0.2% of the coverage of Sauvignon Blanc.
“We’ve had four vintages of our Yealands Single Vineyard Albariño so far, and it’s been exciting to see it do so well in wine shows,” says Christensen, who, before joining the Yealands team in 2015, was winemaker at La Caña in Rias Baixas, where she would have plenty of experience working with Albariño.
“One of the key differences is in the set-up of the vineyard – most sites in Rias Baixas use the pergola system, whereas in New Zealand we mostly use vertical shoot positioning.
“I like to use similar winemaking techniques to those I learned in Spain, and I’m fortunate that Yealands has a high-spec winery that allows us to make Albariño using a range of different fermentation vessels.
“Albariño is growing in popularity globally, and I think Sauvignon Blanc helped pave the way for this style of fresh, bright wines with crisp acidity.”
https://drinksint.com/news/fullstory.php/aid/12315/Can_New_Zealand_diversify_.html
Uruguai:
Bodega Garzon
Montevideo, Uruguay 2020 (£22.95, jeroboams.co.uk)
Uruguay’s Atlantic breeze-cooled vineyards have much in common with those on the other side of the ocean in Spain’s Galicia, and Bouza’s superbly fragrant mix of white peach, apple, blossom and citrussy cut and thrust is one of many promising versions of the example from the South American country. LINK
Not surprisingly, Albariño excels in South American wine-growing regions that are similar in character to Rías Baixas. Uruguay, in particular. “Surrounded by the Atlantic Ocean, Uruguay enjoys a climate with moderate temperatures year-round and abundant rainfall,” says Jesica Vargas, a Wine Enthusiast writer-at-large who reviews wines from South America. “Albariño, which arrived in Uruguay in the early 2000s, has thrived in this vibrant South American country.” Vargas notes that most of the wines are crisp, floral and fruit-forward, with a light saline accent. However, winemakers are still in the process of experimenting with different styles and planting in new regions. “I’m excited about the future of Albariño in Uruguay,” she says. LINK
Variedade chegou ao Uruguai em 2001, mas só ganhou mais espaço no país entre 2019 e 2024
URUGUAI: Uruguay, tradicionalmente reconocido por su vino Tannat, está viviendo una transformación vitivinícola gracias al crecimiento del Albariño, una uva blanca originaria de Galicia, España.
Este fenómeno ha destacado principalmente en nuevas zonas viticultoras de Uruguay, que van desde las sierras pedregosas de Lavalleja hasta las bodegas oceánicas.Hoy la cepa Albariño se planta en la mayoría de los viñedos de Uruguay y tanto en la costa Atlántica como la del Río de la Plata, Montevideo, Canelones y Colonia producen albariños de prestigio internacional.
https://www.elclarin.cl/2026/01/11/albarino-la-nueva-estrella-del-uruguay/
In Portugal the variety is known as 'Alvarinho' and Jancis Robinson, in her book Wine Grapes, argues that Alvarinho is the more correct name because the wine originated in Portugal.
https://www.vinodiversity.com/albarino.html
Rias Baixas lideram em Porto Rico:
Esa apuesta por lo propio conectó con el paladar del Caribe, donde la gastronomía demanda vinos con frescura, salinidad y estructura —precisamente la firma sensorial del albariño.
Hoy, 51 bodegas de Rías Baixas tienen distribución activa en la Isla y 37 participan en la campaña educativa 2025, la más grande que la denominación realiza fuera de Europa.
El fenómeno del albariño se da en un contexto global competitivo. Durante el encuentro, Francisco Millán Rajoy, director de la Oficina Económica y Comercial de España en Puerto Rico, ofreció una mirada comparativa del mercado: “Italia y España están ganando terreno en exportación de vinos blancos. Estados Unidos está bajando consumo y Francia se mantiene estable. Pero en Puerto Rico, la predominancia sigue siendo española: Rías Baixas lidera en blancos”.
https://www.metro.pr/estilo-vida/2025/10/26/nosotros-matamos-por-la-tierra-la-raiz-gallega-detras-del-vino-blanco-favorito-de-puerto-rico/#google_vignette
Audace Alvarinho 2024 (Serra Gaúcha)
O Espírito Santo elevou o nível no universo dos vinhos. A Vinícola Tabocas, no Vale do Tabocas, em Santa Teresa, vai lançar uma edição raríssima do Alvarinho Orange Reserva 2024, que será produzida em apenas 600 garrafas numeradas. O rótulo, que já chega cercado de expectativa entre apreciadores, conquistou medalha de ouro no Wines of Brazil Awards 2025 e chama a atenção pela proposta autoral e pouco comum no Brasil: um vinho branco elaborado com longa maceração das cascas, técnica que dá origem aos chamados vinhos “orange”. https://www.folhavitoria.com.br/gastronomia/so-600-garrafas-santa-teresa-vai-produzir-vinho-raro-em-edicao-especial/
Newton Johnson in Upper Hemel en Aarde Valley pioneered it locally with a few other producers following suit, namely Nederburg, Springfield and most recently Ginny Povall of Botanica Wines. Povall’s Flower Girl 2019 comes from vines on her Stellenbosch property grafted in 2018 onto rootstock planted in 2009 and winemaking involved fermentation and maturation for six months in concrete egg. LINK
Aviz (2021): 8/10
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